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Videos Na Internet / Autos - Página 251

Aqui listamos os melhores Vídeos sobre Autos

História da Chevrolet VERANEIO 00:11
História da Chevrolet VERANEIO
A Chevrolet Veraneio é um dos utilitários antigos mais famosos do Brasil, fabricada com seu design clássico por 24 anos, fez muito sucesso e deixou uma multidão de fãs pelo Brasil. Em 1964, ocorreu o lançamento da segunda geração de picapes Chevrolet no Brasil, as C-14 e C-15, compostas pelas variantes carroceria curta e longa, a cabine dupla e a perua, bem antes de existir a sigla SUV para designar esse tipo de veículo, nos comerciais era chamada apenas de utilitário Chevrolet, seu nome técnico C-1416, baseada na GM Suburban norte americana, tinha design criado pela própria GM, com linhas básicas e sem excessos, diferente da americana, tinha quatro portas, na dianteira, quatro faróis circulares, no capô, havia pequenas entradas de ar nos frisos. O comprimento do utilitário era 5,16m, e para impulsionar suas quase duas toneladas, o motor era o mesmo da sua antecessora Chevrolet Amazona, da picape C-14 e dos caminhões, o GM 261 de 4.3 litros (4.278 cm3) 149 cv e 32,1 kgfm de torque, que dispunha de boa reputação pelo torque e confiabilidade, a tração era traseira, e o câmbio manual na coluna de direção com 3 marchas, sendo a primeira não sincronizada, o retrovisor era apenas do lado direito. Logo no ano seguinte, a C-1416 ganhou câmbio com a 1ª marcha sincronizada, no capô mantinha um emblema de metal com a logo da Chevrolet e mapa do Brasil, e na grade dianteira o nome da marca, assinatura também existente na tampa traseira. Em 1969, surgiu, enfim, o nome Veraneio, e um pequeno face-lift, mantendo os dois pares de faróis, mas suavizou a grade, formada por frisos finos cromados e sem a assinatura Chevrolet, que passou para o capo substituindo o emblema, o interior sofreu poucas alterações, apenas ganhando acabamento mais simples e novo quadro de instrumentos. O nome Venareio, lembrava a sua pretensão de uso, para famílias, férias e passeio, contrastando na verdade com seu famoso uso em forças públicas, viaturas e ambulância, más em 1971, passou a ser oferecida a versão luxo, trazendo um novo padrão de acabamento: apliques no painel imitando jacarandá, painéis de porta redesenhados, rádio, porta-malas acarpetado, faixas pintadas nas laterais, os detalhes nos parachoque que ficaram conhecidos como poleiros, e calotas integrais. A lista de opcionais trazia bancos dianteiros reclináveis, pintura metálica e revestimento do teto em vinil. Meses depois da veraneio Luxo, a GM disponibilizou a básica Econômica, com grade de plástico. Em 1972, uma nova dianteira trazia apenas um par de faróis, maiores, grade com três frisos e apenas a logo Chevrolet prateada no meio, logo no ano seguinte, 1973, outras novidades foram a opção de direção hidráulica, com volante igual ao do opala SS, e o aumento da potência do motor para 151 cavalos. Curiosamente, na tentativa de tornar o veículo mais econômico, em 76 foi oferecido o motor 2.5 de quatro cilindros do Opala, incluindo opção a álcool, porém, devido ao baixo desempenho e torque para o porte da Veraneio, foi preciso recorrer ao câmbio M20 de quatro marchas com alavanca no assoalho e um diferencial com relação mais forte (4,78:1), porém com o baixo desempenho a versão não agradou, más a opção de câmbio de quatro marchas no assoalho se tronaria de série, e o terceiro banco, na área do porta-malas, foi aumentando, passando para a capacidade de nove pessoas, as versões Econômica, Standard e Luxo passaram a se chamar Veraneio, Luxo (L) e SuperLuxo (SL). Com o agravamento da crise do petróleo, na linha de picapes foi lançada a D10 com motor Perkins a Diesel, já a Veraneio, em 1981 passou a ser equipada com o 4.1 seis cilindros do Opala, a gasolina ou a álcool, e a grade dianteira passou a ser quadriculada. Em 1985, as picapes ganharam um novo visual, mais reto e liso, o modelos A,C e D-10 davam lugar aos 20, porém a Veraneio ainda permaneceu com o visual antigo. Encarroçadora independnetes aproveitaram para fazer criações com base nas novas picapes, uma delas, a Brasinca, lançaria duas produções baseadas da norte americana Suburban, a Passo Fino e a Manga-larga, lançadas em 1986. Modelos que devido ao relativo sucesso, foram em meados de 1988 adotados oficialmente pela Chevrolet, lançando-as com os nomes Bonanza e Veraneio. O modelo antigo clássico da Veraneio, chegaria então ao fim. O motor da nova Veraneio incialmente ainda era o 4.1 do Opala, de 118 cavalos movido a gasolina, e somente em 1990 ela ganhou um motor a diesel: um Perkins Q20B de 3.9 quatro cilindros e 86,4 cavalos, substituído no ano seguinte pelo Maxion S4 4.0 de 92 cavalos aspirado e S4Turbo de 120 cv, sua vocação urbana, foi confirmada pela ausência da tração 4x4, a nova Veraneio existiu até o modelo de 1996. Com o lançamento da Silverado, haveria uma rara versão chamada GrandBlazer, más a função de camburão de polícia da Veraneio, nas duas gerações, foi herdada pela Blazer derivada da S10, já ambulâncias pelas vans. CONTATO do Canal: qravolantao@qravolantao.com.br FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
0 0   40   14-01-2023   Autos   0
Carros e motos a Diesel, por que não temos no Brasil?? 10:39
Carros e motos a Diesel, por que não temos no Brasil??
Por que no Brasil não se comercializa carros de passeio com motores a diesel? Ao contrário de todos os outros países que possuem carros e motos diesel? . ORIGEM DA PROIBIÇÃO Após o governo de JK, quando o país inclinou-se para desenvolver rapidamente o transporte rodoviário ao invés do ferroviário, a indústria automotiva foi aquecida com achegada de várias marcas. Na década de 70, o transporte de passageiros e cargas do Brasil se viu dependente do óleo diesel, importando 78% do petróleo consumido, o grande gasto com importação foi agravado pela crise do petróleo de 1973. Ofertas: - Treinamento de Injeção Eletrônica Diesel: https://go.hotmart.com/X14534320O - Curso de Ar condicionado para carros, caminhões e maquinas pesadas, completo e on-line: https://hotm.art/TaAz5G - Curso de MECANICO: https://go.hotmart.com/D14518405D O governo lançou o Proalcool em 1975 nascia o ProÁlcool, para substituir em larga escala os combustíveis derivados do petróleo pelo álcool, diminuindo assim a importação, e ainda reduzindo as emissões de poluentes atmosféricos. O antigo Ministério da Indústria e Comércio MIC editou a portaria nº. 346, proibindo a comercialização de automóveis de passeio com motores a diesel, ficando permitido apenas para ônibus, caminhões, tratores e utilitários. *Curiosidade: Nessa época também foram lançados vários modelos de caminhões a álcool, na tentativa popularizar o combustível entre os pesados, porém nenhum obteve sucesso. *O primeiro carro, totalmente a álcool no Brasil foi lançado em 1979, o Fiat 147. CARROS A DIESEL NO BRASIL. No Brasil a VW lançou em 1981 a Kombi com motor 1.6 a diesel derivado do Passat de exportação. Na segunda metade da década de 80, o mesmo motor da Kombi, e o motor 1.9 derivado do Golf de exportação, foi utilizada na pick up saveiro, que também pode ser vendida no Brasil por algum tempo, ocorre que a portaria além dos caminhões, ônibus e tratores, permitia a utilização de motores a diesel em utilitários, veículos que transportam cargas e passageiros, essa brecha permitiu o aparecimento da saveiro com motor a diesel, que foi vendida no brasil até início da década de 90, porém, essa brecha foi logo tapada por nova portaria, permitindo a comercialização e registro, apenas de utilitários com capacidade de carga útil superior a 1000kg, ou que tenha tração 4x4 com reduzida. Vale lembrar que na segunda metade da década de 80 a brasileira Gurgel também lançou um modelo a diesel, o Carajás, que era seu maior utilitário e utilizada o mesmo motor 1.6 a diesel da VW, que também chegou a ser utilizada da Ford Pampa. Alguns outros raríssimos modelos acabaram por ficar no brasil, como excedente de exportação ou outro motivo atípico. POR QUE O MOTOR Á DIESEL É BOM? O motor de ciclo diesel possui como principal característica de funcionamento a auto ignição do combustível através da alta pressão gerada pela compressão do ar, possuindo alta taxa de compressão e grande torque, e ainda, o combustível diesel possui mais energia comparando-se com a mesma quantidade de gasolina ou álcool, a tecnologia e robustez do motor para suportar as cargas de