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Videos Na Internet / Autos - Página 253

Aqui listamos os melhores Vídeos sobre Autos

História do JEEP Willys 17:38
História do JEEP Willys
O JEEP Willys, JEEP Ford, ou Jipe, possui um dos designs automotivos mais reconhecidos da história em todo o mundo, nascido em tempo de guerra fez grande sucesso também no meio civil, esteve presente no Brasil como primeiro fora de estrada do país, e ainda é sinônimo de um verdadeiro off road raiz. A história da marca Willys, começou com a Standard Wheel Company, uma fábrica de pequenos automóveis criada em 1902 no estado de Indiana nos EUA, que em 1905 mudando-se para a capital do Estado, Indianápolis, mudou o nome para Overland Co. Devido a uma crise financeira dois anos depois dessa mudança, o controle acionário da empresa foi adquirido por John Willys, a empresa foi rebatizada como Willys-Overland Co. As forças armadas Norte Americanas, a algum tempo já estudava e testava veículos pequenos de reconhecimento para emprego em conflitos, ao final dos nãos 30 concluiu pela criação de um automóvel feito especificamente para fins militares, sem adaptações, e estabeleceu os parâmetros necessários para o veículo, comunicando às várias fabricantes para que apresentassem seus protótipos, para possível aquisição pelo governo, pois sua participação na 2ª guerra mundial era iminente. Das 135 companhias que receberam a proposta, apenas três aceitaram a empreitada: a American Bantam, a Willys-Overland, e por último, a Ford. A Bantam foi a única a se comprometer com o prazo, e entregou seu protótipo a tempo, em setembro de 1940, más o exército concluiu que a companhia não tinha capacidade produtiva para entregar os veículos dentro do prazo para produção, então, além de compartilhar o projetos da Bantam com a Willys e a Ford, as incentivou a darem sequência a seus próprios projetos com prazo extra. Assim, dois meses depois a Willys entregou o protótipo Quad, e a Ford o Pygmy, que se juntaram ao Bantan para a bateria de testes do exército. Satisfeito com os testes o Exercito concedeu às 3 fabricantes um contrato para produção de 1500 unidades cada, os protótipos foram rebatizados e passaram por algumas revisões, e foram produzidos até o final de 1941 2605 Bantan BRC 40, 1555 Willys MA (military model A) e 4458 Ford GP. Então, o Exército decidiu que a próxima leva teria 16 000 veículos, e seria fornecida por apenas uma das fabricantes, foi escolhido o modelo da Willys, que incorporou alguns detalhes positivos das outras duas marcas, renomeando o carro para Willys MB, a marca porém, percebeu que não seria capaz de atender à demanda e, por isso, a Ford conseguiu um contrato para fabricar os veículos efetivamente iguais, mas o modelo da Ford se chamava Ford GPW. Durante a segunda guerra, que durou de 1939 a 1945, foram fabricados cerca de 363 mil exemplares do jipe da Willys e 280 mil unidades do modelo da Ford, os EUA enviaram os jipes para todos os países aliados, inclusive para o Brasil. A história do jipe Willys continuaria após a guerra, a marca buscou encontrar novos usos para o seu carro, começou a oferecer versão de rua batizado de Jeep Willys CJ – sigla de Civilian Jeep, criou a SW que depois daria origem a Rural no Brasil, entre outros. Em 1952 foi fundada a Willys Overland do Brasil, por um grupo de investidores brasileiros, e em seguida foi inaugurada sua primeira fábrica brasileira, em São Bernardo do Campo (SP), os primeiros jipes Willys montados no Brasil eram do modelo CJ5, com tração em duas ou quatro rodas e câmbio de três marchas com redução. O sucesso obtido pelo modelo levaria a sua rápida nacionalização, no final de 1958, começam a ser fabricados os primeiros CJ-5 totalmente brasileiros, o motor Willys BF-161 passou a ser produzido em Taubaté, era o primeiro motor a gasolina fabricado no país, e também equipava outros veículos da marca, como o AeroWillys, já que vários outros modelos de automóveis também seriam trazidos pela Willys, que até 1961 seria a maior indústria automobilística da América Latina. Um notável modelo, alongado, começou a ser fabricado em 1961, era a mesma plataforma do CJ-5, alongado em 20 polegadas, seu nome era CJ-6, ou jipe Universal 101, más foi apelidado de Bernardão. A Willys Overland montou uma fábrica em Jaboatão, em Pernambuco. Em outubro de 1967 foi anunciada a compra da totalidade das ações da Willys do Brasil pela Ford, que assumia um enorme patrimônio em produtos, unidades industriais e revendas, era a mais variada gama de veículos 4×4 do país, o Jeep Willys era chamado de Jeep Ford, com versão 4x2, e 4x4 duas ou quatro portas, em 1971 a picape Willys foi renomeada para F-75, e em 1972 a antiga Willys Rural foi rebatizada de Ford Rural, sem mudanças estéticas más deixando de vez o nome da antiga marca. A partir de 1975, o Jeep recebeu sua terceira e última motorização, um Ford OHC 2.3 a gasolina, que no início da década de 80 também recebeu versão a Álcool. O Jeep teve sua produção encerrada pela Ford em abril de 1983. CONTATO do Canal: qravolantao@qravolantao.com.br FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
0 0   48   14-01-2023   Autos   0
ÔNIBUS CIFERAL DINOSSAURO - história completa de uma lenda 11:46
ÔNIBUS CIFERAL DINOSSAURO - história completa de uma lenda
O CIFERAL DINOSSAURO é um dos mais famosos ônibus que roda pelas estradas brasileiras, sua história uniu Ciferal, Scania, e viação Cometa, cheio de inovações e avançada tecnologia construtiva, estrutura em duralumínio e motor mais potente da época, baseado em modelo americano, foi orgulho da Cometa e reinou na linha Rio-São Paulo. A história que levaria ao surgimento do Clássico modelo Ciferal Dinossauro, começou através da viação Cometa, que logo no início da década de 50, conseguiu adquirir 30 ônibus importados da General Motors dos Estados Unidos, eram os recém lançados GM-PD 4104, (GM Coachs), com motor traseiro transversal, da Detroit Diesel, que na época pertencia ao grupo GM, seis cilindros a diesel e funcionamento dois tempos (6-71), que gerava 211cv. A Cometa, aproveitando-se de sua experiência com os modelos GM americanos em duralumínio, e os potentes chassis Scania nos modelos brasileiros, solicitou a Ciferal o desenvolvimento de um novo modelo de ônibus, nessas