1988 - “CÔRTE SEM LEI”, segundo disco cantado em português.
A banda foi criada em 1969 com a seguinte formação: Helio Santisteban (teclado), Paulo Fernandes (bateria), Oswaldo Malagutti (baixo) e Wagner "Bitão" Benatti (guitarra), com os quatro se revezando nos vocais. Começaram fazendo covers de bandas dos Estados Unidos e Inglaterra e passaram a compor também em inglês.
Seu primeiro LP, "Dead Faces", lançado em 1972 pela RCA, continha apenas canções em inglês. Um compacto simples extraído desse álbum, com a música "My Mistake" (apenas aparentemente simplista: conta a história de um assassinato passional, mas retomando a tradição do blues primitivo de usar tragédias cotidianas para refletir sobre a significação da vida); compacto esse que chegou ao primeiro lugar das paradas, vendendo 400 mil cópias em apenas três meses. Em seguida, outras canções foram lançadas em compactos, como "She Made Me Cry", "I Never Did Before" e "Forever", todas atingindo vendagem superior a 300 mil cópias. Em 1975, o álbum de estréia foi lançado no mercado hispânico com o título de "Hojas", dando ao grupo mais um Disco de Ouro.
Em 1977 o grupo mudou de orientação, lançando o LP "O Som das Discotheques", com covers dos principais sucessos do gênero, e chegando a 150 mil cópias vendidas.
Logo em seguida, Hélio Santisteban resolveu seguir carreira solo e em seu lugar entrou Marinho Testoni, ex-Casa das Máquinas. Isso levou a outra mudança no grupo, que lançou um disco de rock progressivo, e pela primeira vez com letras em português. O disco vendeu bem menos que os anteriores, mas tornou-se cult para um segmento de público.
Em 1978 foi Oswaldo Malagutti quem deixou a banda, sendo substituído pelo baixista João Alberto, também ex-"Casa das Máquinas". Malagutti criou com Santisteban o Estúdio MOSH (acrônimo de seus nomes) e até hoje trabalha com produção e masterização de CDs e DVDs musicais.
Em 1980 Hélio Santisteban retornou ao grupo, que retomou a tradição de cantar e compor em inglês, lançando então o LP "Memories". Poucos meses depois, com a saída de Marinho, o Pholhas chegou à seguinte formação: Bitão (guitarra), Paulo Fernandes (bateria), Hélio Santisteban (teclados) e João Alberto (baixo).
No final de 2007 Hélio Santisteban deixa definitivamente a banda, a partir de então Bitão, Paulinho e João Alberto resolvem não ter mais um tecladista fixo e sim um tecladista especialmente convidado para cada apresentação. Essa formula deu tanto certo que virou um atrativo a mais dos shows.
Ainda na estrada depois de 42 anos, a banda PHOLHAS continua apresentando espetáculos em todo o Brasil e exterior, com recriações de sucessos do rock inglês e norte-americano, especialmente de Bee Gees, Creedence Clearwater Revival, Elvis Presley, Rolling Stones e Beatles.
No dia 26/08/2018 o tecladista e vocalista Helio Santisteban morre aos 69 anos da idade.
Os Pholhas são um dos grupos musicais mais icônicos do Brasil, especialmente conhecidos por suas baladas românticas que conquistaram o coração de gerações. Neste blog, exploraremos a trajetória fascinante da banda, desde suas origens até seu legado duradouro na música brasileira.
A história dos Pholhas começa no final de 1968, quando um grupo de jovens músicos decidiu se unir para criar uma nova banda. Hélio, Paulo e Osvaldo, que haviam deixado a banda de Wonder, estavam em busca de uma nova formação que refletisse melhor suas personalidades musicais. Para completar o grupo, convidaram Wagner Benatti, um grande fã dos Beatles, conhecido pelo apelido de 'Bitão'.
Em fevereiro de 1969, o grupo realizou seu primeiro ensaio oficial. O nome "Pholhas" foi sugerido por um amigo, inspirado no título de um disco da banda britânica The Hollies, e foi aceito por todos. A formação inicial contava com Paulo Fernandes nos vocais e teclados, Osvaldo Malaguti na bateria, e Wagner Benatti na guitarra.
Os Pholhas começaram fazendo covers de bandas dos Estados Unidos e da Inglaterra. Apesar de não dominarem o inglês, utilizavam dicionários e livros didáticos para compor suas músicas. Com isso, a qualidade vocal e instrumental do grupo rapidamente chamou a atenção, fazendo com que se tornassem um dos grupos mais requisitados para bailes em São Paulo.