trabalho e reduzir a quantidade de emissão de poluentes para devido enquadramento ambiental, o faz ser naturalmente mais custoso que os motores de ciclo Otto, porém, pode entregar muito mais força para o veículo, ser mais durável, até 35 por cento mais eficientes e chegar a mais 25 km/l de média de consumo. FUTURO Os países por décadas utilizaram das vantagens do diesel em relação aos motores a gasolina, enquanto por aqui sequer conseguiu-se encerrar a discussão e liberar o comércio destes veículos. Hoje, os combustíveis fósseis estão na mira de serem substituídos cada vez mais, por energia limpa, os próprios veículos pesados que são os maiores consumidores dessas fontes energéticas estão indicando a nova tendência, com seus modelos elétricos em teste em todo mundo, os automóveis também já inclinam para as novas tecnologias de energia limpa há anos, mesmo que em países como Itália, Irlanda e Portugal a venda de veículos a diesel supere os a gasolina, vários países tem data marcada para a extinção desses modelos de motores circulando pelas cidades. VEJA TAMBÉM: Motor Wankel: https://youtu.be/ejZMMRMf6W0 14 tipos de motores: https://youtu.be/egFArERAVo0 Como Funcionam os motores, otto, diesel, 2 e 4 tempos Caminhões com motor 2 tempos: https://youtu.be/-gmie7lJSEc CONTATO: qravolantao@gmail.com FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
0 0   60   14-01-2023   Autos   0
Qual Carreta Carrega Mais Peso? Lei da Balança e peso por eixo 07:15
Qual Carreta Carrega Mais Peso? Lei da Balança e peso por eixo
Carretas LS, Bitrem, Wanderleia, Canguru, Rodotrem, etc, o Brasil possui uma das maiores variações de configurações possíveis para seus veículos rodoviários de carga, segundos Resoluções do Contran, e normas do DNIT, e a ABNT. Na base do cálculo do limite de peso de qualquer caminhão, está a previsão do peso máximo que cada eixo, ou conjunto de eixos pode transmitir ao pavimento, da seguinte forma, por exemplo: - 1 eixo com rodado simples = 6 ton - 2 eixos com rodado simples = 12 ton - 1 eixo com rodado duplo = 10 ton - 2 eixos em tandem com rodado duplo = 17 ton - 2 eixos distanciados com rodado duplo = 20 ton - 3 eixos em tandem com rodado duplo = 25,5 ton - 2 eixos em tandem e 1 eixo distanciado (canguru) = 27 ton - 3 eixos distanciados (wanderleia) = 30 ton A combinação desses eixos presentes nos caminhões, ou conjuntos, foram o peso bruto total combinado, o máximo que o veículo todo pode ter quando carregado. Porém não estão liberadas quaisquer conjuntos, todos devem ser homologados previamente, é o caso das mais recentes homologações, da carreta com 4 eixos, sendo 1 distanciado, unido à cavalo mecânico 6x2, totalizando 58,5 toneladas. Portando, se você se pergunta qual o peso máximo de alguma carreta, e qual é mais vantajosa, veja nosso vídeo até o final. COMPARTILHE ESTE VIDEO: https://youtu.be/U-OJFt6f-cc CANAL: www.youtube.com/qravolantao/videos VOCÊ VAI GOSTAR DESSES OUTROS VIDEOS: CONTÂNEINER https://youtu.be/GtDicy9mTo8 ROAD TRAINS https://youtu.be/K07cI9nL04Y SEJA MEMBRO: https://www.youtube.com/channel/UCrYb6x4_I2zbyglwK2uyRAg/join #volantão #leidabalança #balançacaminhão
0 0   44   14-01-2023   Autos   0
História da Chevrolet VERANEIO 00:11
História da Chevrolet VERANEIO
A Chevrolet Veraneio é um dos utilitários antigos mais famosos do Brasil, fabricada com seu design clássico por 24 anos, fez muito sucesso e deixou uma multidão de fãs pelo Brasil. Em 1964, ocorreu o lançamento da segunda geração de picapes Chevrolet no Brasil, as C-14 e C-15, compostas pelas variantes carroceria curta e longa, a cabine dupla e a perua, bem antes de existir a sigla SUV para designar esse tipo de veículo, nos comerciais era chamada apenas de utilitário Chevrolet, seu nome técnico C-1416, baseada na GM Suburban norte americana, tinha design criado pela própria GM, com linhas básicas e sem excessos, diferente da americana, tinha quatro portas, na dianteira, quatro faróis circulares, no capô, havia pequenas entradas de ar nos frisos. O comprimento do utilitário era 5,16m, e para impulsionar suas quase duas toneladas, o motor era o mesmo da sua antecessora Chevrolet Amazona, da picape C-14 e dos caminhões, o GM 261 de 4.3 litros (4.278 cm3) 149 cv e 32,1 kgfm de torque, que dispunha de boa reputação pelo torque e confiabilidade, a tração era traseira, e o câmbio manual na coluna de direção com 3 marchas, sendo a primeira não sincronizada, o retrovisor era apenas do lado direito. Logo no ano seguinte, a C-1416 ganhou câmbio com a 1ª marcha sincronizada, no capô mantinha um emblema de metal com a logo da Chevrolet e mapa do Brasil, e na grade dianteira o nome da marca, assinatura também existente na tampa traseira. Em 1969, surgiu, enfim, o nome Veraneio, e um pequeno face-lift, mantendo os dois pares de faróis, mas suavizou a grade, formada por frisos finos cromados e sem a assinatura Chevrolet, que passou para o capo substituindo o emblema, o interior sofreu poucas alterações, apenas ganhando acabamento mais simples e novo quadro de instrumentos. O nome Venareio, lembrava a sua pretensão de uso, para famílias, férias e passeio, contrastando na verdade com seu famoso uso em forças públicas, viaturas e ambulância, más em 1971, passou a ser oferecida a versão luxo, trazendo um novo padrão de acabamento: apliques no painel imitando jacarandá, painéis de porta redesenhados, rádio, porta-malas acarpetado, faixas pintadas nas laterais, os detalhes nos parachoque que ficaram conhecidos como poleiros, e calotas integrais. A lista de opcionais trazia bancos dianteiros reclináveis, pintura metálica e revestimento do teto em vinil. Meses depois da veraneio Luxo, a GM disponibilizou a básica Econômica, com grade de plástico. Em 1972, uma nova dianteira trazia apenas um par de faróis, maiores, grade com três frisos e apenas a logo Chevrolet prateada no meio, logo no ano seguinte, 1973, outras novidades foram a opção de direção hidráulica, com volante igual ao do opala SS, e o aumento da potência do motor para 151 cavalos. Curiosamente, na tentativa de tornar o veículo mais econômico, em 76 foi oferecido o motor 2.5 de quatro cilindros do Opala, incluindo opção a álcool, porém, devido ao baixo desempenho e torque para o porte da Veraneio, foi preciso recorrer ao câmbio M20 de quatro marchas com alavanca no assoalho e um diferencial com relação mais forte (4,78:1), porém com o baixo desempenho a versão não agradou, más a opção de câmbio de quatro marchas no assoalho se tronaria de série, e o terceiro banco, na área do porta-malas, foi aumentando, passando para a capacidade de nove pessoas, as versões Econômica, Standard e Luxo passaram a se chamar Veraneio, Luxo (L) e SuperLuxo (SL). Com o agravamento da crise do petróleo, na linha de picapes foi lançada a D10 com motor Perkins a Diesel, já a Veraneio, em 1981 passou a ser equipada com o 4.1 seis cilindros do Opala, a gasolina ou a álcool, e a grade dianteira passou a ser quadriculada. Em 1985, as picapes ganharam um novo visual, mais reto e liso, o modelos A,C e D-10 davam lugar aos 20, porém a Veraneio ainda permaneceu com o visual antigo. Encarroçadora independnetes aproveitaram para fazer criações com base nas novas picapes, uma delas, a Brasinca, lançaria duas produções baseadas da norte americana Suburban, a Passo Fino e a Manga-larga, lançadas em 1986. Modelos que devido ao relativo sucesso, foram em meados de 1988 adotados oficialmente pela Chevrolet, lançando-as com os nomes Bonanza e Veraneio. O modelo antigo clássico da Veraneio, chegaria então ao fim. O motor da nova Veraneio incialmente ainda era o 4.1 do Opala, de 118 cavalos movido a gasolina, e somente em 1990 ela ganhou um motor a diesel: um Perkins Q20B de 3.9 quatro cilindros e 86,4 cavalos, substituído no ano seguinte pelo Maxion S4 4.0 de 92 cavalos aspirado e S4Turbo de 120 cv, sua vocação urbana, foi confirmada pela ausência da tração 4x4, a nova Veraneio existiu até o modelo de 1996. Com o lançamento da Silverado, haveria uma rara versão chamada GrandBlazer, más a função de camburão de polícia da Veraneio, nas duas gerações, foi herdada pela Blazer derivada da S10, já ambulâncias pelas vans. CONTATO do Canal: qravolantao@qravolantao.com.br FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
0 0   50   14-01-2023   Autos   0
VOLARE - História e Evolução da maior marca de microonibus do Brasil 15:30
VOLARE - História e Evolução da maior marca de microonibus do Brasil