premissas, e que seriam sua exclusividade para aquisição e operação. Apesar de serem mais caros, a Viação Cometa via vantagens na frota de veículos de alumínio. Assim, com base na tecnologia monobloco desenvolvida em 1966, a Ciferal preparou uma nova carroceria em duralumínio, inspirando-se das linhas do norte americano GM Coach, porém com dimensões maiores, o maior do mercado brasileiro na época, preparado para o moderno chassi Scania BR-115 lançado em 1970, com motor traseiro e suspensão pneumática. No ano seguinte seria apresentado o primeiro modelo batizado de dinossauro, era o “único ônibus, em toda a América Latina, com construção integral em alumínio“, o modelo definitivo seria lançado logo em seguida, no salão do automóvel de 1972, o dinossauro passaria a ser o veículo padrão da Cometa nos anos seguintes. Ao longo de 20 anos, a Ciferal havia fornecido cerca de 1700 onibus para a Cometa, o ano de 1982 foi um grande divisor, a Ciferal encontrou uma profunda crise financeira, por vários fatores incluindo crescimento e administração desordenada e cancelamento de contratos, que culminou em concordata e inevitável falência decretada em 29 de junho de 82 e as portas fechadas, foi ai que a história do modelo Dinossauro ganhou um novo rumo, Ao fechar as portas em 82, a Ciferal tinha quase prontas 50 carrocerias a serem montadas sobre chassis Scania recém adquiridos pela cometa, foi aí que a empresa resolveu fabricar seus próprios ônibus, utilizando os mesmos projetos do dinossauro e os modernos chassis Scania. Em 16 de março de 1983, a Viação Cometa começou a operar a C.M.A. - Companhia Manufatureira Auxiliar, e foi aí que, nas mãos da Cometa a história do famoso dinossauro ganhou um segundo capítulo, nascia a primeira série Flecha Azul, que chegaria até a serie 8. Facebook: https://www.facebook.com/qravolantao Contato: qravolantao@gmail.com
0 0   51   14-01-2023   Autos   0
A COMIL - História da COMIL Ônibus 11:17
A COMIL - História da COMIL Ônibus
A COMIL é uma das principais montadoras de ônibus do Brasil, juntamente com Marcopolo e CAIO, com mais de 30 anos neste mercado possui uma completa linha de ônibus rodoviários, urbanos, micros e especiais que estão presentes em mais de 30 países. O surgimento da COMIL no mercado de ônibus ocorreu em 1986, más sua história é um pouco mais antiga, fundada em 1957 como oficina e fábrica de silos e máquinas agrícolas, COrradi e Mascarello Indústria Ltda., em Cascavel no estado do Paraná. Em 1985, sua história de cruzou com a também brasileira Incasel, fabricante de carrocerias para ônibus, com sede no município de Erechim no Rio Grande do Sul, empresa que havia sido fundada em 1949, más da década de 80 após graves problemas financeiros teve sua falência decretada, e seus bens leiloados foram então arrematados pelo Grupo COMIL. A COMIL então retomou a produção dos mesmos seis modelos da Incasel (urbanos Cisne e Minuano, rodoviários Continental, Jumbo, Delta e Columbia). O primeiro modelo lançado pela COMIL foi o rodoviário Palladium 3.50, em 87, seguido em 88 pelo Condottiére, rodoviário para médias distâncias, em substituição aos antigos Jumbo, Delta, Columbia e continental herdados da Incasel. E na linha de urbanos, foi lançado o novo modelo Svelto para substituir os antigos Cisne e Minuano. Em 1990 os modelos herdados da Incasel haviam sido substituídos, ao longo da década foram lançados os seguintes modelos: Galleggiante, Doppio, Versatile, Campione, Campione 405 HD, micro Piá. Em 2000 os proprietários da Comil (famílias Mascaréllo e Corradi) decidiram pela divisão da empresa, cabendo à Mascarello a fábrica de Cascavel (PR) do segmento agropecuário, e aos Corradi a fábrica de Erechim e o negócio das carrocerias de ônibus (Comil Carrocerias e Ônibus Ltda.), posteriormente, em 2002, a Mascarello passaria também a se dedicar à produção de ônibus, se tornando a primeira e única montadora de ônibus do estado do Paraná, os Corradi, por seu lado, em 2003 retornariam ao setor de silos agrícolas, criando as firmas Engenharia de Movimentação e Armazenagem – EMA, em Mato Grosso, e Comil Silos e Secadores Ltda., no Paraná. No seguimento de micro-ônibus, a COMIL passa a produzir mini-micros com o lançamento dos modelos Bello e Bella. Em 2005 foi lançado o Campione 2006, com inédito design, apresentado em três versões (3.25, 3.45 e 3.65), seguido pela versão HD no ano seguinte projetado para qualquer tipo de chassi, com motor traseiro, central ou dianteiro, 18 opções de decoração interna e diversos níveis de acabamento. Em 2006, além do Campione HD, foi apresentado o novo Versatile, para transporte intermunicipal. Em 2007 a Comil lançou o Campione Vision, era um sutil reestilização do Campione 2006, com frente mais baixa e para-brisa maior. Em 2008 foi lançado o novo Svelto, e novo Piá, e novo High Decker, completando a família Campione Vision. Em 2009 foi lançado o Svelto Midi, e foi firmado acordo com a MAN para o fornecimento de carrocerias rodoviárias Lion’s Mex para o México. A década de 2010, o Comil iniciou reestilizando as família de rodoviários Campione, assumindo estilo mais conservador, e anunciou a construção de nova fábrica em Lorena (SP), destinada ao fornecimento de carrocerias urbanas para a Região Sudeste. Em 2012, lançou o primeiro double decker da marca, o Campione DD. Em 2013 foi inaugurada nova fábrica de Lorena, e lançados dois modelos, o articulado Doppio BRT, com 18,6 m, para chassis com motor central ou traseiro, e o Versatile Gold, para chassis com motor dianteiro e operações de fretamento e serviço rodoviário de curta e média distância. Em 2015 foi lançada a nova carroceria rodoviária Campione Invictus 1200, e no ano seguinte o rodoviário Campione Invictus DD. Crise no mercado, má administração, inauguração da planta de Lorena em meio a crise, levou a dificuldades financeiras e acúmulos de dívidas, a fábrica de Lorena SP foi fechada por tempo indeterminado, e a empresa apresentou plano de recuperação judicial, que foi aceito este ano (2019). CONTATO: qravolantao@gmail.com FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
0 0   62   14-01-2023   Autos   0
O Ônibus Mais Famoso Do Mundo - GM Greyhound Scenicruiser 4501 10:22
O Ônibus Mais Famoso Do Mundo - GM Greyhound Scenicruiser 4501
