Faixa 10 do álbum visual 'Ao Vivo na Fundição' gravado no dia 12/12/2015 no Rio de Janeiro.
Ouça o álbum "Ao Vivo Na Fundição" nas plataformas: https://Forfun.lnk.to/AoVivoNaFundicaoID
FICHA TÉCNICA
FORFUN:
Danilo Cutrim: Guitarra e Voz
Vitor Isensee: Teclados e Voz
Rodrigo Costa: Baixo e Voz
Nicolas Fassano: Bateria
MÚSICO:
Lelei Gracindo: Saxofone
EQUIPE DO SHOW
Produção Geral: Marcos Sketch
Produção Executiva: Alexandre Soares
Produtor Técnico: Bruno Dhi Genaro (Xexéu)
Roadie: Pedro Schroeter
Técnico de Monitor: Germany Ribeiro
Técnico de PA: Marcos Donate
Técnico de Luz: Rafael Sainz
Fotógrafo: Adriano Ferreira - AF
Segurança: João Renato
EQUIPE DE VÍDEO
Uma produção Ferrorama.tv
Direção e produção: Daniel Ferro
Assistência de direção: Pv Cappelli
Imagens:
Bruno Baketa
Bruno Rocha
Caio X
Denis Carrion
Rodrigo Doin
Fernando Deslandes
Rodrigo Trovão
Gustavo Tolhuizen
Raphael Hansen
Lucas Contaifer
Marco Salamonde
Pv Cappelli
Rei Krauss
Riccardo Melchiades
Rodrigo Barros
Assistente de produção: Dayana Cardoso
Edição: Daniel Ferro e JB Muniz
Finalização de Cor: Daniel Ferro
EQUIPE DE ÁUDIO
Gravado por Alexandre Griva
Mixado por Matheus Gomes no estúdio Tambor
Masterizado por Fábio Roberto no estúdio Tambor
CAPA
Arte: Petros Voulgaris
Design Gráfico: Pedro Hansen
LETRA:
Tropicália Digital
(Danilo Cutrim/ Vitor Isensee/ Nicolas Fassano/ Rodrigo Costa)
O sol e o sal nos moldaram como tal
Portadores do estandarte da cultura tropical
Raízes brasileiras coração universal
Musica naif, peso leve, digital
Vem da exuberância do maciço da Tijuca
Amálgama num povo que sampleia e batuca
Entrando de chinelos no século XXI
Afim de questionar o senso comum
Cada um com seu cada um, cada macaco no seu galho
Unidade coletiva, ”way of life” solidário
Mutatis Mutandis, rapaziada tá voando
Depois da chuveirada fico aqui elucubrando
Sobre a vida, sobre a morte, sobre a conta no vermelho
As profundezas do espaço, e quem enxergo no espelho
Metáfora nenhuma explicará
Tem que ter conceito, recurso e canhota
Carcaça de dinossauro e destreza de gaivota
Sem olho de Tandera, mantendo a humildade
O que arde cura, mas nem tudo que cura arde
Antes tarde do que mais tarde
Pra tudo tem hora na marcha da humanidade
Caixa eletrônico, placa tectônica
Fico catatônico com a orquestra filarmônica
Tsunami, Jabulani, silicone e Rivotril
Wikileaks, trimilique, rolimã no downhill
Incluindo os arquipélagos do Atlântico-Sul
É tudo maravilha desse aquário azul
E como simples instrumentos de um sublime comando
O resto do poema nós diremos tocando.
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