A Volare é a maior marca de micro-ônibus do Brasil, uma subsidiária da Marcopolo que se originou em um único modelo há mais de 20 anos, e hoje, atende a diversos portfólios, para entender essa história vamos voltar um pouco no tempo na história dos micro-ônibus. Antes do Volare a Marcopolo teve em sua história vários micro ônibus, começando em 1972 pelo Marcopolo Junior, sobre chassi Mercedes LO 608D, concorrente do CAIO Carolina, depois com a marca INVEL, Indústria de Veículos e Equipamentos Especiais Ltda, e os Microbus, Microvan, Chevrobus, e o Micro FB-4000, em 1982. Com o fim da INVEL a Marcopolo persistiu na fabricação de veículos leves para o transporte de passageiros, ao final de 1983, lançou o novo micro Senior, seu modelo mais famoso, e no início da década de 90 entrou par o mercado de van com os modelos Fratello. Más foi em 1998 que finalmente, o nome Volare surgia pela primeira vez. O nome Volare, vinha do já tradicional uso de palavras Italianas, como o próprio nome Marcopolo em referencia ao explorador Veneziano, as linhas Viaggio, Paradiso, o Fratello, Senior, Veneza, Alegro, San Remo, entre outros, Volare, se traduz por Voar, em italiano. A principais concorrentes, também viam nos micros um mercado promissor e procuravam se atualizar, a Busscar lançava seus primeiros, o rodoviário Maxi Micro, e em 99 os urbanos MicroBuss e Micruss, a Comil lançava o Piá, e a CAIO substituía também em 98 o Carolina pelo Piccolo. O chassi modelo MA 6.0 foi especialmente desenvolvido pela Agrale, em 1999 um modelo Volare foi criado especialmente para o transporte escolar, o Escolarbus. Ao primeiro modelo lançado, foi dado o nome A6, em versões Vip e Urbano, em maio de 2000 foi lançado o A8, que podia ter comprimento de 7,32 m, motor MWM de 145 cv. O Volare, em novembro de 2001, com o sucesso e mais de 6.000 unidades vendidas, recebeu status de “marca”, incluindo um logotipo próprio, que lembrava a silhueta de um pássaro, uma associação ao próprio nome Volare, Voar em italiano, o modelo passou então por uma ré estilização. Em 2002 foi disponibilizada uma versão especial do A6 e A8 para passageiros com dificuldades de locomoção, um modelo menor, o A5, e um maior, o W8. Para 2005 toda a linha passou for profunda modernização, a motorização foi diversificada, Cummins ou MWM, os modelos A5, A6 e A8 tiveram a nomenclatura alterada para V5, V6 e V8. Em janeiro de 2006 foi apresentado o W9, ainda maior, com 8,23 m de comprimento, 2,25 m de largura interna, corredor central mais largo, motor MWM de 150 cv e opção de porta de duas folhas, e uma série especial do modelo W8, preparada para o transporte de deficientes, idosos e gestantes, seria o primeiro low entry da categoria no país. Em 2007 o Governo Federal lançou o programa Caminho da Escola, e a Volare se dedicou e preparou dois modelos, o V6, com 23 lugares, e V8L, com 31 lugares, ambos ganharam para-choques simplificados, janelas com bandeiras fixas inferiores e pintura, acessórios e configuração interna para escolares, mais adiante foi lançado um V8L para aplicações mais severas, com suspensão e para-choques reforçados. Em 2010 nova parceria daria origem aos primeiros Volares sobre exclusiva plataforma Mercedes Benz, ao modelo foi dado o código DW9, o motor era mercedes 4 cilindros, 4,8 litros e 156cv, no ano seguinte, passaram a receber o modelo Fly, e a exclusiva versão Limousine. Também em 2011 foram oferecidas mais tres versões especiais, a Volare Canavial, que no ano seguinte foi rebatizado de Campeiro, destinado ao para transporte de trabalhadores rurais, a versão policial Escolta, e o Escolarbus 4×4, para transporte de estudantes em áreas rurais. Em 2013 toda a linha passou por uma revisão técnica, com aumento de largura e de capacidade do bagageiro. Também foi lançado o W-L, maior modelo já fornecido pela empresa, com 10,15 m de comprimento e capacidade para 36 passageiros, e o Volare Fire, exclusivo para combate a incêndios. Em 2015 foi lançado o primeiro e modelo da marca com motor traseiro, o Access, no ano seguinte foi apresentado o Volare Cinco. Em 2017 foi lançado o Volare-E, modelo 100% elétrico desenvolvido em parceria com a BYD, único de sua categoria no mundo, com piso baixo, 9,0 m de comprimento, portas largas, suspensão pneumática, e motores elétricos montados nas rodas traseiras, no mesmo ano foi apresentado o novo modelo V8L 4×4 motorhome. Em 2018 completou 20 anos do lançamento do 1º Volare, a marca já totalizava mais de 65.000 unidades fabricadas, foi apresentada a van Fly 6, destinada a operações turísticas e ao transporte urbano em pequenas cidades, era um derivado do modelo Cinco, mais longo, o modelo acabou sendo redirecionado para o transporte escolar. CONTATO do Canal: qravolantao@qravolantao.com.br FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
0 0   93   14-01-2023   Autos   0
Carros e motos a Diesel, por que não temos no Brasil?? 10:39
Carros e motos a Diesel, por que não temos no Brasil??
Por que no Brasil não se comercializa carros de passeio com motores a diesel? Ao contrário de todos os outros países que possuem carros e motos diesel? . ORIGEM DA PROIBIÇÃO Após o governo de JK, quando o país inclinou-se para desenvolver rapidamente o transporte rodoviário ao invés do ferroviário, a indústria automotiva foi aquecida com achegada de várias marcas. Na década de 70, o transporte de passageiros e cargas do Brasil se viu dependente do óleo diesel, importando 78% do petróleo consumido, o grande gasto com importação foi agravado pela crise do petróleo de 1973. Ofertas: - Treinamento de Injeção Eletrônica Diesel: https://go.hotmart.com/X14534320O - Curso de Ar condicionado para carros, caminhões e maquinas pesadas, completo e on-line: https://hotm.art/TaAz5G - Curso de MECANICO: https://go.hotmart.com/D14518405D O governo lançou o Proalcool em 1975 nascia o ProÁlcool, para substituir em larga escala os combustíveis derivados do petróleo pelo álcool, diminuindo assim a importação, e ainda reduzindo as emissões de poluentes atmosféricos. O antigo Ministério da Indústria e Comércio MIC editou a portaria nº. 346, proibindo a comercialização de automóveis de passeio com motores a diesel, ficando permitido apenas para ônibus, caminhões, tratores e utilitários. *Curiosidade: Nessa época também foram lançados vários modelos de caminhões a álcool, na tentativa popularizar o combustível entre os pesados, porém nenhum obteve sucesso. *O primeiro carro, totalmente a álcool no Brasil foi lançado em 1979, o Fiat 147. CARROS A DIESEL NO BRASIL. No Brasil a VW lançou em 1981 a Kombi com motor 1.6 a diesel derivado do Passat de exportação. Na segunda metade da década de 80, o mesmo motor da Kombi, e o motor 1.9 derivado do Golf de exportação, foi utilizada na pick up saveiro, que também pode ser vendida no Brasil por algum tempo, ocorre que a portaria além dos caminhões, ônibus e tratores, permitia a utilização de motores a diesel em utilitários, veículos que transportam cargas e passageiros, essa brecha permitiu o aparecimento da saveiro com motor a diesel, que foi vendida no brasil até início da década de 90, porém, essa brecha foi logo tapada por nova portaria, permitindo a comercialização e registro, apenas de utilitários com capacidade de carga útil superior a 1000kg, ou que tenha tração 4x4 com reduzida. Vale lembrar que na segunda metade da década de 80 a brasileira Gurgel também lançou um modelo a diesel, o Carajás, que era seu maior utilitário e utilizada o mesmo motor 1.6 a diesel da VW, que também chegou a ser utilizada da Ford Pampa. Alguns outros raríssimos modelos acabaram por ficar no brasil, como excedente de exportação ou outro motivo atípico. POR QUE O MOTOR Á DIESEL É BOM? O motor de ciclo diesel possui como principal característica de funcionamento a auto ignição do combustível através da alta pressão gerada pela compressão do ar, possuindo alta taxa de compressão e grande torque, e ainda, o combustível diesel possui mais energia comparando-se com a mesma quantidade de gasolina ou álcool, a tecnologia e robustez do motor para suportar as cargas de trabalho e reduzir a quantidade de emissão de poluentes para devido enquadramento ambiental, o faz ser naturalmente mais custoso que os motores de ciclo Otto, porém, pode entregar muito mais força para o veículo, ser mais durável, até 35 por cento mais eficientes e chegar a mais 25 km/l de média de consumo. FUTURO Os países por décadas utilizaram das vantagens do diesel em relação aos motores a gasolina, enquanto por aqui sequer conseguiu-se encerrar a discussão e liberar o comércio destes veículos. Hoje, os combustíveis fósseis estão na mira de serem substituídos cada vez mais, por energia limpa, os próprios veículos pesados que são os maiores consumidores dessas fontes energéticas estão indicando a nova tendência, com seus modelos elétricos em teste em todo mundo, os automóveis também já inclinam para as novas tecnologias de energia limpa há anos, mesmo que em países como Itália, Irlanda e Portugal a venda de veículos a diesel supere os a gasolina, vários países tem data marcada para a extinção desses modelos de motores circulando pelas cidades. VEJA TAMBÉM: Motor Wankel: https://youtu.be/ejZMMRMf6W0 14 tipos de motores: https://youtu.be/egFArERAVo0 Como Funcionam os motores, otto, diesel, 2 e 4 tempos Caminhões com motor 2 tempos: https://youtu.be/-gmie7lJSEc CONTATO: qravolantao@gmail.com FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