Um ônibus revolucionário para a época, com desenho marcante e influenciador, era o GM PD 4501 SCENICRUISER, com piso em dois níveis, da Greyhound Lines americana. Este ônibus foi criado para a maior operadora de transporte terrestre das américas, como forma de atrair passageiros, que eram disputados também pelos trens e pelos aviões, já na década de 50, e até antes. O GM PD 4501, o Scenicruiser, começou a ser entregue em 1954, era um ônibus de 40 pés de comprimento, cerca de 12,2 metros, com capacidade para 45 passageiros, sendo 33 no piso superior. Com o aumento de peso recebia terceiro eixo, muito incomum para a época, e no caso, tinha rodado duplo. Recebeu uma curiosa configuração de motor, na verdade, dois motores Detroit Diesel 4-71, a diesel de 2 tempos, 4 cilindros em linha, 4,7 litros e potência de 160 HP cada um, montados lado a lado na traseira, conectados por um esquema de acoplamento hidráulico, sistema que dois seria substituído pelo novo motor V8 Detroit Diesel de 318HP. Entre 1954 e 1956 foram fabricadas 1001 unidades do scenicruiser, eles influenciaram o surgimentos de vários ônibus, inclusive no Brasil, como você pode ser em nossos outros vídeos sobre ônibus: Ciferal Dinossauro: https://youtu.be/7Ap-B1OItck Flecha Azul da Cometa: https://youtu.be/v0GJY_X7jlM Flxible no Brasil: https://youtu.be/5_mcoiQwt8o Striulli brasileira: https://youtu.be/6fvOm_q_rik O Scenicruiser foi a base da frota Greyhound por mais de 10 anos, alguns chegando aos 20 anos de operação, sendo o último aposentado em 1975. COMPARTILHE ESTE VIDEO: https://youtu.be/4sLCeSnX_6I CANAL: www.youtube.com/qravolantao/videos SEJA MEMBRO: https://www.youtube.com/channel/UCrYb6x4_I2zbyglwK2uyRAg/join #volantão #Ônbiusamericano #onibusrodoviario
0 0   121   14-01-2023   Autos   0
Evolução da Toyota Hilux em oito gerações 11:07
Evolução da Toyota Hilux em oito gerações
A Toyota Hilux já possui mais de 50 anos de história, de origem Japonesa é uma das pick-ups mais vendidas do mundo, deu origem a muitas versões em vários países, chegou a ser fabricada em parceria com a Volkswagem na Alemanha, chegou ao Brasil primeiro que as Ford Ranger e Chevrolet S10 e já está na oitava geração. A Hilux só chegou ao Brasil em 1992, más sua história é bem mais antiga, sua primeira geração foi lançada em 1968, década de grande expansão da Toyota, um dos modelos da subsidiária Hino, era a pick up Briska, e juntamente com a Toyota Stout, foram as antecessoras da Hilux, já a maior concorrente da Toyota no Japão era a NISSAN. Os famosos Jipes Land Cruisers, que no Brasil foram batizados de Bandeirantes, já existiam, e foram os primeiros veículos Toyota a chegarem na América do Norte, já eram fabricados no Brasil desde 1962. Em 1968, foi então lançada a 1ª Hilux, o nome, curiosamente, formado pela combinação de High e Luxury, alto luxo, más o interesse inicial era criar um veículo voltado para o trabalho, e de olho no mercado ocidental levaria em conta o estilo das picapes americanas que já eram famosas no época. A primeira geração da Hilux, tinha o mesmo motor a gasolina que equipava o modelo Stout anterior, ((Toyota 2R)) de 1.5l e 74 cv, a pick up tinha tração traseira, câmbio manual de quatro marchas, com alavanca na coluna de direção, o que ajudava a liberar espaço para três passageiros, a qualidade Toyota já era evidente, e a picape que tinha capacidade de carga de 1.000 kg, logo foi oferecida uma versão com entre-eixos e caçamba maiores, chegou aos Estados Unidos no ano seguinte, 1969, onde recebeu uma sequencia de motores mais potentes ((o 3R, de 1.9l e 85 cv, 8RC de 1.8l e 97 cv, e 18RC 2.0 e 108cv, já no Japão o primeiro motor 1.5 deu lugar ao 1.6 de 90 cv.)) Em 1992, a Hilux chegava ao Brasil nas versões cabine simples e dupla, tração traseira ou 4x4, também veio o utilitário baseado na Hilux, o 4Runner, logo rebatizada de SW4, este com motor V6 3.0 de 170 cavalos e o 2.8 diesel de 77 cavalos, a partir de 1997, a Hilux vendida no Brasil passou a ser importada de Zárate, na Argentina. Em 2015 foi lançada a 8ª geração, com dimensões maiores, e oferecida em cinco versões incluindo chassis cabine para empresas. Com cambio manual ou automático ambos de 6 marchas, o novo motor turbodiesel de 2.8 l com potencia de 177 cavalos. Na linha 2019 a Hilux recebeu face lift, com principais mudanças na grade dianteira e parachoque. Uma versão especial, GR Sport também foi lançada, e 420 unidades destinadas ao mercado brasileiro Atualmente a pode dizer que a Hilux é mais vendida da categoria no mundo, pois fica atrás penas das grandes Ford série F, GM Silverado e RAMs, e no Brasil fica atrás apenas da compacta Fiat Toro. CONTATO: qravolantao@gmail.com FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
0 0   50   14-01-2023   Autos   0
As Novas Pick Ups prometidas para 2019 em diante 08:49
As Novas Pick Ups prometidas para 2019 em diante
A nova tendência no mercado de veículos são as pick-ups intermediárias, complementando a onda dos SUVs, os dois grandes exemplo do Brasil são o Renault Oroch e o campeão de vendas Fiat Toro, que está reinando sozinho no novo seguimento, más com o sucesso do Toro todas as marcas estão apresentando suas novidades futuras, quase todos os lançamentos são apresentados também no Brasil, que é um grande mercado automobilístico, más se realmente virão a ser vendidos aqui é outra história. A VOLKSWAGEN TAROK foi revelada como protótipo no Salão do Automóvel de São Paulo em 2018, uma picape intermediária entre a Saveiro e a Amarok, a montadora afirmou a futura rival da Fiat Toro chegaria às lojas “muito em breve. A Hyundai sempre teve bom prestígio no Brasil, o Creta com 3 anos de mercado já virou um dos utilitários esportivos preferidos do consumidor, por isso a marca também tem interesse em lançar uma picape de porte intermediário, com o Creta STC conceito apresentado em 2016. Exibido no salão do automóvel de SP em 2018, o RENAULT ALASKAN, promete chegar ao mercado brasileiro em 2019. Na Argentina a picape já roda livremente em testes e aguarda para breve o anúncio oficial de sua estreia. Derivada do mesmo projeto que originou a Nissan Frontier e a Mercedes-Benz Classe X, a camionete já começou a ser produzida no complexo industrial de Córdoba e será posta à venda no mercado local ainda neste ano. A ideia é posicionar o modelo acima da Duster