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Videos Na Internet / Autos - Página 254

Aqui listamos os melhores Vídeos sobre Autos

História do JIPE ENGESA 4 09:28
História do JIPE ENGESA 4
O jipe Engesa 4, foi um brasileiro nato e um dos maiores sucessos da ENGESA na década de 80, considerado na época o melhor jipe produzido no país até então, deixando sua contribuição para o mercado nacional de 4x4 para uso militar e civil, juntamente com grandes outros nomes lendários, assim como os grandes 4x4 que estiveram no Brasil, como Jipe Wyllis e Toyota Bandeirante, os jipes da Engesa tiveram origem em necessidades militares, neste caso, do exército brasileiro. Antes da Engesa colocar o projeto no mercado, a história começava pelas mãos de outra empresa brasileira, a Envemo, paulista criada com a finalidade de prestar serviços técnicos para a indústria automobilística, preparações e vários acessórios, em 1982, ocorreu que, para capacitar-se a participar de licitação do Exército, preparou o protótipo de um jipe militar, com chassi da Chevrolet C-10. No entanto, no ano seguinte a Envemo foi vendida para a Engesa, que era nada menos que o maior destaque da engenharia mecânica e mais importante fábrica de equipamentos militares de uso terrestre do Brasil, maior fabricante de veículos blindados da américa latina, passou a administrar a ENVEMO com o mesmo nome, o projeto do Jipe foi aproveitado e transformando em um caminhão leve, lançado pela Engesa como EE-34, rapidamente fornecido para o exército brasileiro, o jipe 4x4 era de grande interesse da Engesa, que o preparava em um projeto inédito e leve. O ENGESA EE-12 Tratava-se do jipe Engesa EE-12, um 4x4 apresentado ao público em novembro de 1984, desde o chassi tubular de desenho inovador até a carroceria metálica de linhas angulares e funcionais, concebido para ser um instrumento de trabalho resistente, sem maiores preocupações com o conforto interno e nenhuma sofisticação. A sua suspensão era eixo rígido nos dois eixos com molas helicoidais e barras, os freios eram a discos na dianteira e tambores na traseira. Com tração 4x4 com reduzida, câmbio manual clark de cinco marchas, e inicialmente apenas duas opções de motores ambos quatro cilindros GM 151 de 2.5 litros do Opala, que gerava 17.1KGFMa2500RPM e 82CVa4400RPM na versão a gasolina e 19.4KGFMa2000RPM e 88CVa4000RPM a álcool. O EE12 foi relançado 1 ano depois como Engesa 4, havia duas versões de acabamento: standard, com capota de lona, santantônio, para-brisa rebatível e rodas de disco pintadas; e luxo, com capota metálica, vidros deslizantes na frente, acabamentos plásticos nos para-lamas, rodas largas cromadas e melhor acabamento interno. No final de 1986 o Engesa 4 ganhou capota rígida em fibra de vidro (fabricada pela Envemo), em lugar da metálica, com grande área envidraçada. Em meados de 1987 e 88, outra empresa de origem brasileira se interessava pelo mercado de jipes 4x4, a CBT, lançando o Javalli para concorrer com o Engesa 4, e Toyota bandeirante, sua construção era totalmente voltada para o trabalho, como como principal diferencial trazia um compacto motor a diesel da própria CBT, modelo de 3 cilindros com turbo, foi então que pela Engesa duas novidades chegariam em outubro de 1988, modelos que ficariam conhecido como Engesa 4 fase 2, com chassi 20 cm mais longo, entre eixos de 2.47metros, opção de quatro portas, e o primeiro com motor a diesel, o Perkins Q20B 3.9 emprestado da Chevrolet D20, que gerava 28.1KGFMa1600RPM e 90CVa3600RPM, o Engesa fase 2 recebia ainda algumas melhorias mecânicas e pequenas mudanças internas. Em 1991, um dos últimos lançamentos, ficou conhecido como Engesa4 Jordânia, ou fase 3, com chassi um pouco mais longo, há informações que os alguns Engesa 4 chegaram a sair de fábrica com os motores GM 250 6cc, de 4,1 litros, porém, muito raros. Em outubro de 1993, chegava ao fim àquela que havia colocado o Brasil como quinto maior exportador mundial de equipamentos militares, a falência da Engesa foi decretada, e todos os projetos encerrados, incluindo o Engesa 4. Em 1996, a empresa Envesa Engenharia de Veículos e Reboques Ltda., de Londrina (PR), adquiriu nove conjuntos de componentes do jipe EE-4 em um leilão promovido pela massa falida da Engesa, fez a montagem e venda dos jipes, com motor Maxion S4, arrematando depois mais 40 unidades para revende-los com o nome ENVESA. No início dos anos 2000, duas outras empresas entraram em sena no aprimoramento do projeto do jipe Engesa, a Columbus, de São Paulo, e a CEPPE, empresa de Barueri, que em conjunto lançaram o projeto de jipe Columbus CEPPE 4x4, com todas as dimensões aumentadas, motor MWM 4 cilindros 2,8 litros e 135cv, más em 2003, quando ainda se encontrava em processo de homologação pelo Exército, teve o projeto e os direitos de fabricação vendidos à montadora gaúcha Agrale, que vendo a oportunidade decidiu investir 11 milhões de reais para desenvolvimento do projeto desejando iniciar sua produção seriada já no ano seguinte, e nasceria então, o Agrale Marruá, ainda em fabricação. CONTATO do Canal: qravolantao@qravolantao.com.br FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