0 0   55   14-01-2023   Autos   0
Novo Volkswagem METEOR 05:52
Novo Volkswagem METEOR
A Volkswagen lançou no Brasil neste mês de setembro de 2020, seus novos extrapesados, linha nomeada de Méteor, são os maiores veículos da marca em todo o mundo e ocupam a faixa de preço entre os Volkswagen Constellation e os MAN TGX, veja agora suas características e curiosidades. 500CV O seguimento de pesados representa a metade do mercado brasileiro de caminhões, e a VW ainda não oferecia no Brasil potência atingindo os 500cv, porém com o novo lançamento, passou a atingir os 520cv, o motor é o MAN D26, de seis cilindros em linha e 13 litros, que já equipava os TGX porém em versões desenvolvidas e fabricadas no Brasil, com 460 e 520 cavalos de potência, para os modelos 28.460 e 29.520, e também o novo Constellation 33.460. Os novos caminhões, receberam nova cabine, com traços que lembram os Constellation e os MAN TGX, novidade que já vinha sendo esperada a tempo, foram desenvolvidos no Brasil e com componentes nacionais. MODELOS O Meteor 28.460 tem configuração de eixos 6×2 e, com seus 460 cavalos de potência e torque de até 234,5 kgfm de torque, tem capacidade para diversas composições de até 53 toneladas de PBT. O modelo mais potente, o Meteor 29.520 tem configuração 6×4, o mesmo motor MAN D26, com 520 cavalos de potência e 255 kgfm de toruqe. Segundo a Volkswagen Caminhões, o motor teve mais de uma centena de componentes modificados para chegar até a potência e torque necessários, com o consumo equilibrado. É caminhão indicado para puxar combinações com Peso Bruto Total Combinado de até 74 toneladas e nove eixos. Os caminhões trazem um acabamento diferenciado, com elementos que lembram o design e a sensação dos carros de passeio da marca, uma tendência que há algum tempo foi na família de leves Delivery. No Méteor, o quadro de instrumentos tem tela colorida para o computador de bordo, o ar-condicionado automático e central multimídia com tela de sete polegadas e comandos no volante, no mais, geladeira e amplos porta-objetos na cabine, que tem teto alto. CAMBIO O câmbio padrão é um ZF Traxon, automatizado, de 12 marchas, Mas é possível optar por um de 16, a ZF Traxon é um dos modelos de transmissão mais modernos da ZF que conta com inovadora unidade eletrônica. TGX Mesmo com o novo lançamento, a Volkswagen afirmou que vai manter os caminhões MAN TGX em linha, porém fica ainda a dúvida se os TGX 28.440 e 29.480 vão sobreviver com a concorrência dos novos Meteor. CONSTELATION Complementando o dia de lançamentos de caminhões Volkswagen, mais uma novidade na grande família Constellation, o novo 33.460, que manteve a cabine antiga, e ganhou configuração de eixos 6×4, igual a do irmão Meteor, e o mesmo motor MAN D26 com 460 cavalos de potência, com proteção extra do bloqueio de diferencial para operações mais severas, segundo a Volkswagen para atender segmentos off-road e de uso misto, com CMT de até 125 toneladas Voltando aos novos Méteor, que já receberam muitas encomendas na pré venda, os modelos vão receber dois tanques de combustível de alumínio com capacidades que variam de 630 a 940 litros, de acordo com o entre-eixo escolhido, um outra novidade das novas cabines é o opcional de basculamento elétrico da cabine. O preço estimado do 28.460 é 550 mil reais, e do 29.520 6x4 590 mil reais. CONTATO do Canal: qravolantao@qravolantao.com.br FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
0 0   38   14-01-2023   Autos   0
Veículos IVECO para Guerra - Guarani e LMV 10:30
Veículos IVECO para Guerra - Guarani e LMV
A IVECO Veículos de Defesa brasileira, fabrica os blindados anfíbios Guarani e a viatura Blindada Multitarefas 4X4, o Lince MK2, desenvolvidos pelo em parceria com o Exército Brasileiro. Localizada em Minas Gerais a IVECO Veículo de Defesa é a única unidade fora da Europa. IVECO NO MUNDO A IVECO, Industrial Vehicle Corporation, foi fundada em 1975 através da união de 5 importantes marcas Europeias, as italianas Fiat Veicoli Industriali, OM e Lancia Veicoli Speciali (todas pertencentes ao Grupo Fiat), a francesa Unic (cujas origens datam de 1905) e a alemã Magirus–Deutz (fundada em 1866)), investindo pesado para oferecer em grande portfólio de soluções para o transporte rodoviário. Pouco tempo depois também resolveu buscar novos mercados. IVECO NO BRASIL A Iveco teve uma rápida passagem pelo Brasil na década de 80 na tentativa de salvar a Fiat diesel, sucessora na Alfa Romeo brasileira, chegou a lançar modernos caminhões, como o FIAT 190H, porém sem sucesso deixou o brasil pouco tempo depois, para retornar apenas no final da década de 90, começando a lançar caminhões e a linha Iveco Daily. IVECO DE DEFESA Na Europa, surgia uma grande divisão chamada de IVECO DEFENSE VEHICLES, que viria a comercializar e criar produtos Iveco, adaptados conforme necessário para atender às demandas do uso militar para aplicações de defesa. DEMANDA DO EXÉRCITO O Brasil havia sido berço da ENGESA, maior destaque da engenharia mecânica e mais importante fábrica de equipamentos militares de uso terrestre do país, a qual supriu o exército dos blindados EE-9 cascavel e EE-11 urutu oriundos da década de 70, porém, com a falência da empresa no início da década de 90, sucumbiam-se os novos projetos como o tanque Osório, e ao final da década de 90, o Exército procurava substitutos para seus Blindados. A IVECO tinha acabado de desenvolver na Europa o blindado Super AV 8x8, cujas características se enquadravam nas pretensões do exército brasileiro, sendo base para o novo blindado. 5 - O GUARANI O Ministério da Defesa brasileiro anunciou um contrato de 6 bilhões de reais com a IVECO, que previa a fabricação no Brasil de 2.044 unidades, em um período de 20 anos. Em sua configuração padrão, a versão 6x6 possui um motor FPT Industrial de 383 cv, transmissão automática ZF, podendo chegar a 110km/h na estrada, possui propulsão aquática, sistema de proteção QBN (química, biológica e nuclear), sensor e extintor de fogo automático, ar condicionado, caixa de transferência e suspensão da Iveco. A principal característica do projeto, e exigência do exército, assim como eram os blindados cascavel e urutu, é a construção modular, permitindo dezenas de configurações para diversos usos, assim como reforços de blindagens e instalação de armamentos. As primeiras unidades foram entregues em 2014, à 15.ª Brigada de Infantaria Mecanizada, de Cascavel, no Estado do Paraná. No final de 2019, já totalizaram 400 unidades entregues. O JIPE LMV Outro plano do Exército que se seguiu pelos meados dos anos 2000 foi a aquisição de um blindado 4×4 para complementar suas forças mecanizadas no Programa Guarani. Em 2014, diversas empresas manifestaram interesse, sendo que cinco delas apresentaram modelos para participar dos testes comparativos no Centro de Avaliação do Exército (CAEx), IVECO M65 LMV, AVIBRAS/Renault Tupi, INBRA Gladiador BLSR, BAE Systems RG32M LTAV e AM General/PLASAN MLTV. Os dois veículos finalistas foram o IVECO LMV e o AVIBRAS Tupi, e após apresentaram Proposta Técnico-Comercial Final, em 2016 o governo anunciou o IVECO como escolhido por melhor atender as especificações, a previsão era de fornecimento de cerca de 1400 veículos nos anos seguintes. O LMV-BR CONTATO do Canal: qravolantao@gmail.com FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
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Caminhões a ÁLCOOL no Brasil -  História e modelos de carga com motores a etanol. 14:06
Caminhões a ÁLCOOL no Brasil - História e modelos de carga com motores a etanol.