Oroch. Como parte do esforço para renascer no Brasil, a montadora chinesa JAC mortos planeja a algum tempo importar um primeiro modelo de picape da marca para o país, a promessa é que em 2019 seja lançada a picape que na China foi lançada como T6, e após uma reestilização profunda, passou a ser vendida como T8. No Brasil, ela deve ter um nome inédito. Isso porque T6 e T8 foram nomes de dois produtos que a marca comercializou por aqui no passado e não deixou muita saudade. Apresentada como conceito em Genebra em 2016, a nova Mercedes Benz Classe X, foi apresentada oficialmente em 2017 na África do Sul, Dividindo a plataforma com a Nissan Frontier e a Renault Alaskan, como parte da estratégia de expansão adotada pela empresa., Ela seria produzida também na planta da Renault na Argentina, e assim chegaria ao mercado brasileiro. Com duas opções de motor, incluindo um 3.0 V6 de 258 cavalos e câmbio automático de sete velocidades. Seria o modelo mais potente do mercado ultrapassando a Amorok V6. Em 2019 a Mercedes anunciou cancelamento da produção da nova picape na argentina, dificultando sua chegada ao Brasil, a menos que o modelo seja trazido da Espanha, assim como já corre no chile, único pais da américa do sul onde a classe x já está das ruas. A Ford e a Chevrolet também devem entrar na briga, a Ford recentemente sinalizou que lançará um novo modelo de picape seguindo a nova tendência, uma intermediária abaixo da Ranger, o modelo faz parte de uma nova estratégia da Ford, que está aposentando modelos como Fusion, Fiesta e Taurus, para investir em utilitários e picapes. A Chevrolet, que prepara uma plataforma global que dará o origem as novas gerações de seus modelos, também poderá lançar em breve uma nova picape abaixo da S10, podendo ser produzida no Brasil, varias especulações sobre o novo modelo circulam pela internet, más sem confirmações pela montadora. As picapes atuais também prometem novas reestilizações, como a nova MMC L-200, Ford Ranger Storm, e VW Amarok V6 com potência aumentada. NA CONTRAMÃO das picapes intermediárias, vem sido prometida a muito tempo a RAM 1500, e continua sendo prometida para 2019, uma opção mais acessível à mexicana RAM 2500, que custa R$ 249,9 mil. A Ram 1500 com preço estimado na casa dos R$ 200 mil, deve usar o motor 3.0 V6 EcoDiesel, que atualmente rende 241 cv e 56 kgfm, e ter PBT de 3500kg. CONTATO: qravolantao@gmail.com FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
0 0   46   14-01-2023   Autos   0
História do FURA FILA - Marcopolo VLP200 10:13
História do FURA FILA - Marcopolo VLP200
O Marcopolo VLP200, foi um ônibus biarticulado elétrico guiado, construído para São Paulo ao final na década de 90, com chassi Volvo B10M, e motores e sistemas elétricos de empresas brasileiras, como Powertronics, também foi único ônibus biarticulado elétrico do Brasil Tudo isso se idealizou como projeto eleitoreiro na cidade de São Paulo, em meados da década de 90, o então candidato Celso Pitta, com apoio do prefeito em exercício da época, Paulo Maluf, a partir de 1995 criaria o projeto VLP, como promessa de campanha amplamente divulgada. O nome técnico inicial era Veículo Leve sobre Pneus, nome pouco atrativo segundo o marketing de campanha, que o batizou de fura fila. Em 1997, o prefeito eleito finalmente dava início ao projeto, desenvolvido pela SPTRANS, que diga-se de passagem acabara de ser criada, em substituição à antiga e conhecida CMTC. Para criação do veículo propriamente dito, estava a Marcopolo, a TuttoTransporti, empresa instalada ao lado da fábrica da Marcopolo em Caxias do Sul, a Volvo que forneceria o moderno chassis biarticulado B10-M de 25metros, e a powertronics, empresa subsidiária da Avibrás, para fornecimento dos equipamentos eletrônicos. Em 1998 iniciou-se a construção dos corredores e pontes da primeira linha, já o protótipo do veículo, seria rapidamente apresentado pela Marcopolo, na ExpoBus daquele ano. Totalmente elétrico, o biarticulado possuía três motores de tração, um em cada seguimento, porém, era um ônibus para corredor exclusivo, que estava longe de ficar pronto, portanto, foi construída uma pista exclusiva de testes no Autódromo de Interlagos, com extensão de 1500 metros em sentido único com retorno em ambas extremidades, canaletas laterais similares ao sistema da Alemanha e rede elétrica aérea flexível. Essa ideia do VLP, foi inspirada nos sistemas já existentes na Alemanha e Austrália, veículos preparados para circular em pistas com guias laterais especialmente construídas, combinando elementos de vias rodoviárias e sistemas ferroviários, com objetivo de evitar crescentes congestionamentos de tráfego. Nas pistas exclusivas para o VLP, haveriam guias que conduziriam os veículos sem a necessidade do motorista se preocupar com o volante, dentre as vantagens, segundo o projeto, estava o menor uso do espaço urbano, já que o ônibus guiado precisava de uma pequena faixa de trilho de concreto com as guias laterais, maior capacidade de vencer subidas, maior conforto com relação a metros, graças aos pneus, maior capacidade de transporte que ônibus comuns, pois permite veículos maiores, mais velocidade, e maior segurança, além de redução na poluição sonora e do ar. Enquanto era construída a Linha 1 que ligaria os bairros do Sacomã e Parque Dom Pedro II, que deveria ser a primeira de outras inúmeras linhas espalhadas por toda a cidade, nos dois primeiros anos, o VLP, teve sua circulação limitada a testes. Em fevereiro de 2000, cerca de 800 metros de rede elétrica foi removida provisoriamente na pista de testes em Interlagos, incluindo os postes, devido à realização do Grande prêmio de Fórmula 1, a reinstalação prevista jamais ocorreria. Além do autódromo, no final dos anos 2000, o Fura Fila operou por cerca de 4 meses em um pequeno trecho da linha 1, 2,8 km inaugurado às pressas, após vários adiamentos, coincidindo com período eleitoral para o próximo pleito, além do protótipo operavam dois trólebus articulados, trecho, porém, que além de pequeno, não fazia nenhuma ligação relevante para o transporte público. Entre o final de 2000 e o início de 2001 teve suas lentas obras e a operação experimental suspensas por falta de verbas e vontade política. No próximo preito eleitoral, entrava marta suplici, o projeto inacabado foi