OBS: tivemos que editar e republicar o material, pois a EMI derrubou o vídeo anterior. Removemos as músicas, mantendo a entrevista.
Você pode contribuir para que este projeto continue, doando qualquer quantia para o PIX michellniero@yahoo.com.br.
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Eis aqui um conteúdo um pouco diferente desta vez. Ao invés de demos, apresentações ao vivo e afins, um programa de rádio na íntegra, gravado na 'maldita' Fluminense FM, com a Legião Urbana.
O programa era o 'Espaço aberto', exibido em dezembro de 1987, em pleno 'Verão da lata', para a divulgação do álbum 'Que país é este'.
No bate papo, algumas revelações interessantes envolvendo o álbum anterior, 'Dois', que deveria ter sido duplo. São informações já conhecidas pelos fãs da bandas, mas é sempre legal conferir a fonte 'oficial' falando a respeito.
Ouvir esta entrevista na íntegra é também uma verdadeira viagem no tempo. Renato, por exemplo, fala da dificuldade em ser 'otimista' nas letras, observando o contexto social e político da época, citando inclusive a AIDS. Em dado momento ele diz que, apesar de ter composto 'Quase sem querer', ele não está nenhum pouco 'tranquilo', tampouco 'contente'. Muito embora estivesse bastante bem humorado.
Enfim, não se trata de conteúdo inédito. Imagino que os fãs mais ardorosos já tenham ouvido. Mas como aqui no Youtube ainda não estava disponível, resolvi disponibilizá-lo. A gravação não está numa qualidade ótima. Efetuei alguns pequenos reparos no som, removendo chiados. Mas como aqui o foco é a entrevista, creio que a qualidade esteja aceitável.
O projeto Midiatorium Bootlegs visa divulgar conteúdos audiovisuais perdidos, com valor histórico e afetivo, da música brasileira.
Tem VHS ou fita cassete contendo algum registro interessante e inédito? Entre em contato com a gente.
Conheça um pouco mais do trabalho da MIDIATORIUM visitando o Instagram www.instagram.com/midiatorium
Paz, saúde, música e até a próxima!
#abortoelétrico #renatorusso #legiãourbana #rockbrasília #capitalinicial #punkrockbrasileiro #inteligenciaartificial #áudioprofissional #nostalgia #rockbrasil #rockbrasileiro #bootleg #lofi #anos80 #brrock80 #fitacassete #fluminensefm #radiobrasileira
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A jornada de Clarice, uma das músicas mais tristes de Renato Russo, tem uma história fascinante por trás da sua composição. Durante o processo de criação, a letra passou por diversas alterações, refletindo o cuidado e a dedicação do artista na construção de suas músicas. É interessante observar como Renato Russo escrevia suas letras, montando versos como peças de um quebra-cabeça até encontrar a combinação perfeita.
Além disso, a história por trás de Clarice revela a sensibilidade e a profundidade das composições de Renato Russo. A música aborda temas delicados, como violência doméstica e abuso, transmitindo uma mensagem poderosa por meio de sua letra intensa e emocionante. Ao mergulhar na narrativa de Clarice, somos levados a refletir não apenas sobre a personagem fictícia, mas também sobre questões mais amplas relacionadas à violência e ao sofrimento.
Descubra mais detalhes sobre a composição e gravação de Clarice, assim como os motivos que levaram Renato Russo a tomar decisões importantes em relação à inclusão da música em seus discos. A análise dessa canção icônica nos permite mergulhar mais profundamente no universo poético e melódico de uma das maiores figuras da música brasileira.
Ao analisar a trajetória de Renato Russo, é possível observar como suas letras passaram por transformações significativas durante o processo de composição. O artista tinha um método peculiar de escrita, montando versos como peças de um quebra-cabeça até encontrar a combinação perfeita. Ele costumava escrever versos isolados, sem completar uma letra inteira de uma só vez, e posteriormente juntava essas peças para formar a canção.
No caso da música "Clarice", inicialmente intitulada "O Livro dos Dias", podemos ver claramente esse processo em ação. Renato Russo fazia ajustes na letra, removendo alguns versos e inserindo novos, até chegar à versão final da música. Essas mudanças refletiam não apenas sua busca pela perfeição artística, mas também a sensibilidade e profundidade de suas composições.
