Anúncio

Videos Na Internet / Autos - Página 252

Aqui listamos os melhores Vídeos sobre Autos

Rumos do canal falando do grupamento GGAs 18:02
Rumos do canal falando do grupamento GGAs
Rapaziada começando na luta ai na humildade 01 deu ideia e vou tar fazendo videos da minha historia com caminhao nao repare os erros a gente vai melhorando aos poucos se puder da um like e se escreve no canal #tudo comecao com um sonho 1113 e onque liga. benz\",\"mercedes 1113\",\"muriçoca\",\"1313\",\"1318\",\"1111\",\"1513\",\"1518\",\"1116\",\"1117\",\"1119\",\"1319\",\"2013\",\"2220\",\"1519\",\"traçado\",\"álcool\",\"trucado\",\"turbina\",\"OM352\",\"OM355\",\"OM366\",\"caminone\",\"trucks\",\"AGL\",\"HPN\",\"1620\",\"história\",\"evolução.\"],\"channelId\":\"UCrYb6x4_I2zbyglwK2uyRAg\",\"isOwnerViewing\":false,\"shortDescription\":\"Mercedes Benz 1113 e toda a linha AGL, mais vendida do Brasil, oferecida por 26 anos foi responsável por boa parte do sucesso da MERCEDES, que instalada no Brasil em 1953, lançou o primeiro caminhão diesel de médio porte fabricado no país em 1956, o modelo L-312 (torpedo) seguido em 1958 pelo cabine avançada LP-321. \\nA modelo mais famoso iniciou em 1964, L-1111 no Brasil, L-322 na Europa (1959), recebeu o mesmo motor OM-321 do LP-321, diesel 110 cv, fundido na antiga SOFUNGE, e caixa de 5 marchas sincronizadas, foi oferecido em várias versões, disponível para instalação de terceiro eixo, verão para basculante, cavalo mecânico e tração 4x4. \\nEm 1970, foi lançado o novo motor OM-352, com injeção direta, 5.7 litros e 130 cavalos, e com ele o 1111 deu origem ao Muriçoca...1113 e irmãos mais pesados que estrearam em seguida: 1313, 1513, e 2013.\\nOs concorrentes das principais marcas de caminhões em 1970 no Brasil eram: Ford F-600 diesel, Chevrolet D60, FNM D-11.000, Chrysler com o D-700, más seria vendida para Volkswagem que só apresentaria o 11.130 em 1981; A internacional já havia deixado de vender seus modelos, como o N-184, a Scania se dedicava ao setor pesado e já havia apresentado o L-110 em 1968; E a Volvo que também se dedicaria ao setor pesado só lançaria o N10 em 1980.\\nEm 1971 foi lançado o 2213 traçado, e em 72, estreou o novo motor OM-355, de 5 cilindros, 9,7litros e 192 cavalos, com esse motor foram lançados os 1519, o cavalo mecânico LS-1519 (Brejeira) deu inicio a uma nova linha de cavalos mecânicos Mercedes. \\nEm 1975, o motor OM-352, estreou em versão turbo, com 156cv, que daria origem aos caminhões 1516 e 1316. Os LG-1519 \\u0026 LG-1819, foram modelos militarizados em parceria com a Bernardini e ENGESA que forneceu a tração 6×6 tipo boomerang.\\nEm 1982, a cabine foi restilizada, conhecida como Cara-Preta, por causa da nova grade do radiador com quadro de faróis retangulares. Curiosamente, na década de 80 a Mercedes desenvolveu um motor a Álcool, a partir do OM-352 a diesel, lançando em 1984 o L-2215, mais tarde 2216, 6x4 a álcool.\\nOs caminhões Mercedes foram vendidos em vários continentes, com algumas variações estéticas e de nomenclatura, como L322 e L59. O Brasil foi o responsável por exportar o modelo para os países da América do Sul, e também fabricou modelos para exportar para os Estados Unidos, como o 1117 e o 1319, incluindo cambio automático.\\nNa linha 1987 os 1313 e 1513, 1316 e 1516 davam lugar os novos 1317 e 1517 graças a melhorias no motor que passou para 170cv, já na linha de 1988, Mercedes-Benz resolveu renomear os modelos, o 1113 passou a ser 1114, e o 1317 1318, e assim por diante, 1518,1520, 2214, 2220 e 2225,1118, todos os caminhões continuavam os mesmos, a mudança na nomenclatura ocorreu para driblar o controle de preços da época. \\nA série AGL foi a mais vendida da história, cerca de 240 mil unidades, sendo o 1113 o responsável pela maior parte dessas vendas, na liderança nacional. Em julho de 1989 começam a ser lançado os novos modelos da série HPN: 1214,1414, 1414,1418, 1614 e 1618, encerrando a trajetória da cabine que ficou 26 anos no mercado. Ainda hoje, estima-se que mais de 150 mil unidades da linha AGL ainda estejam rodando pelas estradas nacionais.\\n\\nCONTATO: qravolantao@gmail.com\\nFACEBOOK:
0 0   46   14-01-2023   Autos   0
Zetros - O Caminhão "tanque de guerra" da Mercedes 12:18
Zetros - O Caminhão "tanque de guerra" da Mercedes
Zetros é o mais bruto caminhão da Mercedes-Benz desenvolvido especialmente para condições off road extremas, com tecnologia e itens de conforto e versatilidade para múltiplas aplicações, desde blindados, a veículos de uso civil e cavalo mecânico com tração 6x6. ======================== COMPARTILHE ESTE VIDEO: https://youtu.be/XeeU3z50j1Q CANAL: https://youtube.com/qravolantao ======================== A Mercedes já tinha o clássico Unimog, um jipe gigante, com primeira geração lançada em 1946, porém com as necessidades militares, incluindo forças da Otan, em junho de 2002, apresentou os primeiros protótipos do modelo tático militar S2000, equipados com motor 6 cilindros com potências entre 230 e 326cv, e trações 4x4 e 6x6, cabina recuada, com 3 lugares, e escotilha para suportes de armas e equipamentos militares. Para substituir o S2000, o Zetros, chegava em 2008, para satisfazer as necessidade pesadas para aplicações militares, logo de início seria lançado em duas versões, o 1833 configuração 4x4, e o 2733 com configuração 6x6, ambos com motor OM 962 LA, de 326 cv, 130Kgf.m de torque, e cambio manual de 8 marchas, ou automático Alisson. Esse modelo não chegaria ao Brasil de nenhum forma, até pelos elevados custos, grane quantidade de impostos e até mesmo preços absurdos dos combustíveis, aumento de preços dos veículos e do diesel. Último Atron Bicudo e lançamento novo actros: https://youtu.be/Hv6WAYn5Q8s Engesa brasileira, glórias e fracasso: https://youtu.be/9J0FoenGXwY Grande parte dos componentes mecânicos eram retirados das linhas Axor e Actros, permitindo robustez mecânica, redução de custos e facilitação na manutenção. Desde os modelos S2000, e na geração Zetros, a cabine escolhida foi a recuada, o famoso caminhão bicudo, com capô basculante para frente, o que levaria o Zetros a ser o único caminhão mercedes neste estilo atualmente. Essa configuração trazia uma série de benefícios para este tipo de caminhão, em relação ao cabine avançada, como perfil bem mais baixo para o transporte do caminhão em aeronaves militares cargueiras comuns, assim como vagões ferroviários, melhor estabilidade em terrenos acidentados, maior conforto interno, fácil acessibilidade do compartimento do motor para manutenção e reparos, e facilidade para blindagens. IVECO Blindados: https://youtu.be/YKVosBsTzPA AVIBRÁS Blindados do Brasil: https://youtu.be/KiTkWwdW0-k O motor maior e mais potente também foi disponibilizado para o Zetros, o OM 457 LA de 12 litros, e 428 cv, dando origem ao 2743. Graças a robustez, aliada a todo o conjunto tecnológico do veículo, capacidade de vencer todo tipo de terreno acidentado, seco ou molhado, bloqueio total na tração, controle de pressão do pneu podendo ser feita por dentro da cabine, vários modelos Zetros rapidamente entrariam em operação nas forças armadas da Alemanha e Bulgária, e