modificado e rebatizado de paulistão, más nele o VLP marcopolo já não estava incluso, sequer os sistemas elétricos, toda a rede aérea da pista definitiva, cerca de 8 km de fios para ônibus elétricos foi removida, e passariam a ser utilizados veículos híbridos, entretanto, o projeto também não seria concluído e haveria novas paralizações das obras. O VLP200, sem utilidade, foi devolvido e abandonado em um pátio por vários anos para virar apenas uma sucata. Enquanto isso em vários outros países os sistemas evoluíam, passaram a utilizar guias centrais, e mais recentemente guias laterais dotadas de leitores ópticos de sinalização de solo, dispensado os sistemas de guia mecânicos. As obras do projeto em SP voltaram a ser retomadas em 2005, com muitas modificações e pequenos trechos entregues, mais de 20 anos depois estima-se que 1,2 bilhões de reais foram gastos, e o projeto seguiu subutilizado, incompleto e isolado de outros meios de transporte da cidade. Recentemente, a Marcopolo apresentou seu mais moderno elétrico articulado, em parceria com a BYD, já o paradeiro ou destino do VLP200 atualmente é desconhecido. CONTATO do Canal: qravolantao@gmail.com FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
0 0   124   14-01-2023   Autos   0
Adeus Mercedes ATRON 1635 08:28
Adeus Mercedes ATRON 1635
A Mercedes Benz anunciou o encerramento definitivo da fabricação no Atron 1635, último remanescente de uma famosa linha de caminhões da marca lançada no início de 1990, quando a marca substituía as antigas cabines e motores de seus cavalos mecânicos e caminhões, os cavalos LS-1934 e 1525, já estavam com quase 20 anos de idade, isso contando desde o lançamento do LS-1519 em 1973, más seguiam um projeto de cabines derivados do 1111 de 1964, seu visual já era antigo e trazia problemas de desconforto interno. Foi então que em 1990, seguindo o mesmo estilo dos caminhões menores, a linha de pesados foi renovada com os novos 1625 e 1630, 1935 e 1941, esses dois últimos para concorrer diretamente com Scania 112HW e Volvo NL12. A 1935 seria um grande sucesso nos anos 90, recebeu um conjunto mecâncio bem acertado, o novo motor de 6 cilindros era o OM-447-LA de 12 litros (11.967L), que na 1935 gerava 354cv e na 1941 408cv, acompanhado do cambio ZF 16S, e diferencial mercedes HL7 de dupla velocidade e com cubos redutores, a nova cabine avançada foi dimensionada para o transporte de médias e longas distâncias, e se tornou um ambiente mais confortável, com cama na dimensão de 2 m por 0,78 m, com isolamento termo acústico e poltronas anatômicas. Houve também a versão 6x4 2635, a 1935 receberia ao longo da década a tecnologia de freio motor Top Brake, teve potência levemente aumentada em 1996, para 360cv e com caixa ZF mais reforçada, além de receber algumas séries especiais como NTC Star e série 800 mil. 1938 A década de 90 viu surgir no Brasil a era da motorização eletrônica, e a mercedes para acompanhar a tendência lançou em 1998, o substituto do 1935, o LS-1938, mantendo a tradicional cabine semi avançada, com nova grade dianteira e outros opcionais, com motor OM 457LA, seis cilindros e 380 cavalos, era a primeira série de caminhões com gerenciamento eletrônico da Mercedes-Benz no Brasil, e o LS 1935 teve então sua produção encerrada, entrando para história considerado por muitos como o melhor Mercedes de todos os tempos, 1634 esse sucesso fez a Mercedes lançar pouco tempo depois, em 2001, o 1634 como opção ao 1938, era como se o 1935 renascesse para dar continuidade à clássica opção da Marca. O 1634 foi comercializado entre 2001 e 2005 com motor mecânico OM 447 LA, 6 cilindros com 360cv, o mesmo do 1935. A partir de 2006 passou a receber o eletrônico OM 457LA, de 340cv, ficando também sozinho, pois o 1938 foi descontinuado. ATRON Em 2011, a mercedes decidiu encerrar os modelos da década de 90, incluindo o caminhão 1620 e o cavalo 1634, porém, lançou para a linha 2012 na nova família Atron, o clássico modelo derivado da 1935, permaneceu em linha, renomeado de 1635, recebendo pequenas alterações estéticas e mecânicas, o motor eletrônico OM-457LA, com a tecnologia Bluetec 5 para atender ao Proconve7, 12 litros, 345cv e 148KGf.m de torque, aliando à clássica transmissão ZF 16S 1650, de 16 velocidades, e diferencial mercedes HL7 com cubos redutores, herdando a tradicional robustez mecânica, exclusivamente em versão 4x2 de fábrica, más passível de receber terceiro eixo, atendendo a um nicho bastante específico de custo benefício no mercado, preferido para operações com caçamba, principalmente no setor de mineração, e tornando-se o último cavalo mecânico de cabine semiavançada em fabricação no país, pois os outros dois, Scania T - 124 e Volvo NH12 já haviam sido descontinuados há alguns anos. Com novo visual, o 1635 foi também exportado para países da américa do sul como 1735 Em 2016 a Mercedes anunciou o fim do Atron 2324, que teve direito a uma série especial de 60 unidades, o 1635 porém, atendendo aos apelos das estradas, foi deixado em produção pela marca, desistindo de encerrá-lo naquele ano, porém sem expectativa de melhorias, alegando-se que o antigo projeto já se encontra incapaz de receber novas tecnologias sem perder seu principal atributo, o custo benefício, não sendo viável o investimento em um modelo com público tão restrito, sendo o mais obvil substituir pelos já existentes modelos modernos menos potentes Atego e Axor. Na Fenatran de 2019 a MB adiantou que o Atron 1635 serie descontinuado no ano seguinte, informação que se confirmou no meio do ano 2020, quando saiu de linha o último 1635, sem muitas cerimonias. CONTATO do Canal: qravolantao@gmail.com FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
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Adeus Ford - Ford fecha fábrica no Brasil, e deixa o mercado de caminhões na América da Sul 07:26
Adeus Ford - Ford fecha fábrica no Brasil, e deixa o mercado de caminhões na América da Sul