0 0   50   14-01-2023   Autos   0
Volvo FL - O caminhão leve da Volvo 04:18
Volvo FL - O caminhão leve da Volvo
O Volvo FL é o menor caminhão da Volvo, um leve (3/4) disponível na Europa para transporte urbano, local e entregas. Possui a mesma cabine que equipa no Brasil o VM, porém o motor é Volvo Euro6, com potência de 210 a 280cv, os leves disponíveis no Brasil tem potência máxima de 190cv, exemplo Ford cargo 1119, e os delivery 13.180 e Accelo 1316. O Volvo FL foi lançado em 1985 na Europa, quando a volvo precisava atualizar sua linha de médios e leves para recuperar o mercado que havia perdido ao longo do tempo, quando se dedicou mais ao transporte pesado. O menor deles, FL4, foi lançado em 1986. A segunda geração foi lançada em 2006, com a mesma cabine do conhecido VM oferecido no Brasil, utilizando motor 7,2 litros DELTZ de até 280cv e opção da câmbio automático. A última atualização ocorreu em 2013, com novos motores Euro 6, motores D5K de 5,1 litros potencias de 210 ou 240 cavalos, e motor D8K de 7,7 litros de 250 e 280 cavalos. E câmbios manuais de 6 ou 9 marchas, e automáticas de 9 marchas, são três opções de cabines, curta, conforto e dupla, que a fabricante promete entregar em qualquer cor escolhida pelo cliente (650 cores ou misturas entre elas). Seus chassis podem receber todo tipo de configuração de transporte de carga, e ainda há a opção 4x4 para construção e terrenos ruins. Seu interior é projetado para favorecer a ergonomia. Este modelo é projetado para o mercado europeu, com motor euro 6, e dificilmente virá para o Brasil concorrer com nosso modelos leves e médios. CONTATO: qravolantao@gmail.com FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
0 0   41   14-01-2023   Autos   0
IVECO Daily – 41 anos, a história. 11:02
IVECO Daily – 41 anos, a história.
A IVECO DAILY é uma bem sucedida linha mais 40 anos superando 3 milhões de unidades vendidas em mais de 110 países, entre vans de passageiros, furgões, caminhonetes, caminhões e vários projetos especiais. A IVECO (Industrial Vehicles Corporation) foi fundada em 1975 na Itália, dedicada ao mercado de veículos comerciais, seu primeiro contato com o Brasil foi no inicio da década de 80 na tentativa de salvar a antiga Fiat Diesel que dava sequencia aos caminhões da Fábrica Nacional de Motores (FNM) e Alfa Romeo, não obtendo êxito naquela ocasião. A Primeira Iveco Daily foi lançada em 1978 na Itália, com chassi derivado de caminhão e tração traseira, permitiria sua adaptação a diversos usos, o nome Daily, traduz-se do inglês por Dário, ou Diariamente. No Brasil a Iveco participou da Fenatran em 1997, expondo alguns modelos de caminhões, que logo começariam a ser importados da Argentina, onde havia chegado em 1990 na sua segunda geração. Em conjunto com a FIAT, a fábrica em Sete Lagoas foi inaugurada em novembro de 2000, de onde sairiam os primeiros veículos da categoria fabricados em grande série no Brasil, vários modelos Daily, mini ônibus e Maxivan, além da FIAT Ducato, e uma linha para motores FPT. Atualmente no Brasil é oferecida em várias versões para carga, furgão e chassis-cabine de PBT entre 3,5 e 7T que podem receber vários implementos, e para transporte de passageiros as versões de minibus, Vetrato para diferentes utilizações e elevittá com acessibilidade. As versatilidade dos modelos o fazem figurar entre os mais vendidos do Brasil. Na Europa os modelos Daily seguem o visual global da marca, como os recém lançados da nova geração Tector no Brasil, além de versões totalmente elétrica. OFERTAS: - MotorHomes, Tudo que você precisa saber! https://go.hotmart.com/P14530803V - Treinamento de Injeção Eletrônica Diesel: https://go.hotmart.com/X14534320O - Curso de Ar condicionado para carros, caminhões e maquinas pesadas, completo e on-line: https://hotm.art/TaAz5G - Transporte Rodoviário – Tudo que as faculdades não ensinam: https://go.hotmart.com/L14518335C?dp=1 CONTATO do Canal: qravolantao@gmail.com FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