vários outros países vizinhos em seguida, por países do oriente médio e África. Agrale Marruá brasileiro: https://youtu.be/21G_wI7nUmQ O Zetros ficaria atrativo também para emprego no meio civil, como setor de construção e regate por exemplo, pela sua grande capacidade de adaptação a diversos implementos, e trabalho em qualquer terreno, e várias opções de potências, inclusive, a nova motorização OM-460LA, de 12,8 litros, o mesmo utilizado na linha Actros, passou a ter potência de até 510cv. A linha Zetros também concebeu um modelo cavalo mecânico, o 3643, que com motor de 12,8 litros e tração 6x6, pode ter peso bruto total combinado de 116 toneladas, em várias configurações, projetado nos mínimos detalhes para condições extremas, tanto dentro quanto fora da estrada, destinado principalmente a indústria e o comércio em alta no Oriente Médio e no Norte da África, onde são implementados gigantescos projetos de construção, mineração, ampliação de rotas de fornecimento de energia, poços de petróleo, e logística de longa distância, em áreas de difícil acesso. Comente nesse video QRAVolantão qual o melhor caminhão, bicudo ou cara chata, e ainda, o que você acha dos caminhões brasileiros, o preço do frete e do diesel. ========================== VOCÊ VAI GOSTAR DESSES OUTROS VIDEOS: Caminhão Betoneira, história, evolução e funcionamento https://www.youtube.com/watch?v=GkF3kP4M5pY Cegonhas: https://youtu.be/KeOLIst8AR0 História e Evolução do Caminhão de Lixo!: https://youtu.be/JCDmG4phHls Traçados Mercedes: https://www.youtube.com/watch?v=cVBZeWhAtrE Caminhões a álcool: https://www.youtube.com/watch?v=tDRPFSCm8CM Tipos de Caminhões: https://youtu.be/JsYMMtgdPJw Como Funcionam os motores, otto, diesel, 2 e 4 tempos: https://youtu.be/d_eXzjgQt7g Caminhões com motor 2 tempos: https://youtu.be/-gmie7lJSEc ===================== SEJA MEMBRO: https://www.youtube.com/channel/UCrYb6x4_I2zbyglwK2uyRAg/join
0 0   61   14-01-2023   Autos   0
História dos Caminhões PUMA 11:08
História dos Caminhões PUMA
Os Caminhões PUMA são um dos poucos de origem brasileira, com vários modelos montados, raros hoje em dia, a Puma, era uma montadora brasileira de automóveis de pequena série, instalada na capital São Paulo, criada com o fim específico de construir o esportivo GT Malzoni, e outros esportivos, porém, também fabricaria alguns distintos caminhões, com inovadoras cabines em fibra de vidro. Tudo começou com o interesse da marca, em atender a uma demanda de grandes empresas distribuidoras, que sofriam com a corrosão excessiva das cabines de metal dos fabricantes clássicos, assim, aproveitando de sua expertise em trabalhar com fibra de vidro, desenvolveu uma cabine avançada, totalmente em fibra, chamada de cabine frontal Puma, para suprir a demanda de nada menos que empresas como coca cola e ultragás, com suas frotas de Chevrolets, Fords e Godges. O projeto deu certo, as cabines atendiam bem a demanda, e com o sucesso a Puma resolveu investir mais em caminhões, dessa vez para desenvolver um projeto próprio. O primeiro caminhão brasileiro Puma foi então apresentado no ano de 1978, modelo chamado de 4T, com capacidade de carga de 4 toneladas, para enfrentar no mercado de leves nada menos que Ford F4000, na mesma categoria de peso, a caixa de câmbio era Clark de 4 marchas, e com duas opções de motores a diesel, o Perkins 4236 de 3,9 litros, 82cv, e o MWM 229 de 3,9 litros e 83 cv, com a cabine de fibra de vidro, 1979 acabou por ser o melhor ano da história da empresa, com 3.609 veículos fabricados, dos quais 179 caminhões. Em outubro de 1980 para a linha de 1981, a Puma resolveu ampliar as opções com um modelo para duas toneladas, o 2T, e um 6 toneladas, o 6T. O 2T tinha rodado simples, e o motor MWM 3 cilindros de 2.9 litros, que gerava 19.4KGFM e 63CV. O 6.T, era disponível também com os mesmos motores Perkins e MWM e iguais características técnicas, porém com cinco marchas, e opção de motor Chevrolet a álcool de 4,8 litros e 150 cv. Os dois modelos tinham a mesma cabine de fibra, pequeno para-brisa e enorme grade dianteira. Os projetos da Puma eram muitos, foi apresentado um chassi de micro-ônibus, protótipo de utilitário elétrico para uso urbano, havia planos para de lançar um caminhão 4×4 com tração Engesa e cabine de um lugar, para aumentar a área disponível para carga, más sem sucesso. A Puma enfrentou ainda alguns desastres em sua fábrica, inundações que destruíram boa parte dos equipamentos e projetos, havia falta de capital de giro, que se somava a recessão econômica do país, em todo o ano de 1984 foram fabricados nada mais do que 119 veículos. Em 1985 a PUMA teve a falência decretada, no mesmo ano, pouco após a falência, todos os moldes, equipamentos e direitos de fabricação dos automóveis e caminhões foram adquiridos pela Araucária S.A. Indústria de Veículos, que transferindo a para Curitiba (PR), pretendia retomar a produção em 1986, os planos eram grandes, tanto para os carros como caminhões, porém, nada se concretizou, e sem conseguir administrar o negócio, em 1988 a Araucária transferiu a licença para a também curitibana Alfa Metais, empresa do ramo de autopeças. A invasão dos automóveis importados no início da década de 90, levaria a empresa a priorizar a linha caminhões, a produção tinha recomeçado em 1989, com 30 veículos/mês dos modelos 2.T e 4.T, os chassis de ônibus foram relançados dois anos depois, em 1991, a Alfa Metais assinou contrato de exclusividade com a paulista Caio para fornecimento de carrocerias para até 34 passageiros, no mesmo ano, foi lançado a novo caminhão 914, para 4 t, atualização do antigo 4.T. A cabine foi reestilizada: grade menor em altura, faróis retangulares, para-choque com spoiler e degraus de acesso após o eixo dianteiro foram as principais mudanças visíveis. O interior da cabine foi revisado ergonomicamente, recebendo várias alterações. Em 1994, outro caminhão foi lançado, desta vez um produto totalmente novo, o 9000 Turbo Power, para 5,6 t – o de maior capacidade na categoria dos leves e primeiro da marca com cabine basculante, tendência lançada já a algum tempo no mercado de caminhões, o Puma 9000 tinha o mesmo MWM de 3,9 l dos outros modelos, porém agora turboalimentado, com 119 cv de potência. O último lançamento da Alfa Metais ocorreu em 1996, o 7900 CB, com cabine basculante, substituindo o 914. O pequeno caminhão recebeu o novo motor MWM Série 10, o mesmo utilizado no volkswagem 7.100, aspirado, de 95 cv, freios de ação progressiva e a cabine do irmão maior 9000, com algumas mudanças estéticas: grade retocada, logotipo reposicionado e de maior tamanho, novos conjuntos óticos e faróis auxiliares quádruplos. Por ironia do destino, a marca que surgiu para fabricar um automóvel esportivo, teria como último veículo em linha de produção um caminhão, o 7900CB foi o último produto, pois em 1999, a Alfa Metais desativou a linha de fabricação de caminhões. CONTATO do Canal: qravolantao@qravolantao.com.br FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
0 0   61   14-01-2023   Autos   0
Caminhões a Hidrogênio vão substituir o diesel? 10:16
Caminhões a Hidrogênio vão substituir o diesel?
