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Videos Na Internet / Curiosidades - Página 222

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Documental HD - Los límites del universo (National geographic) 01:33:19
Documental HD - Los límites del universo (National geographic)
El universo es la totalidad del espacio y del tiempo, de todas las formas de la materia, la energía, el impulso, las leyes y constantes físicas que las gobiernan. Sin embargo, el término también se utiliza en sentidos contextuales ligeramente diferentes y alude a conceptos como cosmos, mundo o naturaleza.1​ Su estudio, en las mayores escalas, es el objeto de la cosmología, disciplina basada en la astronomía y la física, en la cual se describen todos los aspectos de este universo con sus fenómenos. La ciencia modeliza el universo como un sistema cerrado que contiene energía y materia adscritas al espacio-tiempo y que se rige fundamentalmente por principios causales. Basándose en observaciones del universo observable, los físicos intentan describir el continuo espacio-tiempo en el que nos encontramos, junto con toda la materia y energía existentes en él. Los experimentos sugieren que el universo se ha regido por las mismas leyes físicas, constantes a lo largo de su extensión e historia. Es homogéneo e isotrópico. La fuerza dominante en distancias cósmicas es la gravedad, y la relatividad general es actualmente la teoría más exacta para describirla. Las otras tres fuerzas fundamentales, y las partículas en las que actúan, son descritas por el modelo estándar. El universo tiene por lo menos tres dimensiones de espacio y una de tiempo, aunque experimentalmente no se pueden descartar dimensiones adicionales. El espacio-tiempo parece estar conectado de forma sencilla, y el espacio tiene una curvatura media muy pequeña o incluso nula, de manera que la geometría euclidiana es, como norma general, exacta en todo el universo. Podéis contactar conmigo a través de: cesarrodriguezquintana@yahoo.es @cesarodri1 Si te gustó dale apoyo al canal y suscribete. Podéis opinar sobre qué otros vídeos os pueden interesar. Saludos
0 0   42   26-01-2023   Curiosidades   0
20 Datos inquietantes del Universo que no sabías 17:13
20 Datos inquietantes del Universo que no sabías
20 datos del Universo con objetos, estrellas y planetas inquietantes que no sabías. Curiosidades del Sistema Solar, pasando por la Vía Láctea y las galaxias descubrimos un cosmos desconocido que estamos empezando a descubrir. Telescopios como Hubble, Keck y James Webb nos dan una nueva visión de la astronomía prorcionándonos información privilegiada que hace solo unas décadas era inimaginable. Guión original de Juanjo Muñoz en colaboración con Romaxu Kizzova Aporta en patreon para que pueda seguir subiendo vídeos ¡Gracias! https://www.patreon.com/Astronomiaweb Más sobre mí: Mi Canal: https://www.youtube.com/c/CaligulaRama Mi Facebook: https://www.facebook.com/Astronomiaweb Hipótesis sobre el Universo: https://romaxu.blogspot.com Mi Twitter: https://twitter.com/juan_petrio Mi Instagram: https://www.instagram.com/astronomiaweb_ Mi Blog: https://astronomiaweb.blogspot.com Descripción del vídeo y los elementos en pantalla: Se explican 20 curiosidades del Universo. Créditos: Simulaciones creadas con Space Engine y Sony Vegas. Imágenes y algunos fragmentos de apoyo tienen la licencia Creative Commons 3.0 o 4.0. Contenido compartido por usuarios de uso gratuito como Pixabay.com y Videezy.com y Videvo, Vecteezy.com, NASA, el resto son creaciones con adobe After Effects. Credit: ICRAR/GAMA/Will Parr, Mark Swinbank and Dr. Peder Norberg (Durham University) using data from the SDSS and the GAMA surveys. Greg Bacon/STScI/NASA Goddard Space Flight Center NASA, ESA, G. Bacon, L. Frattare, Z. Levay, and F. Summers (Viz3D Team, STScI), and J. Anderson (STScI) NASA/Goddard Space Flight Center Credit: ESA/Hubble (M. Kornmesser) Credit: ESA/Hubble NASA's