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A Morte de Marilia Pêra - @relatosFG
Marília Soares Pêra nasceu noRio de Janeiro,no dia 22 de janeiro de 1943 — foi uma atriz, cantora e diretora teatral brasileira. Conquistou ao longo de sua carreira cerca de 80 prêmios, atuando em 49 peças, 29 novelas e mais de 20 filmes. Filha do ator português Manuel Pêra e da atriz de ascendência italiana Dinorah Marzullo, Marília pisou no palco de um teatro pela primeira vez aos quatro anos de idade, ao lado dos pais, que integravam o elenco da companhia de Henriette Morineau.
Dos 14 aos 21 anos atuou como bailarina e participou de musicais e revistas, entre eles, Minha Querida Lady (1962), protagonizado por Bibi Ferreira. Segundo Marília, ela passou porque os diretores estavam procurando alguém que poderia fazer acrobacias, o que era raro naquela época. Atuou também em outras peças como O Teu Cabelo Não Nega (1963), biografia de Lamartine Babo, no papel de Carmen Miranda. Voltaria a viver o papel da cantora no espetáculo A Pequena Notável (1966), dirigido por Ary Fontoura; no A Tribute to Carmen Miranda no Lincoln Center, em Nova Iorque (1975), dirigido por Nelson Motta; na única apresentação A Pêra da Carmem, no Canecão, em 1986, e no musical Marília Pêra canta Carmen Miranda (2005), dirigido por Maurício Sherman.
Em 1964, Marília derrotou Elis Regina num teste para o musical Como Vencer na Vida sem Fazer Força, ambas ainda desconhecidas do público na época.
A primeira aparição na televisão foi em Rosinha do Sobrado, na Rede Globo, em 1965 e, em seguida, em A Moreninha. Em 1967 fez sua primeira apresentação em um espetáculo musical, A Úlcera de Ouro, de Hélio Bloch.
Nos anos 60, chegou a ser presa durante a apresentação da peça Roda Viva (1968) de Chico Buarque e obrigada a correr nua por um corredor polonês.[6] Foi presa uma segunda vez, visto que era tida como comunista, quando policias invadiram a residência, assustando a todos, inclusive o filho de sete anos, que dormia.
Em 1969, conquistou grande sucesso no papel da protagonista do drama Fala Baixo Senão eu Grito, de Leilah Assumpção, com direção de Clóvis Bueno, primeira peça teatral da dramaturga paulista. Pela interpretação da complexa personagem Mariazinha, solteirona virgem que vive em um pensionato de freiras, Marília recebeu o Prêmio Molière e também o Prêmio da Associação Paulista de Críticos Teatrais (APCT), atual Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA). Seu futuro marido Paulo Villaça interpretou um ladrão que numa noite pula a janela do seu quarto com a intenção de roubar. Na conversa entre os dois, que dura a noite toda, a solteirona revela ao público e a si mesma suas frustrações.
Em 1975, gravou o LP Feiticeira, lançado pela Som Livre.
Marília foi a atriz que mais atuou sozinha nos palcos, conseguindo atrair o público infantil para a difícil arte do monólogo. Além de Carmen Miranda, desempenhou nas telas e no palco papéis de mulheres célebres, como Maria Callas, Dalva de Oliveira, Coco Chanel e a ex-primeira dama do Brasil Sarah Kubitschek. A estreia como diretora aconteceu em 1978, na peça A Menina e o Vento, de Maria Clara Machado.
Em 1992, apresentou o musical Elas por Elas, para a TV Globo. Ao lado da cantora Simone e de Cláudia Raia tornou público o apoio ao candidato Fernando Collor de Mello nas eleições de 1989.