Veículos a hidrogênio, geralmente utilizam um dentre dois métodos, a combustão interna, semelhante aos motores convencionais a gasolina e diesel, ou a célula de combustível, que faz a conversão eletroquímica do hidrogênio, gerando energia para um motor elétrico. ===================== COMPARTILHE ESTE VIDEO: https://youtu.be/9sSqKYxJUrg CANAL: www.youtube.com/qravolantao/videos ===================== Ambos os métodos, não são novidade, estudos e projetos do início do século 19 já previam o uso do hidrogênio para motores, em 1970 foi patenteado uma modificação nos motores de combustão interna que permitia um motor a gasolina funcionar com hidrogênio, até os icônicos motores rotativos Wankel já foram adaptados ao hidrogênio, e vários outros veículos também foram testados com esse combustível. Motor Wankel: https://youtu.be/ejZMMRMf6W0 Já a célula de hidrogênio, é uma tecnologia que utiliza a combinação química dos gases hidrogênio e oxigênio para gerar energia elétrica, e por consequência moléculas de água, o primeiro equipamento foi desenvolvido em 1839, a tecnologia foi utilizada pela primeira vez na cápsula espacial Gemini, da Nasa, em 1962, e chegou a um automóvel em 1997: no Mercedes-Benz Necar 3. Como Funcionam os motores, otto, diesel, 2 e 4 tempos: https://youtu.be/d_eXzjgQt7g Já no novo milênio, com as constantes pautas ligadas a combustíveis alternativos menos poluentes, e com o constante aumento do preço do petróleo e dos combustíveis dele derivados, cada vez mais as marcas tem corrido para apresentar suas propostas. Em 2017 a Toyota iniciou testes nos EUA em parceira com a Kenworth, de um caminhão baseado no modelo T660, com trem de força elétrico com e células de hidrogênio. Maiores Caminhões Chevrolet Americanos: https://youtu.be/b4Y5PO6TeUI A Cummins, embora seja uma das maiores fabricantes de motores a diesel do mundo, já havia apresentado há algum tempo seu conceito elétrico, e apresentou em 2019 um caminhão pesado com célula de combustível a hidrogênio, como parte de sua estratégia para fornecer aos seus clientes um amplo portfólio de opções de energia. O caminhão tem autonomia entre 250 a 400 quilômetros, no entanto esse alcance pode ser estendido com tanques de hidrogênio adicionais. Um caminhão Scania com célula de combustível de hidrogênio também já entrou em operação na Suécia, equipado com uma célula de combustível de hidrogênio, o caminhão, utilizado na coleta de lixo, possui sistema de carregamento das caçambas e compactação, também com eletricidade proveniente da célula de combustível. Outra marca que tem se mostrado muito interessada nessa revolução é a Hyundai, que já apresentou seus modelos de caminhões médios e pesados da linha XCient, anunciado como o primeiro caminhão pesado movido a célula de combustível que terá produção em massa, vários modelos foram estregues a clientes na Suíça para testes, parte de um plano ambicioso da Hyundai de colocar 1,6 mil caminhões de célula de combustível para rodar em todo o mundo até 2025. A DAF, do mesmo grupo Kenworth, em parceria com Toyota e a Shell, junto com o anúncio do lançamento da nova geração de caminhões em 2021, anunciou que vai lançar, em breve, esses caminhões com motores convencionais, mas, ao invés do diesel, serão abastecidos com hidrogênio. DAF história e evolução: https://youtu.be/UzSWZdyHa4g A Mercedes-Benz logicamente também deu um passo adiante na mobilidade dos caminhões, com o conceito GenH2, movido por célula de combustível alimentada por hidrogênio, com um visual futurista, alinhado aos modelos da família de elétricos EQC, e com carroceria aerodinâmica, a expectativa da empresa é colocá-lo no mercado na segunda metade desta década. A Nikola Motor Company, marca dedicada ao desenvolvimento futurístico de caminhões, apresentou seu conceito de 1.014 cv, com motores elétricos alimentados por célula de combustível e autonomia de até 1900 km, batizado de Nikola One, tem visual futurista, para-brisa com desenho contínuo para os vidros laterais, linhas aerodinâmicas. A cabine é ampla e tem as portas recuadas. O caminhão possui motores elétricos independentes em cada eixo, alimentados por uma célula de combustível a hidrogênio. No total, o conjunto é capaz de gerar 1.014 cv e 276,5 mkgf de torque. ===================== VOCÊ VAI GOSTAR DESSES OUTROS VIDEOS: Cabines Avançadas vs Recuadas no caminhões: https://youtu.be/pw95f_9Mglc Novo Volvo FH 2022 e FH Conceito: https://youtu.be/e_-sSBNx8hk Evolução do Mercedes ACTROS: https://youtu.be/quqfZD5WABo História dos TRÓLEBUS no Brasil: https://youtu.be/EQwtwwlxqiQ Mercedes V6 e V8: https://www.youtube.com/watch?v=mUr8gHpBBp0
0 0   77   14-01-2023   Autos   0
Ford Big Red  - O caminhão com turbina a jato do futuro em 1964 11:13
Ford Big Red - O caminhão com turbina a jato do futuro em 1964
FORD BIG RED COM TURBINA A GÁS Um dos mais inusitados protótipos de caminhão da Ford de todos os tempos, o BIG RED, com turbina a gás de 600cv que prometia revolucionar o transporte nos anos seguintes. ===================== COMPARTILHE ESTE VIDEO: https://youtu.be/738KTHuIkB8 CANAL: www.youtube.com/qravolantao/videos ===================== Tudo indicava que 1970 seria a década das turbinas, apontadas como os motores do futuro, para o transporte de cargas, a própria Boeing vez testes em parceria com a Kenworth, de substituição de uma grande motor a diesel por uma turbina a gás, carros também tiveram sua experiência, a GM testou um modelo Bison, e um caminhão chamado turbo Titan, o qual também tem a interessante história contada aqui no canal: Chevrolet Turbo Titan: https://www.youtube.com/watch?v=ncI6X_kswsU Chrysler Turboflite: https://www.youtube.com/watch?v=VLOtIMHV-Zc O programa de turbinas da Ford datava do início da década de 1950, que os planeja em vários carros, até brincou com um trator movido a turbina e um ou dois Thunderbirds. A Ford, então produziu o que seria seu mais futurístico protótipo, apresentado como o caminhão do amanhã, apelidado de BIG RED, desenvolvido exclusivamente para testar o motor de turbina a gás modelo 705, com dois estágios de compressão, gerando 600 hp, e 132kgfm de torque, acoplado a uma transmissão automática Allison de cinco marchas para acionar os eixos tandem. O caminhão experimental estreou na Feira Mundial de Nova York de 1964, ao lado do Ford Mustang, engatado a um rodotrem de 30 metros, com PBT combinado de 77 toneladas, e podendo atingir até 70 milhas por hora, equivalente a pouco mais de 112 km/h, números impressionantes para a época, a cabine era projetada para ficar da mesma altura da carreta e propiciar melhor aerodinâmica, por isso atingia 4 metros de altura, dessa forma o posto do motorista ficava bem elevado, o piso era plano e tinha bastante espaço interno, o para-brisa era amplo proporcionando vista panorâmica da estrada, e todo o interior era muito diferente de tudo que existia, e não escondia a inspiração aeronáutica, uma cabine tida como um sonho da metade do século, com cama, cozinha completa com geladeira, forno, água aquecida, banheiro e televisão. O veículo traria ainda outras tecnologias futuristas para a época, cabine suspensa, freio mais eficientes e redundantes, já que não poderia contar com o freio motor típico dos motores à pistão, e suspensão a ar. Era a aposta da Ford no futuro dos caminhões e nas reluzentes rodovias interestaduais da América. Depois de ser apresentado, a Ford lançou um programa de viagens por vários lugares e paradas nas principais cidades dos Estados Unidos, o caminhão registrou o consumo de combustível de 100 litros por 100 km (1km/l de gás), tendo uma autonomia de até 1.000 km, um consumo elevado, já que o preço dos combustíveis, inclusive o preço do diesel, já era uma pequena preocupação para a época. A Ford cogitou a produção em massa do modelo, mas os altos custos de produção para uma tecnologia totalmente nova, e muitas lei federais e estaduais, incluindo as de emissões de poluentes, inviabilizaram a produção, e o Big Red, assim como outros, não passaria da fase de protótipo. Caminhões que foram Fracassos 1: https://youtu.be/iSAqbOI9E7g Caminhões que foram Fracasso 2: https://youtu.be/m3cvRtID_Uo Após décadas de pesquisa e desenvolvimento, embora tivesse conseguido atingir baixos níveis de ruídos, menos emissões, menos gasto de óleo e mais torque em velocidades mais baixas, não demoraria muito para que a Ford percebesse que o motor de turbina a gás não tinha um futuro tão promissor quanto pensava inicialmente, a alta velocidade de operação e temperatura das turbinas tornariam os motores inviáveis para o uso automotivo, são motores que exigem materiais e técnicas construtivas caras, com alto custo da produção em massa, enquanto isso a indústria de motores a pistão convencionais passou por grande refinamento e aprimoramentos melhorando muito a eficiência e potência, aliados ao barateamento do custo de produção em massa e manutenção, e menor consumo de combustível, levando às várias marcas a abandonarem aquele projetos, e os motores a diesel acabaram por dominar completamente o setor de transporte terrestre. ===================== VOCÊ VAI GOSTAR DESSES OUTROS VIDEOS: Tipos de motores: https://youtu.be/egFArERAVo0 Motor Wankel: https://youtu.be/ejZMMRMf6W0 Carros e motor a diesel por que não temos no brasil: https://youtu.be/juwOht6iPqE Como Funcionam os motores, otto, diesel, 2 e 4 tempos: https://youtu.be/d_eXzjgQt7g Caminhões com motor 2 tempos: https://youtu.be/-gmie7lJSEc Turbo e Intercooler: https://youtu.be/fu4akttWe50 Torque e Potência: https://youtu.be/zv-6f36b_t0 ========================= SEJA MEMBRO: https://www.youtube.com/channel/UCrYb6x4_I2zbyglwK2uyRAg/join