Scientific Visualization Studio Image Credits: NASA, ESA, and P. van Dokkum (Yale University) F. Summers, G. Bacon (STScI) Simulation: C Hummels, P. Hopkins (CalTech) and A. Wetzel (UC Davis) NASA/NCSA University of Illinois Visualization by Frank Summers, Space Telescope Science Institute, Simulation by Martin White and Lars Hernquist, Harvard University NASA's Goddard Space Flight Center GN-z11 image and video courtesy of NASA/ESA/STScI/G. Bacon and NASA/ESA/Yale University/P. Oesch and P. van Dokkum, STScI/G. Brammer, UC Santa Cruz/G. Illingworth Universe timeline image courtesy of NASA/ESA/UC Santa Cruz/B. Robertson, STScI/A. Feild Hubble galaxy image courtesy of NASA/ESA/STScI/A. Aloisi Hubble spacecraft image courtesy of NASA Credit:NASA, ESA, G. Bacon (STScI) and M. Kornmesser (ESA/Hubble) Credit: ESO/A. Fujii/Digitized Sky Survey 2/UltraVISTA teamESO Credit: NASA/GSFC/SDO G. Bacon, L. Frattare, Z. Levay, and F. Summers (STScI) Acknowledgment: A. Fujii, the Digitized Sky Survey 2, and the Hubble Heritage Team (STScI/AURA) At the Foot of the Sphinx de Twin Musicom está sujeta a una licencia de Creative Commons Attribution (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/) Artista: http://www.twinmusicom.org/ "Cold Moon" https://soundimage.org/sci-fi 95TurboSol Forest Of The Mind" (Cinematic/ Epic/ Emotional) https://www.youtube.com/watch?v=aJYgr0148EY "Cosmology" "Secret Escapes" Music: https://www.purple-planet.com "Blue Sizzle" "Controlled Chaos - no percussion" "Crypto" "Decisions" "Dopplerette" "Floating Cities" "flying Free" de Kevin MacLeod está sujeta a una licencia de Creative Commons Attribution (https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/) Music from https://filmmusic.io
0 0   101   26-01-2023   Curiosidades   0
Conheça o mercado dos fliperamas 05:03
Conheça o mercado dos fliperamas
A História dos Fliperamas no Brasil Conheça a história de como as máquinas de fliperama chegaram ao Brasil, se popularizaram, alcançaram o auge e, por fim, acabaram sendo superadas tecnologicamente e se tornando item de colecionador. Em 1940 as primeiras máquinas de fliperama chegam ao Brasil. Os principais destinos são os hotéis de Poços de Caldas (MG), importante ponto turístico do país. Em 1946 durante o governo do general Eurico Gaspar Dutra, os jogos são proibidos no Brasil. Com isso, as máquinas de fliperama acabam sendo esquecidas. Em 1968 Ressurgimento As máquinas de flipper ressurgem e os primeiros fliperamas começam a se instalar em São Paulo. Um deles é o “Diverama”, na Avenida São João, próximo ao Largo do Paissandu. Outra empresa de destaque era a “Orixá Diversões”, dona de 10 lojas na capital paulista. Em 1970 O Império contra-ataca Dois anos mais tarde, inicia-se a batalha com a Divisão de Diversões Públicas. Isso porque o órgão passa a considerar que as máquinas de fliperama se encaixam na categoria dos jogos de azar. As casas de diversões eletrônicas começam a impetrar mandados de segurança para continuar funcionando. Após algum tempo, porém, a justiça aceita que os flippers dependem mais de habilidade do que de sorte. Em 1970 A chegada da Taito A Taito, empresa japonesa de produção de máquinas de fliperama, chega ao Brasil. Entre 1973 e 1974 a Produção nacional A Taito passa a fabricar as máquinas no Brasil por conta do controle de importações estabelecido no país, que incluiu as máquinas de jogos na categoria de produtos supérfluos. No ano seguinte, a Diverama, pertencente ao hoteleiro argentino Tadeu Romano e criada seis anos antes, também inicia os investimentos em produção nacional. A empresa, uma das maiores concorrentes da Taito, contava com 50 funcionários e tinha como estratégia instalar suas máquinas em bares e hotéis. Em 1974 Os impostos para importação de máquinas de fliperama são elevados. A mudança acaba incentivando as empresas a fabricarem os flippers nacionalmente, e a recorrerem a estratégias como o “clone” de máquinas