0 0   60   14-01-2023   Autos   0
O Novo Caminhão Fenemê - FNM Elétrico 09:16
O Novo Caminhão Fenemê - FNM Elétrico
O nome FNM, Fenemê, que voltará a estampar a grade frontal de caminhões brasileiros, porém dessa vez, totalmente elétricos, em um grande projeto que envolve vários nomes lendários da indústria automotiva brasileira, que trazem em seu design um aspecto vintage que relembra os clássicos caminhões FNM de mais de meio século atrás, aliados às mais atuais e futurísticas tecnologia de ponta. A proposta da nova FNM é causar uma grande mudança de paradigmas dos atuais sistemas de negócios envolvendo caminhões e ônibus, entregando verdadeiros Smart trucks, resgatando o nome FNM que deixou de ser utilizado na década de 70. A Fábrica Nacional de Motores, que ficou conhecida por Feneme, foi a primeira a fabricar caminhões no Brasil, isso no finalzinho da década de 40, até os anos 70, a marca na época de sua fundação era totalmente estatal, fundada no governo de Getulio Vargas em 1942, presidente que pretendia transformar o Brasil em uma economia industrializada, a fábrica foi criada originalmente para produzir motores radiais aeronáuticos da marca Curtiss-Wright demandados para a segunda guerra mundial, porém a guerra acabou e com a demanda por motores aeronáuticos totalmente retraída, uma parceria com a Italiana Isotta Fraschine a levou a fabricar caminhões, pouco depois se associou com a também Italiana Alfa Romeo, onde teve origem a maioria dos caminhões da marca. Para a produção dos caminhões, os sócios gaúchos da FNM elétricos, atraíram a unidade industrial da empresa para o RS, onde foi estabelecida uma parceria com outra marca de origem brasileira, a Agrale S.A. de Caxias do Sul, marca que já desenvolveu caminhões e ônibus movidos a gás Metano, GNV e GNL. Incialmente a FNM desenvolveu ao longo de anos dois modelos de caminhões, focados no transporte urbano de cargas, más ainda não revelou todos os detalhes técnicos, sabe-se que são os modelos FNM 832, com 6,3 metros de comprimento e PBT de 13 toneladas, e FNM 833, com 7,2 de comprimento e PBT de 18 toneladas. Do motor elétrico, sabe-se que tem tecnologia norte-americana, com sistema de 650 volts, potência de 355cv e alto torque de mais de 300 kgf.m, uma das vantagens dos eletro propulsores é conseguir entregar o torque máximo instantaneamente, além de possuírem alta confiabilidade, baixo peso, alta eficiência na produção de energia mecânica e amplo regime de RPM. A marca afirma que o novo FNM é um verdadeiro ‘smart-truck’, pois utiliza tecnologias de ponta, com tablet ligado com a TI operacional e com os sistemas de logística das empresas, incluindo monitoramento, soluções inovadoras de vídeo-telemática de câmeras anti-colisão com inteligência artificial, mudança de pista, alerta de partida de veículos à frente, aviso de distância mínima dos veículos no trânsito, aviso de riscos de colisão, para-choques virtuais, telão de alta resolução na traseira, que pode transmitir imagem da câmera da frente ou anúncios, reconhecimento de sinais de tráfego, tudo transmitido em tempo real para o centro de gestão dos frotista. O modelo de negócio pretendido também é ousado, a empresa planeja trabalhar com “planilha aberta”, na qual todos os custos de produção dos veículos são apresentados, até a margem de lucro da montadora será aprovada pelos compradores, não existirá rede de concessionárias FNM e a comercialização será direta com os operadores logísticos dos compradores, por meio de pré-venda. As cabines dos protótipo apresentados são claramente baseadas nos caminhões da linha S da Agrale, acrescidas de detalhes vintage, em uma releitura contemporânea dos antigos “FeNeMê” fabricados nos anos 60, este facelift foi desenvolvido por uma equipe própria, e contou com a ilustre participação do consagrado designer automotivo paulistano Anisio Campos, responsável por automóveis como os esportivos Puma GT DKW e Carcará e o microcarro Dacon 828, além da Grade horizontal clássica, as letras FNM, a Logo, e os faróis homenageando o caminhão antigo, um detalhe no para-choque foi criado para homenagear a Dacon Design, de Paulo de Aguiar Goulart e Anisio Campos, referenciando o mesmo estilo do spoiler do microcarro Dacon 828. Os preços dos caminhões FNM ainda não foram divulgados, mas a marca afirmou que as pré-vendas já começaram e o interesse pelo produzo tem sido grande, incluindo encomenda de 7 mil caminhões por uma empresa não divulgada, e mil caminhões pela AMBEV, também serão apresentados dois micro-ônibus, o 834 e 835 (para 21 e 35 passageiros), a empresa também desenvolve o sistema “RePower”, para transformação de veículos a diesel em elétricos. No mais, é só aguardarmos o desfecho desse distinto empreendimento que liga um passado ao futuro através do nome FNM. CONTATO do Canal: qravolantao@qravolantao.com.br FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