0 0   53   14-01-2023   Autos   0
História e Evolução da COMIL ônibus 11:33
História e Evolução da COMIL ônibus
A COMIL é uma das principais montadoras de ônibus do Brasil, com mais de 30 anos e com produtos presentes em mais de 30 países, seu surgimento no mercado de ônibus ocorreu em 1986, más sua história é um pouco mais antiga, fundada em 1957 como oficina e fábrica de silos e máquinarios agrícolas, a então Corradi Mascarello Ltda, em Cascavel no estado do Paraná. Em 1985, sua história de cruzou com a também brasileira Incasel, Indústria de Carrocerias Serrana Ltda, fabricante de carrocerias para ônibus, com sede no município de Erechim no Rio Grande do Sul, empresa que havia sido fundada em 1949, más da década de 80 após graves problemas financeiros teve sua falência decretada, e seus bens leiloados foram então arrematados pelo Grupo COMIL. Logo no ano seguinte, 1986, sob nova razão social, porém nas instalações originais da antiga Incasel, a COMIL então retomou a produção dos mesmos seis modelos da Incasel (urbanos Cisne e Minuano, rodoviários Continental, Jumbo, Delta e Columbia). O primeiro modelo lançado pela COMIL foi o rodoviário Palladium 3.50, em 87, seguido em 88 pelo Condottiere, rodoviário para médias distâncias, em substituição aos antigos Jumbo, Delta, Columbia e continental herdados da Incasel. E na linha de urbanos, foi lançado o novo modelo Svelto para substituir os antigos Cisne e Minuano. Em 1990 os modelos herdados da Incasel haviam sido substituídos, foi concluída a nova fábrica da COMIL e toda produção transferida para lá, o lançamento de novos modelos e crescimento da marca ocorreria por toda a década, em 91 surgiram também os primeiros clientes internacionais, e a COMIL passou a exportar para Argentina e Chile. O Galleggiante foi lançado em 92, rodoviário com 3,8 metros de altura, podia ser montado em plataforma de várias marcas com dois ou três eixos, recebeu bom acabamento interno e “as mais espaçosas poltronas do mercado“. No ano seguinte foi apresentada a versão com altura de 3,60 m e em 1994 também a versão de 3,40 m. Em 95 a Comil já comemorava 10 anos, lançou o modelo articulado Doppio para soluções de transporte de massa nos grandes e médios centros, em 97 lançou o modelo Versatile destinado a viagens intermunicipais Em 98 foi apresentado o modelo rodoviário Campione, substituindo ao Galleggiante, reforçando a presença da COMIL no segmento de longas distâncias, apresentado em 4 versões, 325, 345, 365 e 385, de acordo com sua altura, o urbano Svelto foi totalmente reformulado, perdendo de vez as formas quadradas, também sendo apresentado na versão articulada Doppio. Em 1999 foram apresentadas as ultimas novidades da década, que eram o primeiro micro e o primeiro high-deck da marca, o Campione 405 HD, com vidros colados e maior bagageiro da categoria, e o micro Piá, acompanhando a dianteira cheia de curvas do novo Svelto, com várias opções de acabamento e de configuração interna. Em 2000 os proprietários da Comil decidiram pela divisão da empresa, cabendo à Mascarello a fábrica de Cascavel (PR) do segmento agropecuário, e aos Corradi a fábrica de Erechim e o negócio das carrocerias de ônibus (Comil Carrocerias e Ônibus Ltda.) Posteriormente, em 2002, a Mascarello passaria também a se dedicar à produção de ônibus, se tornando a primeira e única montadora de ônibus do estado do Paraná No seguimento de micro-ônibus, a COMIL passa a produzir mini-micros com o lançamento dos modelos Bello e Bella. Em 2002 a Comil terminaria o ano como terceira maior encarroçadora brasileira, em 2005 foi lançado o Campione 2006, com inédito design, apresentado em três versões (3.25, 3.45 e 3.65), seguido pela versão HD no ano seguinte, projetado para qualquer tipo de chassi, com motor traseiro, central ou dianteiro, 18 opções de decoração interna e diversos níveis de acabamento. Em 2006, além do Campione HD, foi apresentado o novo Versatile, para transporte intermunicipal. Em 2009 foi lançado o Svelto Midi, e foi firmado acordo com a MAN para o fornecimento de carrocerias rodoviárias Lion’s Mex para o México. A década de 2010, o Comil iniciou reestilizando as família de rodoviários Campione, assumindo estilo mais conservador, e anunciou a construção de nova fábrica em Lorena (SP), destinada ao fornecimento de carrocerias urbanas para a Região Sudeste. Em 2012, lançou o primeiro double decker da marca, o Campione DD. Em 2013 foi inaugurada nova fábrica de Lorena, e lançados dois modelos, o articulado Doppio BRT, com 18,6 m, para chassis com motor central ou traseiro, e o Versatile Gold, para chassis com motor dianteiro e operações de fretamento e serviço rodoviário de curta e média distância, . Em 2015 foi lançada a nova carroceria rodoviária Campione Invictus 1200, e no ano seguinte o rodoviário Campione Invictus DD. CONTATO do Canal: qravolantao@qravolantao.com.br FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
0 0   50   14-01-2023   Autos   0
Aerobus Argentino 10:16
Aerobus Argentino
Aerobus e Cametal CX40, peculiares ônibus que foram fabricados e marcaram época na Argentina, com desenho e vários itens inspirados na indústria aeronáutica, rompendo com os padrões de ônibus da época. O idealizador, García de Carlos Casares, tinha apoio de Torres, um fabricante de silos, e do governo de Buenos Aires, para a produção do ônibus pela desconhecida Carrocerías Necochea, em um pequeno galpão onde não havia dispositivos ou ferramental complexo, nem linha de montagem. Com o veículo, buscava-se maior aerodinâmica e conforto futurista para os usuários, a produção começou em 1985 e as principais unidades foram encarroçadas sobre chassi Scania K112, com três eixos, a carroceria tinha desenho arredondado semelhante à fuselagem de um avião, com as janelas fixas, curvas e arredondadas, e para brisas inclinados, o interior também semelhante aos aviões: não havia cortinas comuns, mas sim folhas que poderiam ser levantadas ou baixadas e os porta-pacotes eram fechados. O desenho, em comparação com as linhas quadradas dos ônibus tradicionais, poderia, sem dúvida, oferecer benefícios em termos de eficiência energética devido à menor resistência ao ar, a estrutura e a carroceria, foi construída em alumínio, sendo o veículo também substancialmente mais leve que os convencionais, por fim, o motor Scania 112 daquele chassi, não possuía turbo, e, naturalmente, alcançou uma economia significativa no consumo de combustível. As duas empresas que imediatamente decidiram testar o modelo foram a general Urquiza e a El Cóndor, estima-se que foram fabricadas um total de 12 a 14 unidades. Com os testes em serviço, na época, problemas começaram a surgir, por parte dos usuários, a reclamação ficava por conta dos vidros colados e insuficiência do ar condicionado, tornando o ar dentro do veículo desconfortável e alguns usuários se sentiam claustrofóbicos, há informações também que surgiram problemas estruturais e de acabamento no projeto, dessas forma, lentamente, o aerobus foi desaparecendo das rotas argentinas, os modelos sobreviventes foram sucateados quase por completo. Um outro veículo daria sequência, de certa forma, ao legado do Aerobus, tratava-se do Cametal CX40, que embora tenha sido lançado um pouco depois do Aerobus, em 1987, teve o projeto originado em 1982, criado por Miguel Bustilho, que se propôs a imaginar um ônibus de longa distância com um conceito futurista, ao primeiros esboços, chamou de Jetbus, um conceito de inspiração aeronáutica, projeto que ficou adormecido pelos anos seguintes, até que em meados de 1985, o projetista recebeu a informação do eminente lançamento do Aerobus, a empresa onde trabalhava, a Cametal, logo interessou-se em produzir algo semelhante ao Aerobus, um dia de grande sorte para o projeto Jetbus, a empresa já tinha 35 chassis Scania e o projeto podia ser colocado em prática. A Cametal era a maior empresa da época na produção de ônibus de longa distância, e comemorava 40 anos, o projeto jetbus, coincidentemente foi rebatizado de CX40, em alusão ao coeficiente aerodinâmico da carroceria. Seu mercado era conhecido por ser limitado, um produto de nicho, embora uma novidade, não trazia grandes soluções com ele, a tendência mudou poucos anos após o lançamento do CX e isso encurtou sua vida comercial. Nos anos 90 a prioridade era a carga útil, ônibus com piso elevado por exemplo, então os modelos Jumbus da Cametal, teriam vida mais longa. Outra crítica ao CX40 foi o efeito estufa causado na cabine do motorista, pela forte inclinação do para-brisa, que por sua vez era muito grade com muito incidência de luz, e o ar condicionado na área não era suficiente. O modelo foi fabricados em comprimentos maiores, cerca de 300 unidades foram produzidos até o ano de 1995. COMPARTILHE ESTE VIDEO: https://youtu.be/1LZNCqbrVOw CANAL: https://youtube.com/qravolantao VOCÊ VAI GOSTAR DESSES OUTROS VIDEOS: TECNOBUS os ônibus da Itapemirim fábrica prórpia: https://youtu.be/l9w3MANLizY Ônibus de dois andares: https://youtu.be/OtKiIl7iooE CMA Flecha Azul Cometa: https://youtu.be/v0GJY_X7jlM Ciferal Dinossauro: https://youtu.be/7Ap-B1OItck História da THAMCO ônibus no Brasil: https://youtu.be/c_VNXv6TOl0 Volvo Buses e seus icônicos 9900 e 9800DD: https://youtu.be/B_Nbt1JJ9Hs História do FURA FILA - Marcopolo VLP200: https://youtu.be/a4O3i4fVWN8 Novo Marcopolo Geração 8: https://youtu.be/DWwN5DBmbSs Zeppelim e Ônibus no Brasil: https://youtu.be/9nK86WXpTyI História da CARBRASA - Carrocerias Brasileiras de Ônibus: https://youtu.be/pZryYxwHHQM História da CIFERAL e os ônibus urbanos: https://youtu.be/nI811cz1ubg JUMBOCRUISER - Maior ônibus rodoviário do mundo: https://youtu.be/dllSSlMtPh0 História dos TRÓLEBUS no Brasil: https://youtu.be/EQwtwwlxqiQ ========== SEJA MEMBRO: https://www.youtube.com/channel/UCrYb6x4_I2zbyglwK2uyRAg/join