Em uma declaração feita ao programa televisivo Fantástico em 2006, devido ao sucesso de sua personagem Milu, na novela Cobras & Lagartos
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A Vida e Carreira de Marília PeraSumárioIntroduçãoInfância e Início de CarreiraSucesso nos PalcosReconhecimento na TelevisãoExplorando Diversos PapéisExperiência como DiretoraMomentos Marcantes na CarreiraDesafios e Decisões ProfissionaisLegado e HomenagensIntroduçãoMarília Pera foi uma renomada atriz, cantora e diretora teatral brasileira que deixou sua marca na televisão, no teatro e no cinema. Durante sua carreira, ela conquistou cerca de 80 prêmios e atuou em uma impressionante quantidade de peças teatrais, novelas e filmes.Desde sua estreia nos palcos aos 4 anos de idade, ao lado de seus pais que eram artistas, Marília demonstrou um talento incrível que a levou a participar de produções icônicas, como o musical "Minha Querida Lady" em 1962. Seu trabalho foi reconhecido não apenas no Brasil, mas também internacionalmente, como quando interpretou Carmen Miranda nos Estados Unidos.Além de sua versatilidade como atriz, Marília Pera também se aventurou na direção teatral, mostrando sua paixão e comprometimento com as artes cênicas. Sua carreira foi marcada por momentos de sucesso, desafios e reconhecimento do público e da crítica. Infância e Início de Carreira Desde minha infância, cresci em um ambiente artístico, acompanhando meus pais nos palcos e participando de produções teatrais desde os 4 anos de idade. Essa imersão no mundo artístico despertou em mim um talento natural que me levou a atuar em diversos musicais e peças teatrais icônicas, como "Minha Querida Lady". Aos 14 anos, comecei a atuar como bailarina e participei de diferentes espetáculos, mostrando meu interesse e dedicação às artes cênicas. Minha estreia na televisão aconteceu em 1965, em seguida, segui atuando em novelas e filmes, consolidando minha carreira no cenário artístico brasileiro. Em 1969, vivi um grande desafio ao interpretar a protagonista de "Fala Baixo Senão Eu Grito", recebendo reconhecimento e prêmios por minha atuação. Ao longo dos anos, atuei em diversos papéis marcantes, tanto no teatro quanto na televisão, como Carmen Miranda e outras figuras célebres.Sucesso nos PalcosDurante minha carreira, atuei em um total de 49 peças teatrais, demonstrando minha paixão e dedicação aos palcos. Desde minha estreia aos 4 anos de idade, em produções ao lado de meus pais, adquiri experiência e desenvolvi minhas habilidades como atriz, cantora e diretora teatral.Um dos momentos marcantes de minha trajetória foi em 1969, ao interpretar a protagonista de "Fala Baixo Senão Eu Grito", uma peça teatral que me rendeu prêmios e reconhecimento da crítica. Nesse papel, pude explorar nuances complexas de uma personagem solitária e virgem, consolidando minha versatilidade e talento nos palcos.Ao longo dos anos, atuei em diversos musicais e peças icônicas, como "Minha Querida Lady" e "A Pequena Notável", onde pude dar vida a personagens célebres como Carmen Miranda. Além disso, minha incursão na direção teatral em 1978 com a peça "A Menina e o Vento" foi um marco em minha carreira, mostrando minha versatilidade e comprometimento com as artes cênicas.Reconhecimento na TelevisãoAo longo de minha carreira na televisão, participei de diversas novelas, filmes e séries que marcaram a história da televisão brasileira. Minha estreia nas telinhas aconteceu em 1965, com a novela "Rosinha do Sobrado", seguida por "A Moreninha" em 1967.Minha participação em espetáculos musicais, como "A Úlcera de Ouro" de Hélio BL, demonstrou minha versatilidade e talento artístico, atraindo o público para a difícil arte do teatro. Além disso, meu papel em "Fala Baixo Senão Eu Grito" em 1969 foi um marco em minha carreira, rendendo prêmios e reconhecimento da crítica.Ao longo dos anos, atuei em diferentes produções televisivas, como a minissérie "Cinquentinha" de Agnaldo Silva e a série "Pé na Cova" de Miguel Falabela. Minha presença na telinha sempre foi marcada por personagens icônicos e atuações memoráveis, recebendo elogios e reconhecimento do público e da mídia especializada.Explorando Diversos PapéisAo longo da minha carreira, tive a oportunidade de explorar uma variedade de papéis marcantes tanto nos palcos quanto nas telas. Desde minha estreia aos 4 anos de idade, atuando ao lado de meus pais, até minhas interpretações icônicas, como Carmen Miranda e Mariazinha, em "Fala Baixo Senão Eu Grito", busquei desafios que me permitissem mostrar minha versatilidade e talento como atriz.Minha incursão na direção teatral com a peça "A Menina e o Vento" foi um marco em minha carreira, demonstrando meu comprometimento e paixão pelas artes cênicas. Além disso, ao interpretar personalidades como Maria Callas, Dalva de Oliveira e Sara Kubichek, desafiei a mim mesma a explorar nuances complexas e a me conectar com diferentes personagens ao longo dos anos.Explorar diversos papéis me permitiu crescer artisticamente, enfrentar desafios e receber reconhecimento do público e da crítica. Cada personagem representou uma oportunidade única de me reinventar e de me