0 0   64   14-01-2023   Autos   0
Os Traçados Antigos da Mercedes 11:13
Os Traçados Antigos da Mercedes
Ganharam o nome de caminhão traçado, aqueles que possuem três eixos, com tração no dois traseiros, esse mais especificamente é o mais comum e chamado de 6x4, más também há aqueles com dois eixos que exercem tração, os 4x4, 4 eixos com tração dos dois traseiros, os 8x4, e até com 3 eixos, todos com tração, os 6x6, geralmente para operação militares, entre alguns. Quase todas as marcas que se instalaram no Brasil ofereceriam caminhões traçados da década de 60 em diante, porém, a série AGL da MB teve maior notoriedade, nessa série, vários foram os modelos que fizeram história, preparados principalmente para os setores agroflorestal, basculantes e betoneiras. Em 1970, a mercedes ao renovar sua linha de caminhões com o novo motor de injeção direta, OM-352, lançou por exemplo o 1113, e também seu primeiro 6x2 de fábrica, o 2013. Ainda assim, antes de seu primeiro traçado, a maior fabricante de equipamentos militares terrestres do Brasil, a extinta Engesa, participava do mercado de caminhões oferendo sistemas de tração integral, 4x4, 6x4 e 6x6, equipando por exemplo os Chevroles, Fords, Dodges, e fazendo surgir com base no Mercedes Benz L-1113, o caminhão militar LG-1213 com tração 6x6, Para a linha de 1971, a Mercedes Benz lançou o primeiro de uma sequência de traçados em que a numeração começava com 22, era o L-2213, a mesma mecânica do 1113, motor OM-352 de 6 cilindros, 5,7 litros e 130cv, caixa de câmbio de 5 marchas sincronizadas, com PBT de 21650kg, a suspenção era igual à do 2013, tipo tandem, um tipo suspensão para favorecer a distribuição de peso entre os dois eixos e trabalhar melhor em terrenos irregulares, as versões dos traçados mercedes se dividiriam em 3, L/LK e LB. Em 72, estreou na linha um novo motor, OM-355, de 5 cilindros, 9,7litros e 192 cavalos, com esse motor foram lançados os 1519, dando início a uma nova linha de cavalos mecânicos, com cabine leito e câmbio de seis marchas, o novo motor seria usado em traçados um pouco adiante. Na linha de 1975, o motor OM-352, estreou em versão turbo, com 156cv, que daria origem aos caminhões 1516 e 1316, e também aos traçados L-2216, LK-2216 e LB-2216. Enquanto isso, dois caminhões foram construídos com base no 1519, militarizados pela parceria entre Bernardini e ENGESA, os LG-1519 & LG-1819, que receberam a tração 6×6 tipo boomerang, caixa intermediária de redução, bloqueio de diferencial nos três eixos, rodas raiadas, pneus militares blindados e gancho para reboque, atendendo a demanda do o EB. Finalmente em 1976 para a linha de 77, a mercedes lançou o 2219, que utilizava o motor OM-355 de cinco cilindros, 9,7 litros aspirado de 192cv, também nas três versões L, LK e LB, o peso bruto total era de 22 toneladas e CMT de 32 toneladas, muito utilizado em versão romeu e julieta, o mais potente 6x4 mercedes até então, que dominava o mercado de caminhões médios. Em resposta ao já clássico 2213, a Ford lançou em 1982 seu segundo traçado no mercado, o F-22000, e a Chevrolet o D-70 6x4, enquanto a Volkswagem comprava a Chrysler do Brasil e lançava alguns caminhões o Dodge E-21 a álcool, e posteriormente o 22-160. 1980 foi a década do álcool, em 1984 a mercedes também apresentou alguns modelos de traçados para o setor canavieiro, o L-2215 e o L-2219, ambos 6x4, o que teria mais destaque seria o 2215, este utilizava o motor M-352 convertido para o álcool. Em 1986, o motor OM-352 A, de 156cv que dava origem aos 2216, ganhou alterações para gerar 170cv, e na linha 1987 eles davam lugar ao 2217. Nos cavalos mecânicos, o motor OM 355 de 192cv ganhava turbo, elevando a potência para 238cv e dando origem ao LS-1524, o motor turbo passaria também para o seu irmão traçado 2219, porém, antes, um fato interessante aconteceu, em 87 para a linha de 88 a Mercedes-Benz resolveu renomear os modelos, com um numero a mais, desde o 2213 que virou 1114, ao 2217 para 2218, e 2219 2220, com isso o LS-1524 citado anteriormente, com motor 355 turbo, passou a se chamar 1525, e o traçado 2219 ao receber o motor turbo passou a se chamar 2225, era o irmão mais forte da família, tinha capacidade de carga de até 38 toneladas de peso