O preço dos combustível, principalmente o diesel, sempre foi preocupação no Brasil, e a busca por economia e combustíveis alternativos é antiga. A grande questão, se o etanol compensa em relação a gasolina, também é antiga, desde o final da década de 70 e nos anos 80, o Álcool combustível se popularizou entre os veículos brasileiros, também os veículos de carga de várias marcas, além de tratores, e alguns ônibus. COMPARTILHE ESTE VIDEO: https://youtu.be/tDRPFSCm8CM CANAL: https://youtube.com/qravolantao A resposta para isso foi a crise do petróleo, especialmente em 1973 e 1979. No Brasil, em 1975 foi criado o Proálcool, com o objetivo de estimular a produção do álcool combustível, o famoso Etanol, visando substituir em larga escala os combustíveis derivados do brarril de petróleo, diminuindo assim a importação, e logo chegaremos ao primeiro caminhão a álcool do país que foi o Dodge E13 em 1981. Neste período a VW comprou a Chrysler do Brasil para fundar a VW caminhões, e trataria de aproveitar a ideia logo nos seus primeiros lançamentos em 1981, o DODGE E13, primeiro caminhão a Álcool do país, o motor Chrysler 318, oito cilindros em V, 5,2 litros, desenvolvia 176 cv, o E-13 era 4×2 e tinha PBT de 13 t, nem sempre a intenção era economizar combustível, más pelo menos baratear o combustível. Caminhões DODGE: https://youtu.be/YF0fMsmCrP4 Ainda em 1981, lançou mais um Dodge, o E-21 tração 6x4, e em seguida uma versão mais leve chamada E-11. A maioria dos caminhões Dodge a álcool fabricados, foram absolvidos por frotistas, ou pelas usinas canavieiras, praticamente impossível encontrar hoje um que tenha sobrevivido com o V8 a álcool. A VW também já inseriu no mercado seus modelos próprios com as novas cabines, e juntamente com a versão a diesel MWM e Perkins, continuou a utilizar o V8 da Chrysler adaptado para o álcool, primeiramente no 6.140 a álcool, de 145cv em 1982, e em 1985 nos 11-160 4x2 e 22-160 6x4 para a transporte canavieiro. A Chevrolet lançou a A-10, com o motor GM 250 de 4.1 litros, primeira da categoria a utilizar o novo combustível, e para a linha de 1981, com adaptação para o álcool do motor a gasolina GM 292 6 cilindros em linha, de 4,8 litros, lançava os novos A-60 e A-70, com 143cv e 32.6kgfm de torque, este motor também equiparia o leve A-40, e seguiria para os futuros modelos da marca, os Chevrolet 11, 13, 19, 21 e 23mil, que incluíam a opção a álcool com os mesmos motores GM 292. Os 19000 e 21000 eram 6x2 de fábrica, e o 22000 6x4. Os Caminhões Chevrolet: https://youtu.be/4Ocz7EiWZJk Caminhão Chevrolet D-40: https://www.youtube.com/watch?v=yX5_KWsJCyo No caso da MB, em 1984 surgiam o L-2215 e o L-2219, ambos 6x4, voltados para a indústria canavieira, o que teria mais destaque seria o 2215, este utilizava o motor M-352-O, era um OM352 convertido para o álcool, produzindo 143 cv a 2.800 rpm e 43 m·kgf a 1.600 rpm, contudo, um elevado consumo médio de 1 litro de álcool a cada 800 metros. Mercedes 1113 e família: https://youtu.be/68o8R_qmQRA Outro produto da Mercedes foi o leve L-610, uma variante do 608 tradicional equipado com motor OM-314 de 3,8 L, ottolizado, ou seja convertido para o ciclo otto, neste caso, M-314, gerando de 92 cv a 2.800 rpm e 31 m·kgf a 1.400rpm. Mercedes L-608: https://youtu.be/22lCvrA6pa8 A Ford também lançou a F1000A em 1985, versão a álcool da F1000, como motor de 3,6 litros e 115cv, más a Ford era também uma grande fabricante de tratores, lançou o modelo 4810, através da conversão de seus motores próprios a diesel, modelos 3,3 litros de 3 cilindros. Ford F-1000, história e evolução: https://youtu.be/VShdL_fIZCo Também existiram tratores de outras marcas a álcool, primeiramente, a Perkins, utilizou seu tradicional 4-cilindros a diesel, o 4.236, e o converteu para o ciclo otto a álcool, passando a chama-lo de AE4.236, que produzia 80CV, empregado em tratores Valmet modelo 88, CBT 8240, e Massey Fergunson 275, também existiu um raro ENGESA a álcool, Tratores CBT: https://youtu.be/XojG_RKsBC História da ENGESA: https://youtu.be/9J0FoenGXwY A Scania, no início da década de 80 havia lançado sua série 2, e utilizando o motor DC11, lançou um 112 com tração 6x4, adaptado para trabalhar exclusivamente com álcool aditivado. Scania 112: https://www.youtube.com/watch?v=SlaGjJShB5A&list=PLUjmD20bhcF8FZjijdgF0WOsgnxyS0smk&index=18&t=0s A Volvo também chegou a apresentar em 1984 um N10 que tinha motor turbo TM101 G de 9,6 litros, adaptado para usar diesel e álcool, que produzia 275 cv, estima-se que foram raríssimas 10 unidades foram produzidas. Volvo NL 12 uma lenda: https://youtu.be/4tfU4p4hlfg No mercado de transporte, o estudo por combustíveis alternativos seguiu de forma bem fraca, nunca se conseguiu redução de impostos sobre combustíveis, más vários projetos tomaram forma para caminhões e ônibus, além do Diesel a base de cana, tema para outro vídeo. SEJA MEMBRO: https://www.youtube.com/channel/UCrYb6x4_I2zbyglwK2uyRAg/join #preçocombustível
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História da Chevrolet Blazer 12:59
História da Chevrolet Blazer
A Chevrolet Blazer é um dos mais famosos e emblemáticos utilitários já vendido do Brasil, teve inúmeras versões, de certa forma foi a sucessora da Veraneio, embora tenha tido grande sucesso no Brasil, sua origem é americana bem mais antiga. A primeira Blazer, foi lançada pela GM americana em 1969, originalmente batizada de K-5 Blazer, e apenas 3 anos depois, 1972 chegaria a segunda geração, conhecida como Chevy Blazer, que seria produzida até 1991. As picapes e utilitários americanos eram sempre grandalhonas, porém, com as crises do petróleo dos anos 70, o padrão oriental de picapes mais compactas se espalhava pelo mundo, a Isuzu Faster também chegava aos EUA como Chevrolet LUV, que devido ao sucesso, foi substituída pela novíssima S-10, lançada em 1982, e logo em seguida, daria origem a segunda Blazer, mais compacta que a anterior, com motores menores e mais econômicos, sua primeira geração foi até 1994, quando seria lançada a segunda geração, as duas, a blazer e a picape americana dessa segunda geração são as que dariam origem finalmente ao modelo brasileiro. No início dos anos 90 o mercado brasileiro era inundado pelas novas picapes Hillux, L-200, entre outras, e as veteranas Ford e Chevrolet precisavam reagir rápido, a Ford saiu na frente trazendo a Ranger importada ainda em 1994, a Chevrolet resolveu fabricar a S10 no Brasil, lançando-a por volta de março de 1995, logo após a S10, em dezembro 1995 foi apresentada a Blazer, com frente, grade e faróis diferenciados da americana. As primeiras versões de acabamento eram a Standard, com moldura da grade e para-choques pretos e rodas de aço aparente, e DLX (abreviação DeLuxe), que tinha o conjunto frontal na cor da carroceria e rodas de alumínio, direção hidráulica com ajuste de altura, trio elétrico e freios ABS nas rodas traseiras, os opcionais incluíam ar condicionado. A Blazer se destacava pelas quatro portas, amplo espaço interno e porta-malas de 456 litros de capacidade, mas o motor fraco para o peso dela, 1620kg, tratava-se de um 4 cilindros em linha da família II da GM, a gasolina, 2.2 litros OHC de 8 válvulas, 1 bico por cilindro, era quase o mesmo utilizado no Ômega, gerava 106 cavalos, a 4.800 rpm e 19,2 kgfm a 2.800 rpm. Logo no ano seguinte, para sanar a baixa potência, a Blazer recebeu o motor V6 GM Vortec, a gasolina de 4.3 litros, 180 cv 34,7 kgfm, importado dos EUA, e para completar também passou a ser oferecido a opção a diesel, com o Maxion HS, Turbo Diesel, 4 cilindros, 2,5 litros, 95cv, e 22,4 kgfm. Em 1997, enquanto a S10 ganhava a cabine dupla, a Blazer ganhou a versão de luxo Executive, que vendeu muitas unidades na cor verde, além dos elementos da DLX, chamava atenção pelos detalhes dourados, especialmente nas rodas, couro nas portas, banco do motorista com ajuste elétrico, pouco tempo depois ganhou a transmissão automática, que também já estava sendo oferecida na DLX. Em 1998 chegava a opção 4x4, com sistema de redução e transferência totalmente eletrônicos. No último ano com a frente original, S10 e Blazer receberam um novo motor a diesel, o MWM 4.07 TCA Sprint, de 2.8 litros, turbo e intercooler, 132 cv e 34 kgfm de torque, substituindo o Maxion 2.5 anterior. Em 2001, os utilitários recebiam capô e frente mais larga, assim como a grade amplificada, faróis mais compactos com indicadores de direção integrados, a versão Standard, deixava o motor 2.2 que dava lugar ao 2.4, de 