0 0   54   14-01-2023   Autos   0
História da BUSSCAR - Ônibus Rodoviários 12:38
História da BUSSCAR - Ônibus Rodoviários
A BUSSCAR, surgiu em 1989, tratava-se da renomeação da marca Nielson, fabricante dos famosos Diplomatas, o novo nome, Busscar, era a junção dos termos alemães buss (ônibus) e car (carroceria), também ganhou nova logo composta por 4 estrelas. Os primeiros modelos lançados da primeira geração Busscar, foram 4, para substituir os Diplomatas, primeiro foi o Jum Buss 380, um High Decker de aproximadamente 3,8m de altura, para substituir o Diplomata 380, o El Buss, foi apresentado nas versões 320, 340 e 360, no lugar dos diplomatas 310, 330 e 350. Além da nova estética, os novos ônibus passaram por grandes mudanças na estrutura, nos acabamentos e processos construtivos, ampla utilização de fibra de vidro, inclusive nas laterais do teto, opção de porta para o motorista, poltronas com maior inclinação, entre outros. Logo em seguida, para completar a linha, foi lançado também o Jum buss 360, ainda em 1990, e depois o Jum Buss 340, em 1992. Para a linha de 1993, ocorreram alguns facelifts, os ônibus Jum Buss e El Buss, apresentaram pequenas alterações estéticas, a mais visível na dianteira, nova grade, sem as barras horizontais anteriores, dois faróis acrescidos ao para-choque, passaram a ser conhecidos como série 2. Em outubro de 1993, os modelos Jum Buss passaram a oferecer, pela primeira vez, vidros laterais colados. A dianteira mudou levemente, ganhando uma barra de alumínio sobre fundo preto na grade, com logotipo da fábrica em tamanho maior, era a Série T (340T, 360T e 380T). A Busscar exportava para vários países da América do Sul, e em 1993 se associou com Mexicana MASA, o acordo, envolvia a exportação de 500 veículos completos, e transferência de tecnologia para posterior fabricação local. Em 1995 para a linha de 96, novo facelift traria algumas mudanças na dianteira, área da cabine e janelas, e seria lançado mais uma variante, o Jum Buss 400 Panoramic’o, era o primeiro low driver da Busscar. Em 1998, preparando-se para novo ciclo de crescimento, lançava a série 4, que representava algumas mudanças estéticas, como máscara cromada nos faróis, e além de um micro rodoviário, lançou seu primeiro double decker, o Panorâmico DD, com linhas totalmente novas, muito modernas. Más após os lançamentos, em 30 de outubro daquele ano, Harold Nielson, um dos proprietários que liderava a marca, faleceu em um trágico acidente aéreo, isso seria um duro golpe para a administração da Busscar. Os antigos modelos Jum Buss 360, levemente modificados, receberam a denominação Vissta Buss, as vendas na América Latina eram promissoras, incluindo os urbanos comuns e articulados, iniciava-se também contratos com empresa da Noruega. Naquele momento, a Busscar era a quinta maior encarroçadora no mundo e a segunda do país, com 32% do mercado interno, contra 40% da líder Marcopolo. Em maio de 2001, com grande renovação a Busscar lançava sua segunda geração, modernizada, eram grandes investimentos realizados em pouco mais de dois anos na compra e modernização de grande número de unidades fabris no exterior – México, Cuba, Venezuela, Colômbia e Noruega, porém desproporcionais frente ao seu capital social da empresa, o que levou a grave problema de liquidez, e rapidamente, em 2002, chegou a grande crise, em poucos meses a produção caiu mais de 60%, fornecedores deixaram de receber, e houve demissões, até que em 2004 formalizaria um empréstimo junto ao BNDES, obrigando-se, em contrapartida, a iniciar profunda reestruturação financeira. Com dívidas de meio bilhão de reais, continuou ativa na disputa pelo mercado. Para a linha de 2007, eram lançadas pequenas modificações na que ficaria conhecida como série 6, era retirado do borrachão lateral, as grades do motor redesenhadas, e nova frente, além das mudanças chegava um novo modelo, o Elegance. A crise financeira retornaria em 2009 com mais força, a Busscar como seu último suspiro lançaria o novo panorâmico DD, totalmente redesenhado, design que seria premiado, tinha vidros e para-brisas colados, retrovisores externos incorporando luzes de direção e iluminação interna por leds, era provavelmente o mais belo ônibus da marca, porém, o último. A crise em poucos meses levou a nova paralisação das atividades, e redução drástica de empregados. Em 2011, com irrisório quadro de pessoal, produção quase simbólica e mais de um ano e meio de salários atrasados, a empresa teve a falência decretada. Em setembro de 2012 a fábrica foi lacrada e a produção definitivamente encerrada, sendo determinado o leilão de seus ativos. Por anos o processo correria na Justiça, após três tentativas de leilão mal sucedidas, em 2018 a Justiça autorizou a venda da Busscar para a Carbuss – Indústria Catarinense de Carrocerias Ltda., empresa especificamente criada para este fim por um grupo de investidores, alguns dos quais sócios da Caio Induscar. CONTATO do Canal: qravolantao@qravolantao.com.br qravolantao@gmail.com FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
0 0   44   14-01-2023   Autos   0
Melhor explicação - Categorias de Habilitação - para que serve cada uma 09:09
Melhor explicação - Categorias de Habilitação - para que serve cada uma
As categorias estão previstas e descritas da Conf. Art. 143 do CTB e Res. 168 do CONTRAN anexo I. Os candidatos poderão habilitar-se nas categorias de A a E, obedecida a seguinte gradação: I - Categoria A - condutor de veículo motorizado de duas ou três rodas, com ou sem carro lateral; II - Categoria B - condutor de veículo motorizado, não abrangido pela categoria A, cujo peso bruto total não exceda a três mil e quinhentos quilogramas e cuja lotação não exceda a oito lugares, excluído o do motorista; III - Categoria C - condutor de veículo motorizado utilizado em transporte de carga, cujo peso bruto total exceda a três mil e quinhentos quilogramas; IV - Categoria D - condutor de veículo motorizado utilizado no transporte de passageiros, cuja lotação exceda a oito lugares, excluído o do motorista; V - Categoria E - condutor de combinação de veículos em que a unidade tratora se enquadre nas categorias B, C ou D e cuja unidade acoplada, reboque, semirreboque, trailer ou articulada tenha 6.000 kg (seis mil quilogramas) ou mais de peso bruto total, ou cuja lotação exceda a 8 (oito) lugares. (Redação dada pela Lei nº 12.452, de 2011). OFERTAS: - Como Passar na 1ª Prova: https://go.hotmart.com/Q14521747M - Prova Prática DETRAN: https://go.hotmart.com/I14518059S?dp=1 § 1º Para habilitar-se na categoria C, o condutor deverá estar habilitado no mínimo há um ano na categoria B e não ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima, ou ser reincidente em infrações médias, durante os últimos doze meses. § 2º São os condutores da categoria B autorizados a conduzir veículo automotor da espécie motor-casa, definida nos termos do Anexo I deste Código, cujo peso não exceda a 6.000 kg (seis mil quilogramas), ou cuja lotação não exceda a 8 (oito) lugares, excluído o do motorista. (Incluído pela Lei nº 12.452, de 2011) § 3º Aplica-se o disposto no inciso V ao condutor da combinação de veículos com mais de uma unidade tracionada, independentemente da capacidade de tração ou do peso bruto total. (Renumerado pela Lei nº 12.452, de 2011) OFERTAS: - Planilha UBER, 99, e outras: https://go.hotmart.com/E14537306A - Seja Aprovado na UBER: https://go.hotmart.com/B14537368U?dp=1 **CTB - Art. 144. O trator de roda, o trator de esteira, o trator misto ou o equipamento automotor destinado à movimentação de cargas ou execução de trabalho agrícola, de terraplenagem, de construção ou de pavimentação só podem ser conduzidos na via pública por condutor habilitado nas categorias C, D ou E. Parágrafo único. O trator de roda e os equipamentos automotores destinados a executar trabalhos agrícolas poderão ser conduzidos em via pública também por condutor habilitado na categoria B.” **Resolução 350/2010 do Contran Veja Também: Significado do nome das estradas: https://youtu.be/mUJeIVBriy História da Ford F-250: https://youtu.be/MPDrdQX7iRM CONTATO do Canal: qravolantao@gmail.com FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
0 0   54   14-01-2023   Autos   0
Você conhece o School Bus - Ônibus Escolar Clássico - Americano e Brasileiro 08:52