Em fevereiro de 2019, a Ford, mais antiga fabricante automobilística do brasil, com 100 anos no país, anunciou que fechará sua fábrica em São Bernardo do Campo, deixará de fabricar os caminhões Cargo, F-4000, F-350, e o automóvel Fiesta, e deixará o mercado de caminhões da América Latina. Breve histórico: A Americana Ford fundou sua subsidiária no Brasil em 1919, primeira fábrica de automóveis do país, o caminhão modelo TT foi o primeiro montado pela fábrica brasileira, Em 1957 a Ford lançou a famosa série F, seu primeiro modelo, que também era o primeiro caminhão Ford nacional, era o F-600 a gasolina, e em seguida também foi lançada a primeira pick up da série, a F-100, 4 anos depois, em 1961 já lançava seu primeiro caminhão a diesel, o F-600 com motor perkins de 125cv. Os caminhões e pick ups da série F passaram por várias atualizações e lançamentos, tiveram uma importante participação no transporte brasileiro, vários modelos ganharam grande destaque e importância como F-1000 e F-4000, antecessoras das antigas F-250, e atuais F-350 e F-4000 que agora também deixaram o país. A famosa linha cargo foi lançada em 1985, iniciando uma grande atualização dos caminhões Ford com a nova cabine avançada. Em 1987 a Ford chegou a se unir a Volkswagem fundando a Autolatina, união que foi desfeita em 96, seguida por uma crise da marca no Brasil que perdurou até início dos anos 2000. A última grande atualização dos caminhões da Ford, ocorreu em 2012, com o lançamento de mais de 10 modelos incluindo os extra pesados cabine leito. E em 2017 a Ford lançou o novo cambio automatizado torkshift. Desde 2018, já havia rumores de que a Ford poderia deixar o Brasil pois andava amargando prejuízos constantes, e estudando várias formas de contê-los. No mercado de pesados, a marca que já foi campeã de vendas também sofreu com a crise mais que suas concorrentes, e no mercado de automóveis seu faturamento está baseado em apenas dois modelos, o Ká que se encontra entre os 5 mais vendidos do país, e o Ecosport que já viveu seus dias de glória más atualmente encontra dificuldade em concorrência com inúmeros modelos de utilitários compactos que surgiram nos últimos 5 anos. O Focus, que era importado na argentina já teve o adeus anunciado pela Ford. O Fusion deixará de ser produzido na América do Norte, de onde é importado para o nosso mercado, passando a ser produzido na China e sua vinda para o Brasil é incerta. A picape Ranger também já teve dias melhores, está hoje em terceiro lugar no ranking, ameaçada de perto pela VW Amarok: vende pouco mais que metade da Chevrolet S10 e está bem distante da Toyota Hilux. De acordo com a marca, a medida foi tomada após vários meses de busca por alternativas, que incluíam parcerias e até a venda da operação, sendo a decisão "um importante marco no retorno à lucratividade sustentável de suas operações na América do Sul". A saída da Ford com fechamento de sua fábrica em São Bernardo do Campo divide opiniões, há o enorme impacto negativo das demissões. A FORD afirmou que manterá o apoio integral aos consumidores no que se refere a garantias, peças e assistência técnica. CONTATO: qravolantao@gmail.com FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
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História da Willys Rural e F75 14:46
História da Willys Rural e F75
O Willys Rural, derivado do Willys Jeep Station Wagon norte americano, é considerado o primeiro SUV a venda no brasil, sua chegada foi em 1956, e atravessa as gerações há quase 70 anos juntamente com Jeep Willys Universal e picape F75, a marca Willys Overland do Brasil chegou a ser a maior indústria automobilística da América Latina, também fabricou icónicos automóveis como Aero Willys e Interlagos, até ser vendida para a Ford. A Willys Overland Company teve início em 1902 em Ohio nos EUA, seu marco histórico ocorreu durante a 2ª Guerra Mundial, no início dos anos 40 quando projetou e forneceu para o governo americano, juntamente com a Ford, veículos militares 4x4. Com o fim da segunda guerra, surgiram as adaptações dos veículos militares para o público civil, em 1946 surgiu a versão que ficaria conhecida como Willys Jeep Station Wagon, além de outros modelos de carroceria e furgão, ganhando fama por sua robustez aliada ao uso familiar. No Brasil também após a segunda guerra, a Fabrica Nacional de Motores, FeNeMe, estudou a possibilidade de montar os veículos Willys em suas ociosas instalações, más os primeiros modelos chegariam mesmo importados por uma concessionaria local, até que em 1952, foi fundada no Brasil a subsidiária Willys Overland do Brasil, em SB do campo, em 1954, suas linhas de montagem começaram a pôr nas ruas o Jeep Willys CJ5, com o nome de jipe Universal, com tração em duas ou quatro rodas e câmbio de três marchas com redução. A marca viu a oportunidade de lançar uma versão perua para oferecer um carro realmente robusto para encarar as vias precárias do País, capaz de transportar toda a família, no ano de 1956, a Willys começava a montar a Rural no Brasil, inicialmente com peças importadas e o mesmo design da versão norte-americana, com o clássico padrão de pintura "saia-e-blusa", nas cores verde e branca, vermelha e branca ou azul e branca. A mecânica contava com o motor Willys BF-161, a gasolina de seis cilindros e 2.6 litros, com 90 cv de potência, associado ao câmbio de três marchas, e tração 4x4. O sucesso obtido pelo modelo levaria a sua rápida nacionalização, o motor 2.6 litros passou a ser produzido em Taubaté, no interior de São Paulo, e também equipava outro veículos da marca, como o AeroWillys. Em 1960, o SUV brasileiro recebeu seu primeiro retoque visual, com exclusividade em relação ao modelo norte americano de origem, não havia um concorrente direto com a mesma proposta da Rural. Em 1961 foi lançada a versão picape, chamada Jeep Willys, com a mesma mecânica da Rural, a picape teria várias versões e ampla utilização nas forças armadas. Em 1964, chegava a versão com tração 4x2, par uso menos severo, já que o modelo passava a ser muito utilizado por famílias e em uso urbano, trazia também alavanca de câmbio na coluna de direção e receberia suspensão dianteira independente para maior conforto. Várias melhorias seguiram pelos anos seguintes, câmbio de quatro marchas sincronizadas, novo painel de instrumentos posicionado na frente do motorista, coluna de direção com trava, novos pedais e um novo volante. Apenas a versão Picape recebeu como opção o motor a diesel 4 cilindros da Perkins. No pais de origem do utilitário, EUA, o modelo teve mais de 300 mil exemplares produzidos até 1965, quando foi retirado de linha substituído pelo