128cv, e a versão DLX maninha o MWM 2.8 Turbo Diesel com tração 4x4, a motorização V6 era modificada em 2002, com injeção multiponto e força ampliada para 192 cavalos a 4.400 rpm e 35 kgfm a 3.200 rpm, em seguida foi lançada como série especial a Blazer TDi, 2.8 Turbo Diesel e tração 4x2, única da linha blazer com motor a diesel e de apenas tração traseira A linha 2004 traria algumas mudanças nas opções, 2.4 Gasolina 4x2 (Colina, Advantage e Tornado) e 2.8 Turbo Diesel 4x4 (Colina e Executive), o motor 4.3 V6 Gasolina 4x2 era retirado do linha. Em 2007, o velho 2.4 MPFI a gasolina se tornava FlexPower e fornecia 141 cavalos na gasolina e 147 cavalos no etanol. Em 2008, o tempo cobrava mudanças maiores na Blazer e S10, algumas das principais concorrentes já estavam com novo visual, a Hilux desde 2005, a Mitsubishi 2007, já a Blazer recebeu uma nova grade com a logo Chevrolet dourada destacada, assim como um capô com entrada de ar superior, novas rodas de liga leve e o nome enorme na traseira, que fecharam sua atualização final. Em 2011, era anunciado o fim da linha para as velhas S10 e Blazer, sendo lançada a terceira geração totalmente reformulada, e o novo SUV, dessa vez com o nome TrailBlazer, que já em 2020 ainda encontra-se no portfólio da Chevrolet, com o preço mais salgado entre os SUVs, CrossOvers e Picapes. CONTATO do Canal: qravolantao@qravolantao.com.br qravolantao@gmail.com FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
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História dos MOTORHOMES 09:15
História dos MOTORHOMES
Os Motorhomes, geralmente são ônibus ou vans transformados internamente e adaptadas para ser uma casa. Independente do tamanho e luxo, deve conter o mínimo para convivência, higiene e alimentação, além de ser auto-suficiente, com caixa d’água, baterias extras ou gerador de energia e conversores, também podem ser adaptados ao chassis de um caminhão com cabine original, são conhecidos por Truck-home. A definição do veículo motorhome foi dada no Brasil em 1978 pela resolução 538 do Contran, onde passaria a ser inserido no documento a expressão “motor casa”. O Trailer é uma habitação formada principalmente de dormitório, cozinha, sala e banheiro, montado sobre uma plataforma reboque ou semi reboque com um ou mais eixos. Também podem se apresentar em tamanho reduzido, geralmente apenas dormitório, chamados de Mini trailers ou teardrops. Esse veículo deve ser devidamente documentado, e a nome trailer constará no CRLV. O Camper, é um módulo com recursos internos semelhantes ao de um trailer, dimensionado para ser acomodado sobre a caçamba de uma pick up podendo ser destacável para o uso livre do veículo, a legislação que regula o Camper é a nº 346 de 2010 do Contran, más não exige mudança do documento do veículo. O Trailovers— é uma espécie de camper para automóveis de passeios. A categoria de habilitação para conduzir motorhomes, antigamente seguia a mesma categoria do veículo utilizado como base, e no caso do trailer, era exigido categoria E independente do peso, conforme redação que integraria o CTB, LEI Nº 9.503, DE 1997. Em 2011, uma nova lei foi instituída para regulamentar o assunto, (Incluído pela Lei nº 12.452, de 2011), passando portanto a ser permitida a condução de motorhomes até 6 T de PBT por portadores de CNH categoria B, e ainda, no caso dos trailers, a categoria E passou a ser exigida apenas para aquele cujo peso exceda e 6t ou lotação de 8 passageiros. Nos demais trailers deve ser respeitada a categoria do veículo automotor que o traciona, que por sua vez deve ser acoplado respeitando a capacidade máxima de tração. Não dá pra precisar o exato início do motorhome, ou definir sua invenção, pois trata-se de uma evolução gradativa que se seguiu por várias décadas e vários continentes, a criação de algum tipo móvel de casa acompanhou a expansão de países e construções rumo aos interiores e colônias, até que por fim passou a converter-se em meio de lazer. Os primeiros MotorHomes propriamente ditos datam da primeira década do ano 1900 (1910), na década de 1920, construtores e fabricantes individuais começaram a converter caminhões e ônibus para serem usados para acampar, o nome MotorHome teria surgido por volta do ano de 1950. No Brasil, viajar de motorhomes virou uma moda muito forte nos anos 70 e 80, algumas das primeiras fabricantes de motorhomes no país haviam surgido na década de 60, como a Manfro e a Turiscar: A Manfro, de Caxias do Sul (RS), iniciou a fabricação de trailers para lazer e uso comercial em 1963, em 1975 lançou o modelo Super Manfro Motorhome, com detalhes estilísticos bem originais, montado sobre chassi Mercedes-Benz 1113. Sua carroceria de fibra de vidro, com dez metros de comprimento e capacidade para alojar seis passageiros. A Turiscar em 1965, também foi pioneira na produção de trailers turísticos na América Latina e uma das maiores responsáveis pela introdução do campismo no Brasil. Seu primeiro protótipo que receberia o nome de Turiscar Caravana, era inspirado em modelo alemão da Knaus, foi preparado ainda em 1964 para ser exposto no IV Salão do Automóvel: Um dos mais antigos e icônicos do Brasil é o Karmann Ghia Safari, sobre a plataforma da Kombi, montado lá pelos anos 70. O campismo ganhava força nas décadas seguintes, surgindo outras fabricantes como: minimax; prodecar; itapoã; homecar; hometur; ancar, entre outras. Uma recente Resolução do CONTRAN foi editada em 2018, a Nº 743 (12/11/2018), que Estabelece requisitos técnicos para modificação ou transformação de veículos para motorcasa, assim como sua circulação e fiscalização. “Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distancia e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogancia que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver.” (AMYR KLINK – consagrado navegador, mestre em planejamento) CONTATO do Canal: qravolantao@qravolantao.com.br FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
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NOVOS IVECOS – TECTORzinho e S-WAY 10:02
NOVOS IVECOS – TECTORzinho e S-WAY
A IVECO apresentou a atualização das cabines de toda a família TECTOR, que na Europa é linha EuroCargo, com o visual global da marca, lançando no Brasil o novo modelo TECTOR leve de 190 cavalos para 9 e 11 toneladas e uma versão do semipesado 17.300 como cavalo-mecânico, e na Europa a Iveco apresentou a nova geração de pesados S-WAY. O novo 9.190 tem PBT de 8,6 toneladas, e o 11.190 10,6 toneladas, o 11.190 possui eixo traseiro de maior capacidade e relação mais curta, também pode receber opcionalmente um terceiro eixo, tornando-se um veículo para 13 toneladas de PBT, a adaptação é feita por uma empresa parceira da Iveco. O novos Tector leves são equipados com motor FPT 4,5 litros, com potência de 190 cv (a 2.500 rpm) e 62,2 kgfm de torque (a 1.350 rpm/2.100 rpm), o motor é o mesmo utilizado nos modelos médios de 15 e 17 toneladas, onde são calibrados para 206cv. A transmissão é Eaton, (6106B e 6206B) sincronizada de seis marchas à frente e uma ré, quase idêntica a de seus concorrentes Volkswagem Delivery e Mercedes-Benz Accelo, a sexta marcha é uma super overdrive, ainda não a previsão do modelo brasileiro sair com cambio automatizado, más segundo a Iveco será possível em curto prazo. Os modelos da Linha Tector foram lançados mais m 2008, modelo médio que ficou mais conhecido, e a partir daí lançado em várias versões, sempre inspirado na linha europeia, sendo lançado em 2016 o primeiro 8x2 de 280 e 300cv, para até 31t de PBT. Na linha a leves, a Iveco ofereceu o Vertis, que lançado em 2010 foi descontinuado em 2017, e embora a expressiva participação dos modelos Daily, e Iveco ficou desde 2017 sem oferecer caminhão no seguimento leve para mais de 7 toneladas. Com relação a pesados, a Iveco oferece no Brasil a Familia Hi-Way, com várias versões de até 560cv, lançados em 2013, e o Hi-Road que substituiu o Stralis em 2018, e no segundo semestre deste ano de 2019, a Iveco chamou a atenção de todo o mundo apresentando na Europa uma nova geração de pesados, trata-se da nova linha S-Way, definido pela Iveco como caminhão da próxima década, com cabine totalmente nova, o IVECO S-WAY é equipado com os novos motores FPT Cursor, com 11 e 13 litros, de até 570cv, incluindo opção movido a gás de até 460cv, transmissão automatizada Hi-Tronix da ZF e embreagem eletrônica. CONTATO: qravolantao@gmail.com FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