do exterior: muitas vezes, modelos de fabricantes americanas eram copiados e produzidos no Brasil com nome e algumas funções de jogo diferentes. Um dos casos mais conhecidos é o da máquina Black Knight, da Williams - que, no Brasil, foi produzida pela Taito e chamada de “Cavaleiro Negro”. Em 1977 Exportação para o Japão Depois de iniciar o investimento na produção nacional, a Taito começa a exportar máquinas para o Japão. Para 1978, a empresa previa a exportação de 150 unidades por mês para o país de sua sede. Em 1977 A popularidade dos fliperamas de rua O interesse do público pelos fliperamas só aumenta. Neste ano, a cidade de São Paulo já contava com 3.500 máquinas de fliperama, espalhadas em 600 estabelecimentos diferentes. Mensalmente, cerca de 14 milhões de cruzeiros eram gastos nessas lojas somente na capital paulista. Em 24 de Abril 1979 Fliperamas x Escolas A entrada de menores de 18 anos nos fliperamas localizados a menos de 300 metros de escolas passa a ser proibida. A medida se deu por conta do sucesso desses estabelecimentos: não raro, crianças e adolescentes costumavam “matar aula” para jogar nos cada vez mais numerosos fliperamas de rua. A decisão substituiu outra resolução, de dezembro de 1977, que permitia a entrada de maiores de 12 anos nas casas de diversões eletrônicas desde que não estivessem uniformizados. Em 1982 A criação da Playland A Taito lança, junto ao Playcenter, a “Playland”, rede de casas de diversão localizadas dentro de shoppings. O empreendimento foi considerado inovador na época. Inicialmente, foram abertas duas lojas: uma no RioShopping, no Rio de Janeiro, e outra no Shopping Morumbi, em São Paulo. Em 1983 Taito domina o mercado nacional A Taito continua se destacando como a maior fabricante do ramo no país, com 70% de toda a produção nacional. Neste ano, a empresa contava com 300 operários e produzia cerca de 300 máquinas por mês - 40% de fliperama (pinball) e 60% de videojogo (arcade). Para distribuir o equipamento, a Taito contava com a rede de lojas “Playtime”, além de uma série de “concessionárias” particulares, que alugavam as máquinas. Os dois modelos de negócio somavam 1.400 pontos de jogos no país. Em 1983 A chegada do Atari No fim de 1983, o Atari é lançado no Brasil pela Gradiente. Apesar de não ser o primeiro console no país, foi ele um dos maiores responsáveis pela popularização dos videogames domésticos no Brasil - que passaram a competir com os fliperamas. Entre 1984 e 1985 O sucesso continua... O eixo Rio-São Paulo chega ao número de 6 mil máquinas de fliperama (contra o número de 5 mil em todo o país em 1979). Em 1985, segundo estimativa da Abrade (Associação Brasileira de Fabricantes e Operadores de Aparelhos de Diversões Eletrônicas), havia 300 estabelecimentos que ofereciam acesso a esses jogos somente no estado de São Paulo. Em 1985 A distância mínima de fliperamas para escolas de 1º e 2º grau é aumentada para 600 metros. Em 1985 O fim surpreendente A Taito encerra suas atividades no Brasil - apesar de ainda ser um negócio lucrativo. O dono da empresa, Abba Kogan, deixa o país e vai para o Canadá após enfrentar ameaças e uma tentativa de sequestro. Entre 1985 e 1987 Um novo rival Entre 1985 e 1987, as casas com máquinas de video-pôquer começam a fazer sucesso no Brasil. Em 1985, a Abrade estimava que uma loja de fliperamas com cerca de 20 máquinas, considerada de porte médio, faturava cerca de Cr$ 1 milhão por dia, enquanto um salão pequeno de vídeo-pôquer chegava a faturar até Cr$ 12 milhões. O vídeo-pôquer, porém, não demora a ser proibido por ser considerado jogo de azar. Diversas máquinas são apreendidas e o olhar das autoridades volta-se também aos fliperamas. Os donos desses estabelecimentos com máquinas de diversão eletrônica passam, novamente, a ter que provar que os arcades e pinballs são jogos de habilidade. Em 1990 Novo público e adaptações No fim da década de 80 e início da de 1990, negócios como a