bruto total combinado (PBTC) e de 51 toneladas de capacidade máxima de tração (CMT), o motor OM-355/5 A, turboalimentado, gerava 238cv e 98kgf.m de torque. (238cv NBR de potência a 2100 rpm e 98 mkgf de torque a 1200 rpm),era um alto torque a baixa rotação. A caixa de marchas era sincronizada da ZF, (modelo 4S-120 GP), com oito marchas. Neste período, era o final da série AGL, que já estava com 25 anos, a chegada dos Volkswagen em 1981, e dos Ford Cargo em 1985 acirrava a concorrência, a Mercedes já estava testando o novo motor OM366, e em julho de 1989 começam a ser lançado os novos modelos da série HPN, que também substituiria os traçados. CONTATO do Canal: qravolantao@qravolantao.com.br FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
0 0   56   14-01-2023   Autos   0
Mercedes O-580 TRAVEGO - Último da Linha de Monoblocos Antigos 07:26
Mercedes O-580 TRAVEGO - Último da Linha de Monoblocos Antigos
O Mercedes-Benz O-580 Travego, é o último de descendente de uma linha de monoblocos da marca, daqueles mesmo que vieram para o Brasil, começando pelos O-321, passando por O-355, O-364, O-370, O-371, e O-400. Más no Brasil, eles foram encerrados em 1996, e o interessando é que deram vida ainda aos famos ônibus Tribus da Itapemirim, que tinha sua própria marca, a Tecnobus: TECNOBUS e o Tribus da Itapemirim: https://youtu.be/l9w3MANLizY MERCEDES O-400: https://youtu.be/9Uh8j0uO_xo Enquanto no Brasil a Mercedes Benz tinha o O-400, na Europa era o O-404, que teve um pouco mais de sorte, curiosamente teve uma inusitada versão double decker, foi reestilizado em 1996, e depois substituído pela nova linha Travego, também chamada de O-580, pegando um pouco do desenho do ônibus da recém comprada marca setra. Em seu primeiro ano o novo O580 testaria e implementaria também várias importantes tecnologias de segurança como assistente de pista, sistema de controle adaptativo de cruzeiro, limitador de freio contínuo, programa eletrônico de estabilidade, entre outros, pouco tempo depois, em 2005, a mercedes lançou a segunda geração, que além do motor OM457LA, de 428cv, recebeu também o motor V8 OM 502LA, de 16 litros e 476cv. A terceira geração do Travego foi lançada em 2017, e em sua renovação visual, trouxe uma dianteira que lembra os caminhões da marca, más aos poucos o modelo tornou-se bem raro, já que a própria mercedes possui outras linhas de ônibus, essa terceira geração, ao contrário das anteriores, passou a ser disponível apenas na Turquia, onde o modelo é produzido, em outros lugares, foi substituído pela terceira geração do Mercedes-Benz Tourismo. O Travego, é o último descendente direto na linha evolutiva dos pioneiros monoblocos Mercedes-Benz, nunca trouxe versão DD, apenas aquele protótipo lá da década de 90, e também nunca este presente no Brasil. COMPARTILHE ESTE VIDEO: https://youtu.be/Yk17v8sBYio CANAL: www.youtube.com/qravolantao/videos SEJA MEMBRO: https://www.youtube.com/channel/UCrYb6x4_I2zbyglwK2uyRAg/join #volantão #ônibusMercedes #NovoMercedes
0 0   44   14-01-2023   Autos   0
KAMAZ Russa e seu caminhão rodoviário de luxo 06:23
KAMAZ Russa e seu caminhão rodoviário de luxo
A KamAZ, é maior fabricante russo de caminhões, e os caminhões Russos eram conhecidos pela sua robustez descomunal, sem preocupação com beleza, mas atualmente, a Kamaz dispõe de atualizadíssimos modelos rodoviários, como os 54901 e 54907. A Kamaz é um gigante fabricante Russo de caminhões, tratores, blindados, ônibus e motores, um dos fabricantes mundiais mais importantes neste ramo, um grande fornecedor de veículos militares, várias vezes vencedora do rally dakar, possui caminhões aptos para rodarem em ambientes inóspitos, da neve aos desertos e montanhas. Porém, para transformar os monstros soviéticos em rodoviários contemporâneos, a KAMAZ precisou de reforço da Daimler Benz, que adquiriu parte da KAMAZ, levou para a Rússia seus modelos Axor, que serviram de base também para o KAMAZ 5490, e em seguida 54901. COMPARTILHE ESTE VIDEO: https://youtu.be/LMfKeJn1k_Y CANAL: www.youtube.com/qravolantao/videos VOCÊ VAI GOSTAR DESSES OUTROS VIDEOS: MAZ russo: https://youtu.be/BKnYEHRVVQ4 Gigante Americano Oskosh: https://youtu.be/Icjr8c3GyXY Zetros gigante da Mercedes: https://youtu.be/XeeU3z50j1Q Blindados brasileiros IVECO: https://youtu.be/YKVosBsTzPA Blindados brasileiros Avibrás: https://youtu.be/KiTkWwdW0-k Blindados brasileiros Engesa: https://youtu.be/9J0FoenGXwY SEJA MEMBRO: https://www.youtube.com/channel/UCrYb6x4_I2zbyglwK2uyRAg/join #Kamaz #caminhãokamaz #caminhãorussokamaz
0 0   40   14-01-2023   Autos   0