O primeiro álbum da banda, intitulado "Faces", foi lançado pela RCA em 1973 e continha somente canções em inglês. Apesar do sotaque não ser perfeito, os Pholhas conquistaram seu público. A música "My Mistake" se destacou, contando uma história trágica que, apesar de seu ritmo envolvente, retratava um assassinato passional.
O sucesso de "My Mistake" foi avassalador, alcançando o primeiro lugar nas paradas e vendendo 400 mil cópias em apenas três meses, o que rendeu à banda seu primeiro disco de ouro. Outros sucessos seguiram, e várias canções também foram lançadas em formato compacto, todas recebendo discos de ouro por suas altas vendas.
A canção "My Mistake" é particularmente importante na trajetória dos Pholhas. Lançada como compacto simples, ela rapidamente se tornou um hit, ressoando com o público brasileiro. Sua letra, que narra um amor perdido e arrependimento, conectou-se profundamente com os ouvintes, solidificando a banda como uma referência no cenário musical da época.
O sucesso da canção não apenas alavancou a carreira dos Pholhas, mas também estabeleceu um padrão para suas produções futuras, que continuaram a explorar temas emocionais e românticos.
Com o sucesso de "My Mistake", os Pholhas continuaram a lançar músicas que se tornaram clássicos. Em 1975, seu álbum de estreia foi lançado no mercado hispânico, o que lhes rendeu o primeiro disco de ouro internacional. Este reconhecimento foi crucial para consolidar a banda não apenas no Brasil, mas em toda a América Latina.
Ao longo dos anos, os Pholhas conquistaram uma série de discos de ouro, refletindo a popularidade contínua de suas músicas. Cada lançamento trazia novas canções que se tornavam hits, mantendo a banda relevante no cenário musical.
A carreira internacional dos Pholhas começou a ganhar força, especialmente após o lançamento de seu álbum em espanhol. A banda começou a se apresentar em diversos países da América Latina, conquistando novos fãs e ampliando seu alcance.
Esse sucesso internacional foi um marco na trajetória dos Pholhas, permitindo-lhes explorar novas oportunidades e colaborações, além de consolidar seu legado musical fora do Brasil.
Com o sucesso, vieram também as mudanças. Em 1977, a gravadora pressionou a banda a mudar sua orientação musical, resultando no lançamento do LP "Sondas". Apesar de vender bem, essa mudança desagradou Hélio, que decidiu deixar a banda para seguir carreira solo.
A saída de Hélio trouxe Marinho Testoni, que também saiu depois, levando a banda a experimentar novas direções musicais. A formação da banda passou por diversas mudanças, mas sempre manteve a essência que os tornara populares.
Após algumas mudanças, a formação mais conhecida dos Pholhas se consolidou: Bitão na guitarra, Paulo Fernandes na bateria, Hélio Santo Estevão nos teclados e João Alberto no baixo. Essa formação durou muitos anos e produziu alguns dos álbuns mais memoráveis da banda.
Com essa equipe, os Pholhas lançaram o LP "Memories", que trouxe de volta a tradição das baladas românticas em inglês. Essa fase foi marcada pelo retorno ao estilo que inicialmente os consagrou.
Apesar das mudanças ao longo dos anos, os Pholhas continuam em atividade e celebram 54 anos de carreira em 2023. A banda mantém uma base de fãs fiel e realiza apresentações em todo o Brasil, Europa e América do Sul.
Em 2018, a morte do ex-tecladista Hélio Santo Estevão foi um momento triste para os fãs. No entanto, a banda continua a se apresentar e a gravar novas músicas, mantendo vivo o legado que construíram ao longo de mais de cinco décadas.
Os Pholhas deixaram uma marca indelével na música brasileira. Suas canções românticas e melodiosas continuam a emocionar e a tocar os corações de muitos. O legado da banda é um testemunho do poder da música de unir e inspirar as pessoas.
As baladas dos Pholhas transcenderam gerações, e seu impacto é sentido até hoje, fazendo com que novos fãs descubram suas músicas e apreciem o que a banda trouxe ao cenário musical.
A formação original dos Pholhas incluía Wagner Benatti, Oswaldo Malagutti, Hélio Santisteban e Paulo Fernandes.
O maior sucesso dos Pholhas é "My Mistake", que alcançou o primeiro lugar nas paradas e vendeu 400 mil cópias em três meses.
Sim, os Pholhas continuam em atividade e celebraram 54 anos de carreira em 2023, realizando apresentações em diversos locais.
Os Pholhas se destacaram por sua capacidade de mesclar influências do rock e da música pop, mantendo uma identidade brasileira e cantando em inglês.
O legado dos Pholhas é um testemunho do impacto que suas baladas românticas tiveram nas gerações, e suas músicas continuam a ser apreciadas e relembradas até hoje.
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