Playland, localizados dentro dos shoppings, começam a ganhar mais atenção do público. Isso por oferecerem outros tipos de diversão além das máquinas de fliperama, como boliche e piscina de bolinhas. Além disso, contava a favor dessas casas a segurança e o conforto dos shopping centers. O público atraído é diferente dos fliperamas de rua: as famílias e crianças pequenas passam a ser o principal alvo. O fenômeno ocorre tanto na capital quanto nas cidades do interior. Em Novembro 1990 Popularização dos consoles Ao fim de 1990, as videolocadoras passam a oferecer também o serviço de locação de cartuchos de videogame, o que populariza ainda mais os consoles. Em 1991 o Último suspiro A Capcom lança o jogo “Street Fighter II”, um dos grandes responsáveis por popularizar os jogos de luta tanto para arcades quanto para consoles. O game, que conta inclusive com um personagem brasileiro, atrai novamente as atenções para os fliperamas, dando início ao que viria a ser o "último suspiro" dos fliperamas tradicionais. Em 2000 Declínio dos fliperamas tradicionais No início dos anos 2000, os fliperamas entram em declínio acentuado. Consoles mais avançados, como Playstation 2 e Xbox, são lançados e ganham o público. Os arcades e pinballs passam a se tornar artigos de colecionador. Clubes de colecionadores e entusiastas começam a se formar para preservar a cultura dos fliperamas. Tilt! Disponível em: http://usp.br/cje/projetotilt/ Grupo: Cesar Isoldi Gabriel Marques Guilherme Eler Juliana Fontoura Matheus Sacramento Orientação: Mônica Rodrigues Nunes - Projetos em Televisão Daniela Osvald Ramos - Projetos em Jornalismo Digital Jornalismo - ECA/ USP 2016
0 0   122   24-01-2023   Curiosidades   1
"A História Sem Fim": dar asas à imaginação mantém a fantasia viva 08:51
"A História Sem Fim": dar asas à imaginação mantém a fantasia viva
Filmes, séries, desenhos e muito mais para assistir no UOL Play. Confira ► https://bit.ly/3Off8GS ---------------- Análise sobre o filme "A História Sem Fim" (1984), dirigido por Wolfgang Petersen. ---------------- Embora os principais representantes atuais da fantasia tradicional no cinema sejam as aclamadas franquias "Harry Potter" e "O Senhor dos Anéis", ambas surgidas no início do século XXI, os anos 80 e 90 foram responsáveis por alguns dos títulos mais adorados e nostálgicos que o gênero concebeu, como "Willow - Na Terra da Magia", "Labirinto - A Magia do Tempo", "A Princesa Prometida", "O Feitiço de Áquila", e tantos outros. Curiosamente, a grande maioria deles fez parte da infância e adolescência de muitos brasileiros, que antes da internet e dos smartphones, conferiam filmes através de quadros famosos da TV como Sessão da Tarde e o Cinema em Casa. No caso deste último, um filme seria reprisado inúmeras vezes e que, assim como no cinema, encantou públicos de todas as idades pela televisão com sua diversidade temática, personagens cativantes e valores de produção que seguem impressionantes até mesmo após quase 40 anos desde o seu lançamento: "A História Sem Fim". Adaptação do livro homônimo de Michael Ende e dirigido por Wolfgang Petersen, o filme transporta a primeira metade da obra literária, mas graças ao roteiro bem escrito e o espetáculo visual e sonoro, este é um dos melhores exemplares do gênero por, dentre outras coisas, mostrar através da paixão pela leitura do pequeno Bastian e da coragem do jovem guerreiro Atreyu a importância da imaginação para manter a fantasia sempre viva. Roteiro: Bruno Cavalcanti Edição/Locução: Alexandre Damaso All rights belong to their respective owners. All visual material was originally created or obtained from official advertisement of each specific subject. This material is in conformation with Fair Use: Criticism and comment, News reporting, Research and scholarship, Educational uses, Parody; as described at Copyright Act of 1976, 17 U.S.C. § 107 #elegante #analise #cinema
0 0   70   23-01-2023   Curiosidades   0