PowerStar  - O IVECO Bicudo 00:10
PowerStar - O IVECO Bicudo
Os caminhões bicudos da Iveco, modelo Iveco Power Star, com cabine recuada, foi desenvolvido especialmente para o mercado australiano, também chegou a América do Sul, inclusive em pouca quantidade no Brasil, inspirou uma versão holandesa, e teve versão extra pesado para trens da estrada na Austrália. A Iveco chegou a ter um caminhão de cabine avançada do passado, herdado da Marigus, más em meados de 1998, através de sua equipe de engenheiros na Austrália, desenvolveu especialmente para o mercado Australiano um novo modelo de caminhão, com cabine recuada, que era o padrão preferido do país, o Power Star, disponibilizado com cabine curta e longa. Na parte mecânica, a plataforma 450E37, tinha várias opções de motorização, começando pelos Iveco de 10 ou 13 litros, e potências de até 550cv. Más a estratégia melhor para se adaptar melhor ao mercado concorrendo diretamente com os modelos típicos americanos, foi disponibilização também de opções de motores da Cummins, Detroit Diesel, e Caterpillar, juntamente com várias opções de cambio, ZF, Eaton Fuller, manual ou automatizado. A história da Iveco no Brasil, até então, havia sido um pouco conturbada, tinha chegado ao final da década de 70, para tentar resgatar a Fiat diesel, que por sua vez dava sequencia a história da FNM, porém acabou por se retirar no início da década de 80, logo após o lançamento dos Fiat 190H turbo. Porém a marca resolveu retornar de vez ao mercado em 1997, implantando uma rede própria de concessionárias exclusivas e de assistência técnica encarregada de comercializar veículos importados da Europa e da Argentina, até inaugurar sua fábrica em sete lagoas no ano 2000. A produção do power star na Argentina havia começado oficialmente em 1999, e foi logo no ano seguinte que tentou-se trazer o caminhão para o Brasil, estima-se que no total 121 unidades do modelo foram destinadas ao Brasil e Venezuela, com motor de 370 cavalos e cambio ZF de 16 marchas, A aceitação do novo iveco, porém, seria muito ruim, o design na grade frontal era de gosto bem duvido, chegou a receber o apelido de dart vader, más não se sabe se esse foi o único motivo para não ter sido mantido no país, alguns anos depois a Iveco traria para ficar as linhas EuroTech, Eurocargo e Stralis. Na Austrália porém, o modelo seguiu em produção, motores de até 600 cavalos dava-lhe capacidade para tracionar as grandes composições, cabine leito, até quatro tanques de combustível para grandes distâncias, recebeu também algumas atualização estéticas, até a chegada da segunda geração, bem reformulada, baseada na geração Stralis Europeia, posteriormente no Hi-Way, do qual herdava todo o interior. A existência do Iveco Power Star, originou um outro modelo da Holanda, país onde é bem comum fazer modificações nas cabines dos caminhões, uma empresa particular, tradicional revendedora Iveco, começou a criar seus próprios cabine avançadas, batizado de Strator, baseando-se na plataforma Stralis 560 6x2, com rodas e tanques cromados, luzes especiais no teto, pintura especial, e interior luxuoso, o modelo feito apenas sob encomenda. O modelo Iveco power star com as devidas preparações, também começou a participar ativamente do Rally Dakar, chegando a vencer em algumas ocasiões, como em 2012 e 2016. O modelo mais pesado australiano, foi o 7800, utilizando motor Cummins de até 600hp, e cambio Eaton de 18 velocidades, tração 6x4, e várias adaptações exclusivas para os Road Trains, com capacidade para tracionar até 140 toneladas, com grande cabine que contava com cama, armários, Tv de tela plana e geladeira, apto para concorrer com os demais modelos americanos típicos, como Macks, Volvo e Kenwoth. CONTATO do Canal: qravolantao@qravolantao.com.br FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
0 0   76   14-01-2023   Autos   0
Volvo Buses 9900 e 9800DD 13:18
Volvo Buses 9900 e 9800DD