Jeep Wagoneer. Em outubro de 1967 foi anunciada a compra da totalidade das ações da Willys pela também norte americana Ford, os sedãs Aero-Willys e Itamaraty foram descontinuados pouco tempo depois, a linha de 4x4s mantida, e uma das primeiras mudanças a introdução do motor 3.0 litros com carburador de corpo duplo herdado do Itamaraty, que conseguia gerar 132cv. Em 1971 a picape Willys foi renomeada para F-75, e em 1972 a antiga Willys Rural foi rebatizada de Ford Rural, sem mudanças estéticas más deixando de vez o nome da antiga marca. Com a crise do petróleo, em 1973, o Ford Rural ganhou um motor Ford, mais leve, 2.3 litros de quatro cilindros, mesmo usado no Ford Maverick. Na segunda metade na década de 70, com mais de 30 anos no mercado brasileiro, o então Ford Rural já estava velho demais, em 1977, a Ford encerrava a produção do utilitário, permanecendo a versão picape F-75 e o Jeep, que chegaram a receber também versão a álcool do motor 2.3, sendo também retirados de linha em 1982, entrando para a história. O nostálgico precursor dos SUVs nacionais, Willys Rural, com seus mais de 30 anos de história, entraria para o rol de preferidos de colecionadores e antigo mobilistas. CONTATO do Canal: qravolantao@gmail.com FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
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História da THAMCO ônibus no Brasil 12:18
História da THAMCO ônibus no Brasil
A Thamco Indústria e Comércio de Ônibus Ltda. foi criada em 1985, em São Paulo (SP), pelo empresário Antônio Thamer, após aquisição da massa falida da CONDOR. Em setembro de 1985 apresentou sua primeira carroceria da nova fase, o urbano Falcão, com estrutura de alumínio, diretamente derivado dos modelos Condor, e foi caracterizado pela empresa como Padron 260. Em 1986 a Thamco contratou como diretor superintendente Milton Resende, que havia participado antes da bem sucedida recuperação da massa falida da Ciferal carioca, e uma de suas primeiras decisões foi a diversificação da linha, providenciando o projeto de um rodoviário de baixo custo para turismo e curtas distâncias, denominado TH-260-R, alguns meses depois o modelo foi apresentado na versão com motor traseiro, recebendo então o nome Pégasus. Em seguida, foi apresentado o urbano Padron Águia, mesma carroceria Falcão, porém maior, 12,3 m no total, com pequenas alterações na frente e traseira, e no interior, novo painel e poltronas individuais com encosto para cabeça. Em meados de 1987 e 88, a CMTC projetou e construiu o protótipo de um ônibus urbano de dois andares, o ODA, adaptado ao chassi nacional Scania K 112, a licitação, foi vencida pela THAMCO, e os ônibus, O.D.A (ônibus de dois andares), popularmente chamados de “Fofão“, tinham estrutura de aço, três portas largas, 10,6 m de comprimento, altura total de 4,2 m, e capacidade para 117 passageiros, o projeto porém, teve vida curta, foi cancelado em 1989, apenas 27 unidades foram efetivamente adquiridas pela CMTC, mas a Thamco conseguiu vender mais umas poucas unidades para outras as cidades, como Uberaba, Goiânia e Refice. Baseado naquele projeto do ODA, e sobre o chassi Scania K112TL 6x2, com motor 112 de 330cv, e 13,2 metros de comprimento, a Thamco criou o primeiro dois andares rodoviário do Brasil, o Gemini (gêmeos), em 1989, com capacidade para 76 passageiros, na intenção de brigar por rotas dominadas pelos Marcopolo Paradiso G4 e o Nielson Diplomata 380, que tinham capacidade para no máximo 49 passageiros. O Gemini, infelizmente, mas não passou do estágio de protótipo, só foram produzidas duas unidades. Em 1990, foi lançado o Scorpion, primeiro urbano de desenho próprio da Thamco, com linhas simples, porém limpas e equilibradas, primeira carroceria do país a trazer brake lights, luzes de freio montadas em uma faixa sob o para-brisas traseiro. O modelo rodoviário baseado no Scorpion, foi o Taurus, para serviços interurbanos e rodoviários de pequena distância; sua pequena produção foi quase toda exportada, em especial no Chile. A baixa qualidade do projeto e da execução das carrocerias de aço pela Thamco, ficou latente ao começarem a ser produzidos modelos de maior porte, os Padron e os Articulados, com portas largas, falhas estruturais logo se apresentaram com trincas nas colunas e junções com o teto, problemas que não ocorriam com as versões de alumínio herdadas da Ciferal e Condor. Atendendo a demanda do Ministério da Educação, a Thamco, em parceria com a Ford que forneceria o chassi B12000, lançou o modelo Aquarius, voltado para o transporte escolar, tinha capacidade para 50 passageiros, ganharia também versão pra trabalhadores rurais, chamado de Aquarius Rural. Apensar de todos os entraves em vários modelos Thamco, a política de preços baixos lhe permitiu ocupar em 1990, o segundo posto entre os maiores fabricantes de carrocerias urbanas do país, porém, desde os primórdios de sua tumultuada história, a Thamco foi marcada por problemas, um conjunto que acabou por levá-la à perda de mercado, queda de produção e crise financeira. Com elevado endividamento, correspondente a 42% do patrimônio, a partir de 1992 a Thamco tentaria fazer profundas mudanças administrativas, sem sucesso, sendo poucas as novidades nos anos seguintes, além da versão rural em parceria com a Ford, de 1992, em 1994, a apresentação do “novo” urbano Dinamus, apenas uma versão levemente modificada do Scorpion, com nova grade e poucos detalhes a mais, e o lançamento do Gênesis, primeiro microônibus da marca, este um projeto adquirido da MOV – Indústria e Comércio de Carrocerias Ltda, em 1994 um de seus últimos lançamento, foi um blindado para o transporte de valores, o El Shaddai, más sem conseguir recuperar a credibilidade perdida, a produção estagnou, jamais passando perto de se recuperar. Em meados de 1996 a Thamco repassou parte da sua fábrica para seu maior credor, a San Marino, que fundou a Neobus, transferindo-se para Rio Grande do Sul. CONTATO do Canal: qravolantao@gmail.com.br FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao SEJA MEMBRO: https://www.youtube.com/channel/UCrYb6x4_I2zbyglwK2uyRAg/join
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Novo Scania 770cv - o Caminhão mais potente do mundo 08:03
Novo Scania 770cv - o Caminhão mais potente do mundo