Você conhece o School Bus - Ônibus Escolar Clássico - Americano e Brasileiro
O School Bus, ônibus escolar clássico americano, já conta com várias décadas de história, seguindo peculiares padrões que o tornou conhecido em todo o mundo, e também utilizado em vários outros países, inclusive no Brasil inspirou alguns lançamentos nacionais da Ford em parceria com a extinta THAMCO, e também com a CAIO. Com relação a origem dos ônibus escolares, embora tenha sido nos Estados Unidos e também no Canadá que esse veículo acabou especialmente difundido, e conhecido pelo desenho clássico e pela cor oficial school bus yellow, sua origem remonta ao século 19 na Inglaterra, quando o inglês George Shilibber construiu a primeira carroceria, ainda puxada por cavalos, com capacidade para até 25 crianças, destinada ao transporte de alunos nos arredores de Londres, dando início a uma linhagem de veículos especiais para transporte de alunos. Com o tempo, esse tipo de transporte especial para crianças foi difundido na Inglaterra e de lá para os Estados Unidos, onde acabou especialmente difundido, a tal ponto que seu uso no transporte escolar passou a ser obrigatório já na década de 30. Em 1937, a Wayne Corporation foi a primeira encarroçadora de ônibus escolares fundada nos Estados Unidos, e popularizou seu estilo junto com outras companhias como Crown Coach e Gilig Bros. Na década de 40, uma série de leis criaram várias regulamentações quanto às características gerais padronização e diversos itens de segurança obrigatória nesses veículos, a serem inseridos pelas fabricantes e encarroçadores. Uma das primeiras características a surgir foi a cor do ônibus, que após passar por um processo de escolha entre várias tonalidades, a decisão final foi por um tom de amarelo, levemente alaranjado, que recebeu o nome oficial de “National School Bus Yellow Chrome”, atualmente “National School Bus Glossy Yellow”. Fora a cor, dos mais de 40 itens padronizações, se destacam, por exemplo, às dimensões e peso dos veículos, assim como sua estrutura, que deve ser mais pesada e mais reforçada que a maioria dos outros veículos automotores, há uma porta traseira de emergência, luzes de advertência, maior altura em relação ao solo, e uma placa de “PARE” escamoteável na lateral, indicando que é proibido ultrapassá-los quando a placa estiver à mostra. O uso dos chassis de caminhão com capô, não foi uma disposição definida pela legislação, mas sim uma questão de conveniência e custos de produção, adequando-se aos níveis de robustez e resistência exigidos. Esses ônibus foram fabricados por todas as grandes marcas, como Mack, GM, Ford, International, freigthliner, entre outras. Após 150 mil milhas ou dez anos de serviço, os ônibus escolares obrigatoriamente são aposentados, e por isso, geralmente são vendidos em leilões por preços bem simbólicos, e mesmo doados, e dessa forma boa parte dessa frota acaba parando em países da América Latina. No Brasil, um dos primeiros escolares propriamente ditos, e mais difundido foi o CAIO Carolina, lançado em 1972, seguido por Marcopolo Junior de 1972, e Sênior de 1984, entre outros. Ainda no início dos anos 90, o MEC encomendou para a Ford um ônibus escolar para 50 passageiros, que tivesse todos os itens de segurança como nos veículos escolares americanos, foi então que surgiu, no ano de 1992 o primeiro School Bus brasileiro, sobre chassi do caminhão Ford F12000, o Aquarios, carroceria fabricada pela antiga marca brasileira Thamco. Em seguida, a Caio lançaria também o Mobile, a partir do caminhão Ford F12000, e um outro sobre o mercedes 1214, o raro CAIO Taguá, versão que foi praticamente toda exportada para países da américa latina, já que por uma série de motivos e características peculiares do transporte brasileiro, esses modelos de ônibus não engrenaram no mercado, ficando praticamente apenas nesses modelos. Acabou que quem faria grande sucesso no transporte escolar no Brasil na década de 90 seriam as vans, começando pela clássica KOMBI e sendo inundado pelas vans Topic e besta, das coreanas KIA e ASIA Motors, muito difundidas no Brasil na década de 90. Os programas governamentais para o transporte escolar, como o caminho da escola lançado em 2007, fariam surgir vários veículos especializados para o transporte escolar, principalmente em áreas rurais e de difícil acesso, a cor amarela seria mantida, más nada semelhante ao school bus americano surgiria novamente no Brasil. Já na américa do Norte, de forma geral, os ônibus escolares seguem o mesmo padrão há mais de oito décadas, e ainda são considerados seguros o bastante, evoluindo conforme a tecnologia disponível no mercado, já sendo apresentados inclusive, elétricos. ===================== COMPARTILHE ESTE VIDEO: CANAL: www.youtube.com/qravolantao/videos =====================
0 0   40   14-01-2023   Autos   0
História do Fórmula Truck 10:43
História do Fórmula Truck
A Fórmula Truck foi uma categoria brasileira do automobilismo, onde corriam caminhões devidamente preparados, teve mais de 20 anos de história atingindo grande sucesso, patrocínio, grandes públicos e marcando lugar na televisão brasileira. Seu início se deu os anos 80, idealizada pela caminhoneiro e empresário Aurélio Batista Félix e o jornalista português Francisco Santos, em 6 de setembro de 1987 fizeram a primeira corrida no circuito do Autódromo Internacional de Cascavel, no Paraná. A prova de exibição juntou 35 pilotos e foi batizada de "I Copa Brasil de Caminhões", e serviria como teste para averiguar a segurança do inédito tipo de corrida. Cerca de 20 mil pessoas compareceram ao Autódromo para prestigiar o início das corridas de caminhões no Brasil, era um pioneirismo audacioso, más que devido a todas as limitações da época, ocorria sem muita segurança, e tragicamente, o piloto Jefferson Ribeiro da Fonseca, que também era presidente do autódromo internacional de cascavel, estava em segundo lugar na prova e sofreu um grave acidente com o Scania L-110 que pilotava, vindo a óbito, encerrando a prova naquele dia, e ainda abalando duramente todo o projeto. A Confederação Brasileira de Automobilismo, proibiu corridas de caminhões, um dos idealizadores, o jornalista Francisco Santos, desistiu do projeto, más Aurélio Félix focou-se em um trabalho direcionado para criação de uma categoria esportiva de caminhões sólida e segura, com regulamentos técnicos e pesquisas necessárias. Em 1994 conseguiu-se executar provas de exibição, com o objetivo de convencer caminhoneiros, imprensa e empresários, foram 4 provas de demonstração com público de mais de 120.000 pessoas no autódromo! Com o sucesso de público e procura, a CBA passou a cogitar uma homologação daquele tipo de corrida. No ano de 1996 ocorreu o primeiro campeonato, com regulamento definido e homologado pela CBA, naquele ano chegaram a andar nas pistas 19 pilotos, chegaram a acontecer acidentes, mas provou-se a eficiência dos sistemas de segurança com os motoristas saindo ilesos. A formula truck teria vários patrocinadores de grande renome, como Petrobras, Bridgestone, Vipal e Cervejaria Petrópolis, uma das primeiras foi a Firestone. O idealizador do esporte, Aurélio Felix, esteva sempre a frente da competição praticamente em todas as provas, participando ativamente da regulamentação, trabalhando nos bastidores para conseguir televisionar as provas, conseguir pilotos competitivos e autódromos, criou e protagonizou também o truck show, com exibições de manobras durante os intervalos das provas. Todas as edições da Formula Truck sempre tinham grande público, tanto presentes dos autódromos como pela televisão, inicialmente pela Rede Globo no Esporte Espetacular, nos anos seguintes foi transmitida ao vivo aos domingos à tarde na TV Bandeirantes, algumas vezes também pela redetv, e com reportagens e compactos no Siga Bem Caminhoneiro do SBT. Até a última etapa do ano 2000, a Fórmula Truck realizou 44 corridas em vários estados do país. Na primeira etapa de 2008, ironicamente onde tudo havia começado, Guaporé RS, Aurélio passou mal após a prova, foi socorrido para o hospital, vindo a falecer alguns dias depois, em 05 março de 2008. A presidência da fórmula truck seria então assumida pela esposa de Aurélio, Neuza Navarro, e os três filhos assumiram o show com os caminhões. O restante da temporada 2008 foi dedicada a ele, com a comoção gerada no mundo do automobilismo, a categoria fechou o ano de 2008 com um dos mais autos índices de público e audiência de sua história. Em 2009 a categoria continuou forte e inclusive levou, pela primeira vez, uma etapa para fora do país, na cidade de Buenos Aires, até 2016, mesmo com edições e campeões, a Fórmula truck entraria em um declínio sem volta, vários problemas circundavam a categoria, até que na edição de 2017, um grupo formado por nove equipes e seus respectivos pilotos comunicaram que seus integrantes não participariam daquela edição, a suspensão da etapa de formula Truck de 2017, era inevitável, e foi então comunicada oficialmente, e não voltaria mais. As equipes que abandonaram a antiga Formula truck, uniram-se em uma associação que deu origem à Copa Truck em novembro de 2017, homologada pela Confederação Brasileira de Automobilismo, que substituiria a antiga Fórmula Truck, esta deixava na história, além do legado de pessoas que lutaram pelo sucesso da modalidade, um grande sucesso com o público sendo a principal atração do automobilismo brasileiro, atraindo mais atenção que os badalados Grande Prêmios de Fórmula 1 e Fórmula Indy, nos autódromos batendo recordes de presença nas arquibancadas, superando a de vários times da Série A do Campeonato Brasileiro e índices de audiência na TV. CONTATO do Canal: qravolantao@qravolantao.com.br FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