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História do Constellation 24.250 09:10
História do Constellation 24.250
O Constellation 24.250 da Volkswagem, foi um caminhão campeão de vendas do segmento por 4 anos seguidos, retirando da liderança na época nada menos que o clássico Mercedes 1620. A família de caminhões Constellation foi lançada em 2005, representando um grande salto na história dos caminhões da marca, que já estava no Brasil há 24 anos, e pela segunda vez, lançava caminhões inéditos no mundo, com projetos específicos e testados no Brasil e destinados ao mercado Sul Americano e outros países emergentes. A VW caminhões foi criada no Brasil após aquisição da antiga Chrysler, e seus caminhões lançados para concorrer diretamente com a campeã de vendas da época, a Mercedes Benz, utilizando sempre motores a diesel de produção nacional, e cabine avançada basculante que era novidade no mercado brasileiro, a história desses caminhões também é contada aqui no canal, fato é que, o design da cabine dos modelos que se seguiram pelos anos 90 e 2000, era baseada nos primeiros modelos, dos leves aos pesados, assim, com a necessidade de renovação, em meados de 2001 a VWCO começava a projetar uma nova identidade visual para seus caminhões, a futura linha Constellation seria projetada e testada ao longo de 4 anos, até ser lançado no ano de 2005, pela primeira vez a marca utilizaria uma cabine basculante de desenho exclusivo projetada pelo Centro de Design da Volkswagen, em Wolfsburg, com leito e teto alto. Os primeiros modelos Constellation foram os caminhões 17-250 4X2 e 24-250 6X2 com motores Cummins Interact 6.0 turbo intercooler de 250 cv, e caixa de seis marchas, e cavalo mecânico Titan Tractor 19.320, em seguida a família constellation seria complementada com dois modelos mais leves, o 13.180 e 15.180, este dois com motores MWM 4.12 TCE Turbo e Intercooler de 180cv. Na mesma época, a VWCO lançava a linha Delivery, o restante da linha mais antiga passava a se chamar Worker, graças aos novos lançamentos, e ao sucesso imediato dos Constellation, a Volkswagem terminou o ano de 2005 como maior fabricante brasileiro de caminhões. O semi pesado 24.250 rapidamente começava a popular as estradas de todo o país, seu design totalmente novo chamava a atenção, e logo, como de costume nas estradas ganhava apelidos como bob esponja, e Kombi a diesel, o motor Cummins Interact 6.0 turbointercooler de 6 cilindros em linha e 5,88 litros, gerava 250 cv a 2500RPM, e 97 kgfm entre 1200 e 1700 rpm, o câmbio utilizado era Eaton FS-6306B, com 6 marchas a frente sincronizadas e 1 ré, disponibilizado apenas na versão 6x2, com um PBT de 23 toneladas e CMT de 35 toneladas. Em 2006, a linha ganharia versão com teto baixo e cabine normal, ficando portando com três opções de cabine. Em 2008 se tornou o caminhão semi-pesado mais vendido do país, com 7198 unidades vendidas, contra 6018 do segundo lugar MB 1620, a liderança de repetiria nos 3 anos seguintes, 2009, 2010 e 2011. O 24.250 seria utilizado em todos os seguimentos do transporte com vários tipos de implemtnos, ficaria 7 anos em linha de produção, quando foi substituído em 2012 pelo 24-280, nunca teve versão especial ou comemorativa, nem cambio automatizado, mas em seu último ano foram vendidas 12721 unidades, pela quarta vez o mais vendido do ano, e que também recebeu algumas premiações, como o prêmio lótus e caminhão semi-pesado do ano, nas edições de 2009, 2010 e 2012. O Constellation 24.280 foi preparado para atender a norma de emissões Proconve P7, para isso, com relação ao 24.250 trazia algumas evoluções mecânicas, como cambio de 9 marchas, e deixava o motor Cummins e passava a utilizar o MAN D08, com 280 cv, e tecnologia EGR, de recirculação de gases de exaustão, que elimina a necessidade de uso do Arla 32, passaria a oferecer depois opção de cambio automatizado V-Tronic, segundo eixo direcional de fábrica, entre outros. A herança deixada pelo 24.250, em design e liderança de vendas, continuaria com os modelos Constellation até os dias atuais. CONTATO do Canal: qravolantao@qravolantao.com.br FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
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Natal 2020   Caminhões Novidade no Ano 09:17
Natal 2020 Caminhões Novidade no Ano
No ano de 2020 foram vários lançamentos no setor de caminhões pesados no Brasil e no mundo, em setembro de 2020, a Volkswagem Caminhões lançou seus novos extrapesados, linha nomeada de Meteor, os maiores veículos da marca em todo o mundo, passando a atingir os 520cv, com o motor MAN D26, de seis cilindros em linha e 13 litros, que já equipava os TGX, porém agora em versões desenvolvidas e fabricadas no Brasil, com 460 e 520 cavalos de potência. A Mercedes Benz anunciou o encerramento definitivo da fabricação no Atron 1635, último remanescente de uma famosa linha de caminhões da marca lançada no início de 1990. Com a confirmação do encerramento, a MB lançou um pequena série Especial, com apenas 12 unidades numeradas, com as mesmas características mecânicas, com adesivos dourados, rodas de alumínio, climatizador, geladeira portátil, o preço 340 mil reais. A DAF, apresentou sua nova geração de caminhões pesados da linha XF, renovação esperada a algum tempo, já que o modelo antigo á fabricado no país desde 2013. O caminhão feito em Ponta Grossa, no Paraná, ganhou atualizações no visual, igual ao que já estava rodando na Europa, mais equipamentos, motor 20 cv mais potente e nova transmissão, os novos motores de seis cilindros, Paccar MX-13 de 12,9 litros, em versões de 480 cv, 255 mkgf de torque a partir de 900 rpm. E 530cv e 265 mkgf a partir de 1.000 rpm. As duas estão disponíveis para o DAF XF nas configurações de tração 4×2, 6×2 e 6×4. A DAF ocupa a segunda posição no ranking de vendas de caminhões pesados rodoviários no Brasil. O XF105 é o terceiro caminhão mais vendido, atrás dos Volvo FH 540 e 460, respectivamente, e ainda, ao final de 2019 havia apresentado os novos modelos médio e leves que chegariam ao Brasil, trata-se do CF85 tração 6x4 e chassi rígido, e o leve da nova LF, com motores Paccar de 3,8 e 4,5 litros, potências entre 156 e 213cv, para até 12 toneladas de PBT. Dia 28 de setembro de 2020, a Scania apresentou na Europa sua nova linha de caminhões V8, agora com quatro opções de 530, 590, 660 e 770 cavalos de potência. Com a versão de 770cv, a Scania passou a ser a montadora com o caminhão mais potente do mundo em linha de produção, ultrapassando o Volvo FH750 que já ocupava essa posição há quase 10 anos. O motor V8 da Scania, de 16,4 litros, denominado DC16 123, em sua força máxima entrega 377,5 mkgf e 770cv a 1800rpm, O V8 é um grande clássico da Scania, que o mantém em produção há 51 anos, desde seu lançamento na Europa em 1969 com 350cv. Sua chegada ao Brasil se deu em 1975, no LK140, posteriormente esteve presente também nas demais séries Scania, 1, 2, 3 e 4, incluindo os T142 e 143, também já foi o mais potente do mundo em duas outras ocasiões, no lançamento do modelo de 620cv em 2005, e 730cv em 2010, o 730cv porém, nunca foi disponibilizado no Brasil. Fora as melhorias mecânicas, visualmente o V8 recebe a aparência convencional da nova geração, com entregas previstas para o início de 2021, exclusivamente na Europa. Música: We Wish You A Merry Xmas de Audionautix é licenciada de acordo com a licença Atribuição 4.0 da Creative Commons. https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ Artista: http://audionautix.com/ CONTATO do Canal: qravolantao@qravolantao.com.br FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
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Carreta Cebolão - história e curiosidades 11:11
Carreta Cebolão - história e curiosidades