A marca Volvo, foi fundada da Suécia em 1927, dedicada a construir os veículos mais seguros do mundo, e logo no ano seguinte à sua fundação, ingressou na fabricação de veículos comerciais, produzindo seu primeiro caminhão e primeiro ônibus. Desde aquele momento, não pararia mais de conceber modernos chassis para ônibus, a Volvo Buses, se tornaria uma subsidiária e uma área de negócios da fabricante, e se tornaria uma divisão independente em 1968. No Brasil a Volvo sempre ofereceu apenas as plataformas para os ônibus, porém, curiosamente, na década de 80, além das dezenas de chassi urbanos e rodoviários, a Volvo começaria a fabricar também plataforma para ser montada integralmente à ônibus, o primeiro foi o C-10-M, baseado no chassi B-10, e feito para uma carroceria de uma fabricante suíça, a Ramseier & Jenzer. 2 - A volvo iria adquirir o controle dessa e de várias fábricas locais de ônibus em vários países, que daria origem a vários de seus ônibus de construção integral, marcas como a sueca Säffle Karosseri, a inglesa Leyland Bus, a austríaca Steyr Bus GmbH, a canadense Prevost Coaches, a finlandesa Carrus Oy, a israelense Merkavim, e entre várias outras, a Mexicana de Autobuses SA (MASA), isso já em 1998, renomeada como Volvo Buses de México. Muitos foram os lançamentos, principalmente de urbanos, com piso baixo, articulados, além de vários intermunicipais e rodoviários de curtas e médias distâncias. Em 2001, a Volvo lançava sua primeira geração do 9700, para substituir modelos anteriores como Carrus Star, marca de grande destaque nos países nórdicos, que a Volvo havia adquirido em 1998. O Volvo 9700 saia em 3 opções, a S, mais baixa, a H de 3,60, e a High Decker de 3,73 metros, construído sobre chassis B12B (motor traseiro) e B12M (motor central ), havendo diferentes comprimentos possíveis, até 15 metros, esse ônibus se tornava popular e começava a avançar pelos mercados de vários países. Surgia também o 9900, que embora tivesse muitas semelhanças com o 9700, era tecnicamente uma construção separada, montado na Alemanha nessa primeira geração, com estilo diferente, com acentos leito, dedicado a ser uma categoria superior ao 9700. Em 2006, foi lançada a segunda geração, o Volvo 9700 NG, Next Generation, com novo estilo, mas ainda o mesmo formato principal do anterior, o 9900 passou a fazer parte da mesma família 9700 e, desde então, passando a compartilhar o desenho e ser construído na mesma fábrica, na Polônia. O B12B ainda era o chassi escolhido da fábrica, até o final de 2009, quando o B13R se tornou o substituto óbvio para os modelos. Em 2010, um novo modelo, o Volvo 9500 foi apresentado como uma alternativa de baixo preço ao 9700, disponível apenas em uma configuração única de 12,3 metros. Em 2012 foi apresentada a terceira geração, o 9700 UG, ganhando novos detalhes de estilo na parte dianteira e traseira, incluindo o novo formato da janela traseira e novos braços dos espelhos laterais, e novas poltronas. Em 2015, o Volvo 9800 foi lançado para o mercado mexicano, incorporando itens semelhantes aos próprios caminhões Volvo, e segundo a marca, era o que havia de mais moderno em desenvolvimento tecnológico que permitiam elevar os padrões de segurança e conforto dos ocupantes. Seguindo o mesmo padrão do 9800, em 2018 a Volvo lançaria a quarta geração com o luxuoso 9900 para operações turísticas e o versátil 9700 para as operações em linhas rodoviárias. Ambos apresentando um exterior com belas linhas bem definidas, seguindo a identidade visual dos caminhões Volvo FH, com motor 11 litros, D11K de 460 cavalos, acoplado à uma caixa automática i-shift Ainda em 2018, a Volvo Buses apresentou durante a feira mexicana do transporte rodoviário de passageiros, o modelo Top de linha 9800 Double Decker, com desenho bastante marcante em seu exterior, trazendo identidade visual da volvo, preocupações aerodinâmica, e avançados sistemas de segurança. Com 4,2 metros de altura, motor 13 litros de 500 cavalos e transmissão i shift, o mais potente do mercado mexicano. Podendo transportar até 40% mais passageiros em comparação com o 9800 de um piso, podendo ser configurado em várias versões leito. Em 2020, uma versão de dois andares da quarta geração do 9700, o 9700DD , foi lançada para a Europa, equipado com motor Volvo D11K euro 6 com 460 cv e transmissão IShift, dentre as várias configurações possíveis, capacidade para transportar até 96 passageiros CONTATO do Canal: qravolantao@gmail.com.br FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao SEJA MEMBRO: https://www.youtube.com/channel/UCrYb6x4_I2zbyglwK2uyRAg/join
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ROAD TRAINS   História dos Trens da Estrada Australianos 12:23
ROAD TRAINS História dos Trens da Estrada Australianos