0 0   52   14-01-2023   Autos   0
Volvo NL - Uma lenda das estradas 10:17
Volvo NL - Uma lenda das estradas
A série NL de caminhões da Volvo foi apresentada em 1989 e fabricada até 1999, representou a transição entre a base de produtos Volvo fabricados no Brasil, os N10 e N12, e a era do motorização eletrônica trazida pelo NL EDC. Em 1980 saiu da recém inaugurada fábrica da Volvo em Curitiba, o primeiro caminhão da marca fabricado no Brasil, o N10, que foi seguido pelo N12, utilizavam motores de 9,6 e 12 litros com potências entre 260 e 330cv, e cambio de 16 marchas (4+4+reduzidas), visando o transporte pesado do país, mercado que na época era dominado 80% pela Scania, graças ao sucesso dos famosos modelos jacaré (110 e 111). Em outubro de 1989, foi apresentada a nova série dos caminhões volvo no Brasil, substituindo o modelo N, foi lançada a famosa linha NL10 e NL12, recebeu novo capô mais aerodinâmico e 25 cm mais comprido que os antigos, novos faróis, grades e para-choque, com mais espaço interno, melhoras no isolamento térmico e algumas mudanças no painel, recebeu novas faixas decorativas. O nova linha NL mantinha o cambio manual de 16 marchas, tinha nova embreagem, suspensão revisada e opção de eixo traseiro com ou sem redução, foi lançada inicialmente em três faixas de potência para o mercado interno: NL10 versão sem intercooler de 275cv (NL10 280), e com intercooler de 340cv (NL10 340), e NL12 de 400cv. Em 1993 foi apresentada a nova família de caminhões NL, o NL10 em versões 310 e 340 (com 308 e 340 cv), e o NL12 em versões 360 e 410 (356 e 408 cv), com opções de cabine curta e longa, 4×2, 6×2 ou 6×4. Em 1996 assumindo o pioneirismo tecnológico a volvo lança os primeiros caminhões brasileiros com gerenciamento eletrônico, a série EDC (de Electronic Diesel Control), assim a série EDC representou o abandono da utilização de motores “mecânicos” em toda a linha de caminhões Volvo, que se antecipando à legislação ambiental. O EDC foi lançado em três versões, com motores de 320, 360 ou 410 cv, três opções de eixos traseiros, 4×2 com ou sem redução e 6×4, A cabine-leito, única opção oferecida, ganhou teto alto, novo para-sol e interior totalmente redesenhado, com materiais e soluções de acabamentos semelhantes ao Globetrotter, eram novos volante, coluna de direção ajustável, posição dos comandos e iluminação interna; foram criados espaços porta-objetos e um console elevado para o rádio. No final da década de 90 (entre 97 e 99) a Volvo inaugurou nova fábrica de motores, e nova fábrica de cabines, o modelo FH12, que estava sendo importado desde 1993, passou a ter produção nacional em 1998, e em 1999 foi lançada a linha NH12, que viria a substituir o NL, tratava-se da versão de cabine recuada do FH12. Curiosidade: As cabines dos modelos N e NL da Volvo eram fabricadas pela brasileira Brasinca, maior fabricante independente de cabines da época, que também fabricou as famosas cabines Fenemê, Scania 112 e 113, e pick ups de luxo. Canal QRA Volantão Músicas: Daily Beetle - Kevin MacLeod Daily Beetle de Kevin MacLeod está licenciada sob uma licença Creative Commons Attribution (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/) Origem: http://incompetech.com/music/royalty-free/index.html?isrc=USUAN1500025 Artista: http://incompetech.com/ Iron Bacon - Kevin MacLeod Iron Bacon de Kevin MacLeod está licenciada sob uma licença Creative Commons Attribution (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/) Origem: http://incompetech.com/music/royalty-free/index.html?isrc=USUAN1200011 Artista: http://incompetech.com/ CONTATO: qravolantao@gmail.com FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
0 0   48   14-01-2023   Autos   0
Os Tipos de Ônibus 13:15
Os Tipos de Ônibus
Veja aqui os principais tipos de ônibus, dos urbanos aos rodoviários, as diversas classificações e configurações de acordo com a caraterística e tipo de uso, com curiosidades e exemplos. ===================== COMPARTILHE ESTE VIDEO: https://youtu.be/Z_cQmnFYA_k CANAL: www.youtube.com/qravolantao/videos ===================== Primeiramente, falando de urbanos, a ABNT, através da NBR 15570 de 2011, faz uma divisão de acordo com o comprimento, PBT e capacidade de passageiros, totalizando 7 categorias, são elas: micro-ônibus, miniônibus, midiônibus, ônibus básico, padron, articulado e biarticulado; Articulados: https://youtu.be/SUR2EePfZgg O Microonbus é a menor configuração, deve ter PBT entre 5 e 8 toneladas, comprimento máximo de 7,4 metros e capacidade entre 10 e 20 passageiros sentados. O Miniônibus é uma versão um pouco maior que o micro, deve ter PBT entre 8 e 10, comprimento máximo de 9,6m, e capacidade mínima para 30 passageiros, incluindo quantidade permitida de pé. VOLARE - História e Evolução da maior marca de microonibus do Brasil: https://youtu.be/AsGmqUr2k_k Midiônibus é uma configuração maior que o mini e menor que o convencional, deve ter PBT entre 10 e 15 toneladas, comprimento máximo 11,5m, e capacidade mínima de 40 passageiros, incluindo sentados e em pé. O ônibus básico médio, deve ter PBT entre 15 e 16 toneladas, comprimento máximo de 12,6m e capacidade para no mínimo 70 passageiros, sentados e em pé. O ônibus Padron deve ter de 16 a 26 toneladas de PBT, capacidade mínima de 80 passageiros, e comprimento máximo de 14 metros na versão 4x2 ou 15 metros na 6x2. Os ônibus articulados, podendo ter 3 ou 4 eixos e até 18,6m, devem possuir PBT entre 26 e 36 toneladas, e capacidade mínima de 100 passageiros, essa configuração surgiu da necessidade de se transportar maior quantidade de passageiros, más com um veículo com maior capacidade de manobra, inclusive, curiosamente uma das tentativas de modernizar e dar mais capacidade ao transporte urbanos foi a criação de carretas para passageiros, apelidados de papa filas. Papa- Filas: https://www.youtube.com/watch?v=yGN0pHp_zXI O biarticulado surgiu da necessidade de transportar ainda mais passageiros em corredores de trânsito rápido, com PBT de até 36 toneladas, podem ter comprimento máximo de 30 metros e capacidade para pelo menos 160 passageiros. No Brasil o primeiro chassis biarticulado foi lançado pela volvo em 1991, na cidade de Curitiba, o B58E, que receberia carroceria Ciferal GLS Megabus. História do FURA FILA - Marcopolo VLP200: https://youtu.be/a4O3i4fVWN8 Também é comum a criação de versões elétricas sustentáveis, para substituir os combustíveis fosseis, eles podem ser totalmente elétricos utilizando baterias, híbridos com motores elétricos e de combustão, ou trólebus, que são alimentados por linhas elétricas semelhantemente aos metrôs. História dos TRÓLEBUS no Brasil: https://youtu.be/EQwtwwlxqiQ Os ônibus rodoviários são destinados ao transporte de longa distância, para isso geralmente neles são empregados grande quantidade de itens e opcionais destinados ao conforto e segurança, assim como os urbanos, no brasil a maioria dos ônibus possuem chassis fabricados por uma marca e carroceria fabricadas por outros, embora tenha havido também os chamados monoblocos, sendo os mais famosos os da Mercedes Benz, os quais possuem uma plataforma integrada à carroceria fabricada pela mesma marca. Novo Marcopolo Geração 8: https://youtu.be/DWwN5DBmbSs Também podem haver micro ônibus e outras classificações como nos urbanos, quanto à construção que interfere no piso, cabine do motorista e bagageiros, são comumente divididos em LD, HD e DD, além dos convencionais. O HD, abreviação para High Decker, ou piso alto, tal característica de piso alto permitiu grande ampliação do volume dos bagageiros. O LD, abreviação de Low Driver, surgiu com o rebaixamento do posto do motorista e ampliação do salão de passageiros, que segue até o pra brisa superior logo acima do motorista. O DD, abreviação de Double Decker, dois pisos, surgiu para aproveitar o espaço inferior para criação de um salão de passageiros, aumentando a capacidade total, e permitindo ainda o oferecimento de duas classes no mesmo veículo, geralmente a parte inferior recebe configuração leito. Ônibus de dois andares: https://youtu.be/OtKiIl7iooE JUMBOCRUISER - Maior ônibus rodoviário do mundo: https://youtu.be/dllSSlMtPh0 No mais, os rodoviários se diferem principalmente nas configuração para o tipo de serviço a ser prestado, sendo os principais deles: convencional com ou sem ar, executivo, semileito, leito, e leito-cama, os mais diferentes são os leitos, com menor quantidade de poltronas que são mais espaçosas e permitem um grau maior de reclinação. ===================== SEJA MEMBRO: https://www.youtube.com/channel/UCrYb6x4_I2zbyglwK2uyRAg/join
0 0   89   14-01-2023   Autos   0
O Último Caminhão Chevrolet 08:12
O Último Caminhão Chevrolet