A carreta do tipo cebolão, é um tipo de silo pressurisável, para transporte de graneis secos, um implemento rodoviário utilizado para o transporte de vários tipos de materiais em pó ou granulados, largamente utilizado para transporte de cimento, por exemplo, também pode transportar outros materiais como areia, cinza, e cal, ou mesmo produtos químicos, ou insumos da indústria alimentícia, como açúcar, farinha, e outros grãos. O cebolão, desde sua criação, foi revolucionário para este tipo de transporte pela eficiência, facilitação e redução de custos, é utilizada em todas as partes do mundo. A origem desses silos, já é bem antiga, estima-se que tenha surgido primeiro na Europa, lá pela década de 40, alguns registros mais antigos são da empresa alemã, HERMANNS SILO GMBH, ocorria que o transporte de vários tipos de materiais secos em pó aumentava, e buscando uma solução para facilitar o transporte, ao invés de utilizar sacos, tambores, ou mesmo caçambas, inspirando-se na forma como esse tipo de produto era armazenado em terra, pensou-se em adaptar um tipo de tremonha, sobre caminhões, começando a criar esse tipo de implemento, como os que datam de 1945 em diante. No Brasil, os primeiros escassos registros de surgimento desse implemento, datam do início dos anos 70, justamente para atender à demanda da indústria de cimento. Tal registro é da Lima Transportes Ltda, que foi pioneira nesse ramo a nível nacional, o veículo, um Scania L110 com uma carreta da Randon com 4 bocas de carga, que imediatamente foi apelidada de Cebolão, provavelmente pelo formato dos silos. O implemento evoluiria rapidamente, formando tanques inteiriços com desenho em v que facilitava o escoamento, puxado pelos vários cavalos mecânicos das marcas presentes no Brasil naquela época, rendendo algumas fotografias históricas desses conjuntos. As vantagens do cebolão, rapidamente se sobrepunha a outras formas de transportes, o carregamento era facilmente executado pelas escotilhas superiores, e no recipiente totalmente lacrado, o material transportado era mantido seco e com todas as suas características físicas e químicas, protegido das intempéries do tempo. O coração do equipamento é o dispositivo de aeração, descarga e fechamento, pois para descarregamento, é feito utilizando pressão do ar, para isso, o caminhão é dotado de um compressor, conectado à tomada de força da transmissão, sua função, produzir a pressão necessária para o esvaziamento do tanque e condução do material pelas mangueiras. O ar comprimido é liberado pelo operador para dentro do silo, o operador também deve controlar a pressão através do manometros e vávulas, geralmente trabalha-se com pressão entre 1 e 2 bar. Na parte inferior do tanque, existe as chamadas almofadas de descarga, que possuem válvulas rotativas, que devem ser abertas uma por vez, outra válvula é responsável por liberar ar comprimido na saída, para dar fuídez e conduzir o material pela tubulação, há um procedimento específico, que deve ser feito com a devida técnica e segurança. Há também vários procedimentos de segurança, e manutenção, em sistemas de vedação e fechamento, válvulas reguladoras e tubulações, pois, como se trabalha com um grande tanque pressurizado, defeitos graves podem causar explosão do equipamento durante a pressurização para descarga, No mais, além de um veículo de extrema utilidade, é um belo veículo para os admiradores do transporte rodoviário. COMPARTILHE ESTE VIDEO: https://youtu.be/T3ClB-2Gw5Y CANAL: https://youtube.com/qravolantao ============== VOCÊ VAI GOSTAR DESSES OUTROS VIDEOS: Caminhão Betoneira, história, evolução e funcionamento https://www.youtube.com/watch?v=GkF3kP4M5pY Cegonhas: https://youtu.be/KeOLIst8AR0 História e Evolução do Caminhão de Lixo!: https://youtu.be/JCDmG4phHls Traçados Mercedes: https://www.youtube.com/watch?v=cVBZeWhAtrE Caminhões a álcool: https://www.youtube.com/watch?v=tDRPFSCm8CM Tipos de Caminhões: https://youtu.be/JsYMMtgdPJw Como Funcionam os motores, otto, diesel, 2 e 4 tempos: https://youtu.be/d_eXzjgQt7g Caminhões com motor 2 tempos: https://youtu.be/-gmie7lJSEc ============ SEJA MEMBRO: https://www.youtube.com/channel/UCrYb6x4_I2zbyglwK2uyRAg/join
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Cabines Avançadas vs Recuadas nos caminhões 11:12
Cabines Avançadas vs Recuadas nos caminhões
RECUADA VS AVANÇADA – A HISTÓRIA Historicamente, nos primeiros veículos automotores, eram praticamente carroças ou charretes com motores a vapor e depois de combustão adaptados, na maioria das vezes sob o veículo, surgindo os primeiro veículos de carga com o posto do motorista avançado, porém, com aumento dos motores, e melhorias da arquitetura, era um passo lógico que o motor ficasse acondicionado à parte do compartimento de passageiros, começando ficar à frente do posto do condutor. Dessa maneira, os primeiros veículos de carga, começaram a ter grande capô frontal para abrigar o motor e seus periféricos, nos anos seguintes, isso ocorria os ônibus, que no início da história utilizavam chassis de caminhões, com as caminhonetes, e os automóveis, note que muitos automóveis da época eram enormes. COMPARTILHE ESTE VIDEO: https://youtu.be/pw95f_9Mglc CANAL: https://youtube.com/qravolantao No Brasil, os veículos comerciais disponíveis, sempre trazidos dos mercados norte americano e europeu, eram com os grandes e convencionais capôs, enquanto isso nos estados unidos, os grandes veículos, desde os automóveis, as picapes, e aos caminhões, tinham a tendência de ficarem maiores, graças a grandes motores, e necessidade do uso para cargas, nos caminhões, colocava-se dormitórios e outros itens para viagens longas. Na Europa, porém, em algum período da primeira metade do século XX, com a grande quantidade de veículos circulando, começou-se a perceber a necessidade de criar veículos mais compactos, que ocupassem menos espaço, que tivessem maior proveito de seu volume em carga útil, consequentemente tivessem maior capacidade de manobra e ocupasse menos espaço nas ruas, e vários modelos com a cabine sobre o motor começavam a surgir. Nota-se que a principal causa do encurtamento das cabines foi a racionalização do espaço, de forma a tirar maior proveito do tamanho do veículo em área útil, e neste sentido, surgiam legislações para padronizar o comprimento máximo permitido. Nos anos 50, as várias marcas de caminhões, logo começariam a lançar suas soluções de cabine avançadas, nessa década de 50 chegavam ao Brasil por exemplo os mercedes LP, e os FNM derivados da Alfa Romeo Italiana, e curiosamente, até mesmo nos estados unidos houve essa tendência, limitando-se o comprimento máximo dos conjuntos, surgindo em todas as marcas os chamados COE, a própria Ford, lançava várias opções de COE, a Chevrolet também seguia no mesmo caminho, e as outras clássicas marcas de pesados americanos, Peterbilt, Kenwort, Freigtliner, White, e algumas outras. Más no EUA em particular, a preferência local por grandes cabines dormitório não dava o braço a torcer, e na década de 70, a regulamentação de comprimento que inviabilizava os cabines recuadas, foi revogada, e jamais algo do tipo entraria em vigor, permanecendo o mercado norte americano único no mundo até hoje quando se trata do tipo de cabine de rodoviários de longa distância. Enquanto na Europa a adoção das cabines frontais seguiam a passos largos, e nos EUA declinavam, o Brasil ficava no meio do caminho, pois quase a totalidade dos modelos eram derivados desses outros dois mercados, geralmente recebia modelos já defasados naquelas localidades, dessa forma, pelas décadas de 70 e 80, foi grande ainda o emprego dos modelos com grande capô, de cabines avançadas ou semi avanças, como os Fords, os Chevroles, Dodges, Scanias, Volvos, e por fim mercedes, que inclusive chegou a lançar a série HPN especialmente para o mercado da américa latina, mesmo assim, pode-se notar o grande sucesso de cabines frontais. Após a instituição do CTB em 1996, a RESOLUÇÃO Nº 12/98 DO CONTRAN passou a estabelecer os comprimentos máximos para os veículos, dentre outras, seria atualizada pela Resolução CONTRAN nº 210 de 13/11/2006, notoriamente seguindo os padrões Europeus. A Scania encerrou a produção de seu último modelo T124 em meados de 2005, e a Volvo de seu último NH12 em meados de 2006, apenas a mercedes permaneceu por muitos anos oferecendo apenas um modelo, sem grandes evoluções e sofisticações, o Atron 1635, encerrado recentemente. VOCÊ VAI GOSTAR DESSES OUTROS VIDEOS: Zetros - O Caminhão "tanque de guerra" da Mercedes https://youtu.be/XeeU3z50j1Q Scania T-113H – História https://youtu.be/31s9yo0FHwk O VOLVO VNL Americano - Maior caminhão Volvo do Mundo https://youtu.be/IrwmsK32KUw Caminhão mais estranho do mundo - Steinwinter SuperCargo 2040 https://youtu.be/TaH2FX5vQKQ História do Fórmula Truck https://youtu.be/laWwcLrxZ_0 História do Peterbilt 379 https://youtu.be/5VmcbMA_glI Extrapesado Americanos https://youtu.be/h7JHOBf0t8s Iveco Bicudo, Powerstar https://www.youtube.com/watch?v=qzz9YCskB04 História do Fórmula Truck https://youtu.be/laWwcLrxZ_0 SEJA MEMBRO: https://www.youtube.com/channel/UCrYb6x4_I2zbyglwK2uyRAg/join #caminhãobicudo #caminhãoamericano #cabinedecaminhão #volantão
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