conectar com o público de maneiras distintas, enriquecendo minha trajetória na arte da interpretação. Experiência como Diretora Ao longo da minha carreira, tive a oportunidade de explorar não apenas a atuação, mas também a direção teatral. Em 1978, dirigi a peça "A Menina e o Vento" de Maria Clara Machado, marcando meu debut como diretora. Essa experiência foi fundamental para mostrar minha paixão e comprometimento com as artes cênicas, permitindo-me explorar novos horizontes e desafios no mundo do teatro. Ao assumir o papel de diretora, pude contribuir de forma mais ampla para a criação de uma obra teatral, desde a concepção até a execução no palco. Minha incursão na direção teatral me desafiou a explorar diferentes perspectivas e a guiar os atores na busca pela melhor interpretação, enriquecendo minha visão e entendimento do processo criativo. Dirigir uma peça teatral foi uma experiência enriquecedora e reveladora, que me permitiu expandir meus horizontes artísticos e me conectar de forma mais profunda com a essência da interpretação teatral. Essa oportunidade de assumir o papel de diretora foi um marco em minha carreira, demonstrando minha versatilidade e dedicação às artes cênicas.Momentos Marcantes na CarreiraAo longo da minha carreira, tive diversos momentos marcantes que contribuíram para o meu crescimento artístico e reconhecimento do público e da crítica. Desde a minha estreia nos palcos aos 4 anos de idade, ao lado de meus pais, até as interpretações icônicas em peças teatrais e musicais, cada momento representou um desafio e uma oportunidade de me reinventar como atriz, cantora e diretora teatral.Um dos momentos mais significativos da minha trajetória foi em 1969, ao interpretar a protagonista da peça "Fala Baixo Senão Eu Grito", onde recebi prêmios e reconhecimento da crítica pela complexidade da personagem Mariazinha. Além disso, a minha incursão na direção teatral com a peça "A Menina e o Vento" em 1978 foi um marco em minha carreira, mostrando minha versatilidade e paixão pelas artes cênicas.Explorar diversos papéis ao longo dos anos, desde Carmen Miranda até Maria Callas, me permitiu conectar-me com diferentes personagens e desafiar-me artisticamente. Cada interpretação representou uma oportunidade única de crescimento e reconhecimento, consolidando a minha trajetória na interpretação e direção teatral. Esses momentos marcantes foram essenciais para o meu desenvolvimento como artista e para a construção de um legado na cultura brasileira.Desafios e Decisões ProfissionaisAo longo da minha carreira, enfrentei diversos desafios e tomei decisões importantes que moldaram meu percurso profissional. Desde minha estreia nos palcos aos 4 anos de idade, ao lado de meus pais, até minhas interpretações icônicas em peças teatrais e musicais, cada decisão representou um desafio único que me permitiu crescer artisticamente e me reinventar como atriz.Um dos momentos mais desafiadores foi em 1969, ao interpretar a protagonista de "Fala Baixo Senão Eu Grito", onde tive que explorar nuances complexas de uma personagem solitária e virgem. Essa experiência me rendeu prêmios e reconhecimento da crítica, mostrando a importância de enfrentar desafios para alcançar o sucesso na carreira artística.Além disso, minha incursão na direção teatral em 1978 com a peça "A Menina e o Vento" foi uma decisão marcante que me permitiu explorar novos horizontes e desafios no mundo do teatro. Assumir o papel de diretora foi uma experiência reveladora que enriqueceu minha visão e entendimento do processo criativo, mostrando minha versatilidade e paixão pelas artes cênicas. Legado e Homenagens A trajetória de Marília Pera deixou um legado significativo no cenário artístico brasileiro, sendo reconhecida por sua versatilidade e talento nos palcos e telas. Sua carreira foi marcada por personagens icônicos, interpretações memoráveis e uma paixão genuína pelas artes cênicas. Além de seu trabalho como atriz, Marília também se aventurou na direção teatral, mostrando sua versatilidade e comprometimento com a arte. Sua incursão como diretora foi um marco em sua carreira, evidenciando sua dedicação em explorar novos horizontes e desafios no mundo do teatro. Ao longo dos anos, Marília recebeu inúmeros prêmios e reconhecimento da crítica, solidificando seu lugar como uma das maiores artistas do Brasil. Sua interpretação da complexa personagem Mariazinha em "Fala Baixo Senão Eu Grito" e sua representação de figuras célebres, como Carmen Miranda e Maria Callas, demonstram sua habilidade única de se reinventar e se conectar com o público de maneiras distintas. Após seu falecimento em 2015, Marília Pera recebeu diversas homenagens, destacando sua contribuição para a cultura brasileira. Sua memória foi celebrada em festivais de cinema, desfiles de escolas de samba e através de troféus que reconhecem seu impacto duradouro no mundo artístico. Seu legado como atriz, cantora e diretora continuará vivo na história do teatro e da televisão brasileira, inspirando futuras gerações de artistas.
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06-03-2024
Curiosidades
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