Dia 28 de setembro de 2020, a Scania apresentou na Europa sua nova linha de caminhões V8, agora com quatro opções de 530, 590, 660 e 770 cavalos de potência. Com a versão de 770cv, a Scania passa a ser a montadora com o caminhão mais potente do mundo em linha de produção, ultrapassando o Volvo FH750 que já ocupava essa posição há quase 10 anos. O motor Scania V8 modernizado, de 16,4 litros, agora é denominado DC16 123, em sua força máxima entrega 377,5 mkgf e 770cv a 1800rpm. O motor V8 é um grande clássico da Scania, que o mantém em produção há 51 anos, desde seu lançamento na Europa em 1969 com 350cv. Sua chegada ao Brasil se deu em 1975, no LK140, posteriormente esteve presente também nas demais séries Scania, 1, 2, 3 e 4, incluindo os T142 e 143, como contamos no vídeo sobre a história e evolução dos V8 da Scania, sendo em várias ocasiões o caminhão mais potente disponível no Brasil. No mundo o Scania V8 também já foi o mais potente em duas outras ocasiões, no lançamento do modelo de 620cv em 2005, e 730cv em 2010. A Volvo, porém, também disputava de forma acirrada o primeiro lugar, com seu motor de 16 litros e 6 cilindros em linha, ultrapassando o Scania de 620cv, como os FH16 de 660 e 700cv, e o Scania 730 com o FH de 750cv apresentado em 2011 para a linha 2012, este passou a ser disponibilizado para o Brasil através de importação a partir de 2013, sendo não apenas o mais potente mais também o mais caro rodando pelo país. As duas marcas já provaram ser possível extrair mais potências de seus motores, com caminhões especiais de apresentações, como o volvo The Iron Knight de 2400cv e Scania Chimera de 2200cv, com histórias também contadas aqui no canal. A Scania havia aumentado significativamente suas opções para o mercado de caminhões com o lançamento da nova geração no final de 2018, onde passou a incluir novas opções de motores e potencias e centenas de configurações de cabine e eixos, o mais potente porém, de 730cv, nunca foi disponibilizado no Brasil. Agora foi a vez da Scania ampliar os opções do V8, entre os 530 e 770cv, apesar de mais potentes, a engenharia da marca afirma que os novos motores são até 6% mais econômicos que os da geração anterior, resultado de um amplo ajuste, troca de alguns componentes por mais modernos, com aumento de robustez, redução de peso e atrito, aumento da taxa de compressão, nova bomba de combustível de alta pressão, novo turbocompressor e novo sistema de gerenciamento eletrônico, entre outras melhorias. O motor de 530 cv desenvolve 285,7 mkgf de torque. Já o torque do motor de 590 cv é de 311 mkgf. O motor de 660 cv tem torque de 336,7 mkgf. Outra novidade é o câmbio optcruise G33CM, também aprimorado para trocas mais rápidas, mais leve e capaz de contribuir para economia de combustível, teve também aprimoramentos para redução de ruídos, novo freio retarder mais potente (4700n.m) e novo sistema de marca á ré opcional que permite mais velocidades. Fora as melhorias mecânicas, visualmente o V8 recebe a aparência convencional da nova geração, as novas cabines desenvolvidas pela Scania em parceria com a Porsche, que ficaram também até 5 centímetros mais compridas e 10 cm mais altas que a geração anterior, e receberam itens inéditos como air bags tipo cortina nas laterais integrados ao teto, a linha S, tem piso totalmente plano, os XT são as versões fora de estrada. O lançamento do novo caminhão, o atual mais potente do mundo, aviva a disputa dos fãs das duas marcas, o próximo é passo esperar a resposta da Volvo. Os novos caminhões V8 estarão disponíveis para encomenda a partir de outubro, com entregas previstas para o início de 2021, exclusivamente na Europa. Não há previsão de lançamento para o Brasil. CONTATO do Canal: qravolantao@qravolantao.com.br FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
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Sai Ford, entra Hyundai? CAOA assumira fábrica da Ford 04:37
Sai Ford, entra Hyundai? CAOA assumira fábrica da Ford
Após a Ford anunciar no início do ano 2019 que fecharia a fábrica em São Bernardo do Campo, parece que o desfecho da história será a venda dessa fábrica para a brasileira CAOA, que possivelmente fabricará lá novos modelos de caminhões Hyundai. Uma situação de grande preocupação atingiu todos os envolvidos, incluindo Sindicatos e Governos na tentativa de salvar a fábrica pela sua importância econômica e empregos envolvidos. A CAOA é uma empresa paraibana, fundada em 79 como concessionária Ford, e se tornou a maior revendedora da marca na américa latina. Foi a principal responsável pela instalação da Hyundai no Brasil, após assumir sua representação oficial, investir pesado em campanhas publicitárias e construir uma fábrica própria em Anápolis Goiás em 2007. A CAOA também assumiu o controle da recém criada fábrica de Chery na cidade de Jacareí, surgindo a marca CAOA Chery em 2017. As fontes ligadas ao setor informam que a CAOA assumirá o controle da fabricada Ford em S.B. do Campo, há a possibilidade de manter a fabricação de caminhões sob licença da Ford por algum tempo, entretanto, a CAOA tem interesse de aproveitar as instalações para trazer outros modelos de caminhão Hyundai, já que a marca fabrica os caminhões Hyundai HR e HD80, poderia trazer para o país em breve os pesados da linha Xcient. O modelo foi lançado na Coréia do Sul, em 2013, com cabine grande e alta, e motores Hyundai Powertec de até 520 cavalos de potência. Feito originalmente pensando no mercado Europeu, o Xcient já chegou ao Paraguai e Uruguai em 2018. A medida deve reduzir muito o impacto da saída da Ford, mantendo a maioria dos empregos. A Ford continuará com a fábrica de motores em Taubaté, e dos Ford ká e ecosport em Camaçari, entretanto já anunciou este mês um plano de demissão voluntária na referida fábrica, com o intuito claro de redução de pessoal. Com a negociação da fábrica de são b. do campo o Fiesta teve seu fim decretado no país. A CAOA tem histórico de trazer novas marcas para o Brasil, foi à primeira importadora oficial da Renault para o Brasil, e hoje também é importadora da Subaru japonesa. E talvez seu próximo passo seja intrudir a Hyundai nos mercado de pesados brasileiro. CONTATO: qravolantao@gmail.com FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
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