A história por trás de "Clarice" revela não apenas a evolução da letra, mas também a mensagem poderosa transmitida por meio dela. Ao abordar temas delicados como violência doméstica e abuso, Renato Russo conseguiu criar uma narrativa intensa e emocionante, que ressoa com os ouvintes até os dias atuais. A escolha de utilizar um personagem fictício como Clarice para contar essa história amplifica o impacto emocional da música, tornando-a uma das mais tristes e marcantes de sua carreira.
O processo criativo de Renato Russo era único e cheio de detalhes fascinantes. Ele tinha uma abordagem peculiar ao compor suas letras, escrevendo versos isolados e montando peças como se fossem um quebra-cabeça. Essa metodologia permitia que ele explorasse diferentes combinações até encontrar a perfeição na composição de suas músicas.
A letra de "Clarice", anteriormente intitulada "O Livro dos Dias", passou por diversas alterações até chegar à sua versão final. Renato Russo fazia ajustes minuciosos, removendo e inserindo versos conforme buscava transmitir a sensibilidade e profundidade de suas composições. Cada mudança refletia não apenas sua busca pela excelência artística, mas também a intensidade emocional presente em suas músicas.
A história por trás de "Clarice" revela não apenas a evolução da letra, mas também a mensagem poderosa que ela transmite. Ao abordar temas delicados como violência doméstica e abuso, Renato Russo criou uma narrativa intensa e emocionante que ressoa com os ouvintes. A escolha de utilizar o personagem fictício de Clarice amplifica o impacto emocional da música, tornando-a uma das mais marcantes de sua carreira.
A música "Clarice" se destaca como uma das composições mais tristes e marcantes de Renato Russo. A letra apresenta uma narrativa envolvente que aborda temas sensíveis, como violência doméstica e abuso, transmitindo uma mensagem poderosa por meio de sua intensidade emocional.
O processo criativo de Renato Russo revela a sensibilidade e dedicação do artista na construção dessa música icônica. As letras de Renato passavam por transformações significativas, refletindo sua busca pela perfeição artística. A escolha de usar o personagem fictício de Clarice para contar essa história intensifica o impacto emocional da canção.
A decisão de Renato de não incluir "Clarice" no álbum "A Tempestade" foi motivada pela preocupação com o impacto emocional da música nos ouvintes. Ele temia que a faixa pudesse estimular sentimentos negativos, como depressão e suicídio, em adolescentes. Dessa forma, a canção foi guardada para o disco "Uma Outra Estação", tornando-se uma das composições mais tristes e profundas de sua carreira.
A história por trás da música "Clarice" revela a sensibilidade e a profundidade das composições de Renato Russo. Embora a canção não tenha uma relação direta com o filme "Cristiane F 13 anos Drogada e Prostituída", a inspiração por trás da personagem fictícia de Clarice reflete a realidade de vítimas de violência doméstica e abuso.
Renato Russo utilizou um processo criativo único para compor suas letras, montando versos como peças de um quebra-cabeça até encontrar a combinação perfeita. Essa metodologia permitiu que ele transmitisse sensibilidade e profundidade em suas composições, destacando a intensidade emocional presente em suas músicas.
A decisão de não incluir "Clarice" no álbum "A Tempestade" foi motivada pela preocupação de Renato Russo com o impacto emocional da música nos ouvintes. Ele temia que a faixa pudesse estimular sentimentos negativos, como depressão e suicídio, em adolescentes, optando por guardá-la para o disco "Uma Outra Estação". Essa escolha tornou a música uma das mais tristes e profundas de sua carreira, refletindo a delicadeza e a intensidade das composições de Renato Russo.
A música "Clarice" foi gravada durante as sessões para o disco "A Tempestade" em 1996, por Renato Russo e Carlos Trilha. Mesmo sendo uma das composições mais tristes e marcantes da carreira de Renato Russo, a faixa acabou sendo deixada de fora do álbum final.