Os ROAD TRAINS Australianos, também chamados de trens da estrada, ou trens rodoviários, são formados por grandes caminhões com potentes motores de mais de 600cv a quase 60 metros. COMPARTILHE ESTE VIDEO: https://youtu.be/K07cI9nL04Y CANAL: www.youtube.com/qravolantao/videos A Austrália possui características muito peculiares do restante do mundo, ela praticamente se confunde com o continente Oceania, pois ocupa mais de 90 por cento do território, e tem 60 por cento da população, o 6º maior país do mundo em extensão territorial, apresenta pouca agricultura, más é um dos maiores produtores de gado do mundo, e possui uma imensa riqueza através das enormes reservas de minérios de ferro, alumínio, urânio, além de outros metais como ouro, chumbo, níquel e zinco. Agora já dá para se ter uma noção de por que surgiriam grandes composições rodoviárias, afinal de contas um país muito grande, com relevo predominantemente plano, praticamente todo cercado por oceanos e sem divisas com outros países, e por fim, muita carga pesada para transportar. Os primeiros chamados de trens rodoviários, surgiram em alguns países da Europa e Austrália ao final do século XIX e início do século XX, alguns exemplos notáveis, por exemplo, foi em 1900, John Fowler & Co. forneceu trens rodoviários blindados para uso das Forças Armadas Britânicas. Um trem rodoviário idealizado pelo capitão Charles Renard do Corpo de Engenharia Francês foi exibido no Salão de Paris de 1903. No início dos anos 1900, o Landwehr Zug, criado pelo famoso professor Ferdinand Porsche, e que não apenas foi uma espécie de trem, mas um dos primeiros veículos híbridos, afinal utilizava motor a combustão para gerar eletricidade para os motores elétricos presentes nos reboques, foi projetado para transportar equipamentos pesados para tropas no campo, e tiveram grande participação na Primeira e a Segunda Guerra Mundial. Na Austrália, a criação dos Road Trains modernos é atribuída ao australiano Kurt Johansson, entre outras profissões ele era motorista de caminhão desde a adolescência, e se interessava pela mecânica e invenções, e primeiramente, por volta dos anos 30, ousou construir um veículo capaz de transportar 100 cabeças de gado por 320km em uma das estradas do Outback Australiano, cinco vezes mais gado do que era possível até aquele momento. O veículo teve vários sucessores, e após a segunda guerra, o inventor pode comprar caminhões e outros itens mecânicos excedentes do exército Americano, e com esses veículos foi capaz de construir o primeiro trem rodoviário moderno do mundo, com três reboques, usando um caminhão porta tanques Diamond T980. Uma das primeiras fabricantes a se interessar pela ideia, foi a australiana Freighter trailers, que passou a construir comercialmente a nova modalidade de transporte, que passaria dentro de pouco tempos a ser bastante utilizada no país. Os trens rodoviários seriam utilizados para transportar todos os tipos de materiais: exemplos comuns são gado , combustível , minérios, seu transporte de baixo custo desempenhou um papel significativo no desenvolvimento econômico de áreas remotas, mudou a forma como a pecuária era feita, algumas comunidades dependem totalmente do serviço regularmente. Com isso, viriam as várias regulamentações sobre o deslocamento dos grandes caminhões, interessante que a Australia possui estradas tão longas que usam placas com jogo de perguntas para manter os motoristas acordados, um trecho por exemplo, entre as cidades de Balladonia e Caiguna tem 144KM sem uma única curva sequer. Nesse tipo de estrada, as públicas, a legislação local permite combinações geralmente com 3 reboques e semi reboques, que podem algumas vezes chegar a 4, com comprimento total limitado a 53,5 metros, isso permite um PBT de aproximadamente 120 toneladas, Os 53,5 metros permitidos em rodovias públicas, embora sejam impressionantes, principalmente se comparando os gigantes rodotrens permitidos no Brasil, de até 30 metros, ainda podem ficar pequenos se comparando com os rodotrens que rodam em estradas particulares dentro de grandes mineradoras, onde não possuem uma limitação estipulada por legislações. Na Austrália os road trains de mineradoras podem ter mais de uma dezena de carretas, os caminhões além de já ter motores potentes, ainda podem receber aprimoramentos para facilmente ultrapassar os 1000cv, más usualmente transportam cerca de 200 toneladas, com 7 carretas de mais de 30 eixos, más podendo chegar a 460t, e ter um segundo motor, adicional, instalado em uma das carretas VOCE PODE GOSTAR TAMBÉM DESSES VIDEOS: Tipos de Caminhões: https://youtu.be/JsYMMtgdPJw Tipos de Carretas: https://www.youtube.com/watch?v=X5e0WViuNVY Hexatrem 52 metros: https://youtu.be/5Scf2n-He84 Cabines Avançadas vs Recuadas no caminhões: https://youtu.be/pw95f_9Mglc História do Peterbilt 379: https://youtu.be/5VmcbMA_glI Extrapesado Americanos: https://youtu.be/h7JHOBf0t8s Iveco Bicudo, Powerstar: https://www.youtube.com/watch?v=qzz9YCskB04
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