O lançamento da terceira e última geração de caminhões Chevrolet oferecidos no Brasil, ocorreu em 1985, já era uma renovação tardia, más naquele ano, acompanhado a renovação das picapes, com a clássica série 20, os caminhões ganharam nova cabine, e nova nomenclatura, que indicava do peso bruto total aproximado, os A, C e D60,70 ou 80, davam lugar aos Chevrolet 11000, 13000 (4x2), 19000, 21000 (6x2) e 22000 (6x4). Na concorrência, a grande rival da Chevrolet, Ford, também havia renomeado seus caminhões baseando-se no PBT aproximado, equipando todos com motores a diesel Perkins e MWM, más do design antigo não mudaram quase nada, más já lançava a moderna linha Cargo. A Mercedes, campeã de vendas, estava bem a frente, sempre com motores a Diesel, incluindo os modelos OM 352 e 355, já disponibilizava turbocompressor e acabava de lançar um facelift nas cabines, más já planejava uma grande renovação para início dos anos 90. E por fim, a recém-chegada Volkswagen caminhões já havia lançado em 1981 seus primeiros modelos de cabine avançada basculante e motores diesel. Pela concorrência se notava a grande tendência de motores a diesel, mais potentes e econômicos, e a eliminação das compridas cabines recuadas, más a Chevrolet não tinham melhores planos para sua linha de caminhões, a cabine em sí, era a mesma da linha de picapes e do leve D40. Para essa terceira geração Chevrolet, eram três opções de motores, dois GM e um Perkins, A primeira opção era o 292, a gasolina, de 6 cilindros, 4.8 litros (4777cm3), carburador de corpo simples, 32KGFM a (1600RPM) e 130CV (3800RPM) A segunda opção era o mesmo o 292 4.8 litros, porém á álcool, 34.7KGFM (2000RPM) e 148CV a 3800RPM. Por último o Perkins Q20B 6 cilindros, 5.8 litros á diesel, 43.2KGFM a 1400RPM e 135CV a 2800RPM, com bomba injetora de atuação mecânica. Os modelos 11mil e 13 mil eram as versões 4x2, o 19mil e 21 mil 6x2, e o 22mil, 6x4, todos com suspensão por feixe de molas, freios a tambor em todas as rodas, e cambio de 5 marchas, com opção de redução no diferencial para os 13, 19 e 21mil, roda raiada para a maioria, exceto o 11mil e 19mil, havia opção também de direção hidráulica. Há informações que a GM chegou a trabalhar em projetos de cabine avançada, de modelo pesado para 32t, e de um ônibus em parceria com a Marcopolo, que não chegaram a concretizar. Em janeiro de 86, na tentativa de oferecer algo diferente para o mercado, e resolver parte do problema da pequena cabine, os caminhões receberam opção de cabine dupla de quatro portas fabricada pela Brasinca, más apesar desse esforço de renovação, sua posição no mercado de caminhões continuou crítica, especialmente após o lançamento do Ford Cargo. Em 1989, primeiramente a opção de motor á alcool dava o seu adeus, ficando a opção do mesmo motor a gasolina, o último caminhão a gasolina oferecido no Brasil, para a linha de 1992, os modelos 19000,21000(6x2) e 22000(6x4a) também eram retirados de linha, os caminhões 11000 e 12000 tiveram a suspensão reforçada e passaram a integrar, de série, alguns itens antes opcionais, dentre os quais direção hidráulica. A capacidade de carga foi levemente aumentada e, com isto, a denominação alterada para 13000 e 14000, respectivamente. O motor Perkins seis cilindros 5.8 aspirado era mantido, e começou a ser oferecido em versão turbo, o QT20B 6 cilindros, com potência de até 156cv, potência bem baixa comparando com os concorrentes da campeã de vendas mercedes, e da volkswagem que já ultrapassava os 200cv, devido a vários motivos os chevrolets ficavam restritos a vendas para usos de distribuidoras e entregas, a curtas distâncias. Nos primeiros anos da década de 90, a GM, que foi uma das primeiras marcas a se instalar no Brasil, isso no ano de 1925, amargava o último lugar com uma ínfima participação na venda de caminhões no Brasil, e em 1995, resolvia por fim a história de quase 40 anos de fabricação de caminhões no Brasil, encerrando a fabricação de sua última geração, em seu lugar, a GM importaria entre 1997 e 2001, modelos de caminhões Kodiak norte-americanos e Isuzu japoneses, comercializando lhes com bandeira GMC, porém tiveram pequena participação no mercado. CONTATO do Canal: qravolantao@qravolantao.com.br FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
0 0   46   14-01-2023   Autos   0
SILVERADO, história da última lenda Chevrolet no Brasil 07:49
SILVERADO, história da última lenda Chevrolet no Brasil
A pick-up Chevrolet Silverado foi a última de grandalhona da marca Brasil, lançada em 1997 com missão de substituir a D-20 e C-20, e fazer frente à Ford F-1000, acabou competindo com a F-250, e teve uma sobrevida bastante curta no país, apenas 4 anos, más suficiente para deixar muitos fãs, única concorrente direta da F250 na época. Em 1996 no Brasil, a pick-up de grande porte da Chevrolet era a famosa D-20, lançada em 85, já havia passado por algumas atualizações no visual e na mecânica, como recebimento do motor S4T-Plus 150cv, seguindo de perto a Ford F-1000. estilo dessas pick-ups da GM no Brasil sempre estiveram ligados aos dos modelos norte americanos da marca, a linha C/K produzida desde a década de 60, a Silverado, da mesma forma, trouxe o estilo da Série CK americana de quarta geração lançada em 87, estilo bastante semelhante a GMC C1500, e Sierra. A Silverado chegou em março de 97, com três opções de motores: - O antigo 4.1 Maxion S4, quatro cilindros a diesel aspirado com 90 cv; - O famoso 4.1 MPFi, 6 cilindros em linha de 138 cv a gasolina herdado do Omega. - E o e inédito MWM 4.2 Turbo Diesel seis cilindros em linha, com potentes 168 cv e 43 kgfm de torque, que se tornou o mais famoso da Silverado. A picape veio apenas na versão de cabine simples, igual a C1500 americana, Standard e a luxuosa DLX. Em todas as versões o câmbio era manual de cinco marchas com overdrive e tração traseira. A Silverado chamava atenção pelo seu estilo com os famosos quatro faróis retângulares e a enorme grade cromada, sua cabine era bem acabada e equipada. Em 98, na concorrência, a Ford lançada a F-250, para substituir a F-1000 que já tinha 19 anos, reforçando o duelo entre pick-ups Ford e Chevrolet. Em 1999 a Chevrolet lançou no Brasil a Grand Blazer, o modelo nada mais era do que a famosa Suburban, (Chevrolet Tahoe) bastante tradicional nos EUA até os dias atuais, assim como a silverado, a grand blazer era fabricada na argentina e importada para o Brasil, com opções de motores a gasolina e diesel, lançada apenas na versão mais luxuosa DLX ela impressionava pelo seu tamanho e espaço interno, No mesmo ano de 99, a Ford percebendo que estava pra trás em termos de potência, passou a equipar a F250 com o mesmo motor da Silverado, o MWM Sprint 6cc, porém acrescentando o Intercooler, aumentando a potência para 180cv. Em junho de 2000, como última tentativa de salvar o modelo a Chevrolet resolveu deixar de importar a Silverado da Argentina e passou a monta-la no Brasil, na fábrica de São José dos Campos, SP, reduzindo para apenas duas opções, o modelo GMC 3500 HD, com acabamento mais simples voltada para o trabalho, e a Silverado D20, a Chevrolet passou a chamar a Silverado oficialmente de Silverado D20 em homenagem a sua antecessora, e em uma tentativa de deixar a picape mais popular. Agora todas as versões passaram a vir com um novo motor 4.2 MWM Sprint, turbo diesel de 150 cv, potência reduzida devido a ajustes por causa da emissão de poluentes. A Silverado, assim como sua concorrente F-250, abandonou o modelo com motor a gasolina, continuando apenas com o motor diesel. A Chevrolet até cogitou por um tempo trazer para o Brasil a versão cabine dupla da Silverado, o modelo até chegou a rodar em testes por aqui mas os planos foram abandonados. A picape deixou de ser fabricada em janeiro de 2001, era o último adeus da montadora num segmento que atuou no Brasil durante décadas com grande sucesso, principalmente com os modelos D e C 10/20 que marcaram a transição das grandes pick-ups dos campos para a cidade. A decisão de tirar a Silverado de linha faz parte da reestruturação da montadora no País, que também resolveu, depois de 44 anos, desativar a linha de montagem do caminhão GMC, único da montadora no País, produzido em São José dos Campos/SP. A Ford F250 ficava sozinha no segmento de grandes pick-ups, que ainda perduraria por mais de uma década. Atualmente no Brasil a principal Pick Up da Shevrolet é a S10, lançada em 95, que já passou por várias gerações e atualizações. No exterior, a Silverado seguiu seu caminho evolutivo, sendo a segunda picape mais vendida no mundo, atrás apenas da série F da Ford, más não existe no momento planos da marca de trazer a Silverado ou a GMC Sierra ao nosso mercado. Musicas: Country Cue 1 de Audionautix está licenciada sob uma licença Creative Commons Attribution (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/) Artista: http://audionautix.com/ Candlepower de Chris Zabriskie está licenciada sob uma licença Creative Commons Attribution (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/) Origem: http://chriszabriskie.com/divider/ Artista: http://chriszabriskie.com/ Back To The Wood de Audionautix está licenciada sob uma licença Creative Commons Attribution (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/) Artista: http://audionautix.com/ CONTATO: qravolantao@gmail.com FACEBOOK: http://www.facebook.com/qravolantao
0 0   50   14-01-2023   Autos   0