O processo criativo durante a gravação de "Clarice" revelou a fragilidade emocional do artista. Renato Russo estava debilitado e sensível durante a gravação, refletindo a intensidade e a profundidade da música em sua voz. Ele optou por manter imperfeições na gravação, transmitindo com clareza a vulnerabilidade presente na canção.
A escolha de não incluir "Clarice" no álbum "A Tempestade" foi motivada pela preocupação de Renato Russo com o impacto emocional da música nos ouvintes. Ele temia que a faixa pudesse estimular sentimentos negativos, como depressão e suicídio, em adolescentes, optando por guardá-la para o disco "Uma Outra Estação". Essa decisão tornou a música uma das mais tristes e profundas de sua carreira, revelando a sensibilidade artística e emocional do artista.
A letra de "Clarice" revela a sensibilidade e a intensidade das composições de Renato Russo. Ele utilizou um processo criativo único, montando versos como peças de um quebra-cabeça até encontrar a combinação perfeita. Esse método permitiu que ele transmitisse não apenas a mensagem da música, mas também a emoção por trás das palavras.
A escolha de utilizar o personagem fictício de Clarice para contar a história intensifica o impacto emocional da música, abordando temas delicados como violência doméstica e abuso. Renato Russo conseguiu criar uma narrativa profunda e tocante, que ressoa com os ouvintes e provoca reflexões sobre questões complexas da sociedade.
O cuidado e a dedicação do artista na construção da letra de "Clarice" demonstram sua busca pela perfeição artística e sua sensibilidade para transmitir mensagens poderosas por meio de suas composições. A profundidade emocional presente na música reflete a intensidade e a complexidade da obra de Renato Russo, tornando-a uma das mais marcantes de sua carreira.
A decisão de Renato Russo de não incluir "Clarice" no álbum "A Tempestade" foi motivada por preocupações sobre o impacto emocional da música nos ouvintes. O artista temia que a faixa pudesse estimular sentimentos negativos, como depressão e suicídio, principalmente em adolescentes. Este aspecto levou a uma reflexão profunda sobre a mensagem intensa e triste contida na letra da música.
O contexto social e cultural do momento também influenciou a decisão de Renato. Em um país que ele considerava carente de cultura e afirmação, e passando por um período difícil, o artista sentiu que lançar uma música tão carregada emocionalmente poderia acelerar reações negativas e não ser apropriado para o cenário da época. Ele citou o exemplo dos Mamonas Assassinas, uma banda com letras explícitas, para ilustrar as preocupações em torno da mensagem de "Clarice".
A complexidade e profundidade da música levaram Renato a reservá-la para o disco "Uma Outra Estação", lançado posteriormente em 1997. A decisão revela o cuidado do artista em relação ao impacto de sua obra e sua sensibilidade para transmitir mensagens poderosas de maneira responsável e ética, considerando o contexto em que suas músicas seriam recebidas pelo público.
A música "Clarice" é uma das composições mais tristes e marcantes de Renato Russo, revelando a profundidade e sensibilidade do artista em abordar temas complexos. Ao analisar a letra e o contexto por trás da música, somos levados a refletir sobre a relação entre a morte e a arte, bem como a vulnerabilidade emocional presente na criação artística.
O processo criativo de Renato Russo durante a gravação de "Clarice" revelou sua fragilidade emocional e a intensidade da mensagem que ele desejava transmitir. A escolha de manter imperfeições na gravação demonstrou a busca do artista pela autenticidade e pela expressão genuína de suas emoções, mesmo que isso significasse expor sua vulnerabilidade de forma clara.
A decisão de não incluir "Clarice" no álbum "A Tempestade" foi motivada não apenas pela preocupação com o impacto emocional da música nos ouvintes, mas também pela necessidade de preservar a integridade da obra diante de um contexto social e cultural desafiador. Renato Russo buscava transmitir mensagens poderosas de maneira responsável e ética, considerando o impacto de suas composições em um cenário delicado e sensível.
A jornada de Clarice nos convida a refletir sobre a conexão entre a arte, a vulnerabilidade e a mortalidade, explorando os limites da expressão artística e a profundidade das emoções humanas através da música. A sensibilidade e a dedicação de Renato Russo na construção dessa canção icônica ressoam até os dias atuais, revelando a complexidade e a intensidade de sua obra.
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