Como Marcelo Rezende morreu?
Marcelo Rezende foi uma figura marcante no jornalismo televisivo brasileiro, ele era conhecido por seu estilo direto e investigativo. Ao longo de sua carreira, Rezende foi âncora de programas e fazendo amizades com os jovens internos do local.
Durante sua adolescência, Marcelo Rezende, não era um bom aluno, e as pessoas em sua volta não esperavam que ele pudesse ter um futuro de sucesso. Quando o jornalista estava por volta dos 16 anos, ele se apaixona pela filosofia hippie, e decide deixar o Rio de Janeiro para ir morar numa colônia na Bahia, onde passou a vender artesanato pra sobreviver.
Seu período como hippie não durou muito, e um ano depois, ele já estava de volta ao Rio de Janeiro. Ao voltar para casa de seus pais, Marcelo começou a realizar um curso de técnico de mecânica.
Ainda sem ter certeza do que queria fazer da vida, Marcelo Rezende, com 17 anos, foi visitar seu primo na redação do Jornal dos Sports no Rio de Janeiro. Bastante comunicativo, Marcelo acabou Chico Anysio.
Em 1989, Rezende migrou para a editoria Rio, onde passou a se dedicar a reportagens investigativas. Uma de suas primeiras matérias de grande impacto, foi a cobertura da prisão de três sequestradores envolvidos no sequestro do empresário Roberto Medina, em 1990.
Em e incisivo, que ajudou a consolidar o sucesso do programa durante sua gestão.
O "Linha Direta" era um programa de jornalismo investigativo, que reconstituía crimes não resolvidos, e pedia a ajuda do público, para encontrar criminosos foragidos. A participação de Marcelo Rezende foi fundamental para dar ao programa um tom mais sério e comprometido com a verdade, o que aumentou sua credibilidade e audiência.
Rezende permaneceu no comando do "Linha Direta" até 2000, deixando uma marca indelével na história do programa e na memória dos telespectadores.
Em 2002, Marcelo Rezende se desliga da Rede Globo, e após trabalhar por um curto período de tempo em emissoras como Record, Rede TV e Band. Ele vai se firmar novamente quando retorna a TV Record em 2010, para realizar reportagens para os programa jornalísticos da emissora. Porém, será em 2012, que o jornalista ganha a oportunidade de voltar a apresentar um programa, ficando a cargo novamente do " Cidade Alerta"
Apresentando o "Cidade Alerta" , Rezende utilizou sua , após algumas sessões, ele optou por suspender o tratamento convencional e buscar alternativas terapêuticas fora da medicina tradicional.
Entre os tratamentos alternativos que Rezende realizou, estavam uma dieta cetogênica, rica em gorduras e pobre em carboidratos, com a crença de que essa estratégia poderia auxiliar no combate ao câncer. O jornalista também se submeteu a tratamentos alternativos, como reiki, acupuntura e uso de óleos essenciais, buscando fortalecer seu sistema imunológico e aliviar os sintomas da doença.
Infelizmente seus tratamentos alternativos não tiveram nenhum êxito, e o câncer foi se intensificando. Ficando cada dia mais fraco, Rezende precisou ser internado no Hospital Moriah, com poucas expectativas que sairia vivo da internação. Poucos dias depois de ser internado, o jornalista viria a morrer.
Marcelo Rezende morreu no dia 16 de setembro de 2017, por falência de múltiplos órgãos em decorrência de complicações do câncer de pâncreas. Ele estava com 65 anos.
Seu velório, realizado na Assembleia Legislativa de São Paulo, foi um evento marcado por profunda emoção e respeito. Milhares de pessoas, entre amigos, familiares, fãs e admiradores, se reuniram para prestar suas últimas homenagens ao jornalista.
Diferente de muitos outros velórios de figuras públicas, o de Marcelo Rezende foi aberto ao público. Essa decisão foi tomada pela família do jornalista, que acreditava que ele pertencia ao povo brasileiro e que todos deveriam ter a oportunidade de se despedir.
O corpo de Marcelo foi sepultado no Cemitério de Congonhas, zona sul de São Paulo. O velório do jornalista e parte do cortejo para o cemitério foi transmitido ao vivo durante a programação da Record, canal em que ele trabalhou por 8 anos.
Marcelo Rezende deixou um legado marcante para o jornalismo brasileiro. Sua postura ética, profissionalismo, compromisso com a verdade e coragem, em abordar temas sensíveis, o tornaram um modelo a ser seguido por muitos jornalistas. Marcelo Rezende foi mais do que um jornalista, ele foi um símbolo de força e esperança para o Brasil. Sua luta contra o câncer inspirou milhões de pessoas a não desistirem de suas recuperações.
E foi assim que Marcelo Rezende morreu!
Marcelo Rezende foi uma figura marcante no jornalismo televisivo brasileiro, conhecido por seu estilo direto e investigativo. Ele nasceu em 12 de novembro de 1951, no Rio de Janeiro, filho de seu Jaurize e dona Áurea. Crescendo em uma família humilde, Rezende enfrentou muitas dificuldades desde cedo.
Seu pai, apesar de buscar emprego incessantemente, não conseguia boas colocações no mercado de trabalho. A melhor alternativa que encontrou foi aceitar um cargo como inspetor no centro de infratores do Rio de Janeiro. Assim, Marcelo e sua família foram morar na instituição, onde ele teve seus primeiros contatos com infratores ainda criança.
Durante sua adolescência, Marcelo não era um bom aluno, e as pessoas ao seu redor não esperavam que ele tivesse um futuro de sucesso. Aos 16 anos, ele se apaixonou pela filosofia hippie e decidiu deixar o Rio de Janeiro para morar numa colônia na Bahia, vendendo artesanato para sobreviver. No entanto, um ano depois, ele retornou ao Rio de Janeiro e começou um curso de técnico de mecânica.
Aos 17 anos, ainda sem saber ao certo o que queria fazer da vida, Marcelo visitou seu primo na redação do Jornal dos Sports no Rio de Janeiro. Comunicativo, ele fez amizade com o diretor do local, que lhe ofereceu um estágio no jornal. Nos próximos dois anos, Marcelo trabalhou ali, mas foi orientado a seguir outra carreira devido à sua desatenção.
Apesar disso, sua passagem pelo Jornal dos Sports lhe rendeu muitos contatos e amizades, o que lhe garantiu um emprego na Rádio Globo. Em 1972, ele já trabalhava como copy desk no jornal O Globo, onde aprendeu a fazer jornalismo com grandes figuras como Nelson Rodrigues e Tim Lopes.
Trabalhando no setor de esportes do jornal, Marcelo foi se destacando aos poucos, até que recebeu um convite para trabalhar na revista Placar, a mais renomada revista de esportes da época. Ali, ele se estabilizou na carreira e cobriu grandes eventos esportivos, como duas Copas do Mundo e uma Olimpíada.
Em 1983, Marcelo começou a dar sinais de que sua competência ia além do jornalismo esportivo. Ele realizou investigações sobre o escândalo na Loteria Esportiva, revelando um esquema de manipulação de resultados que envolvia jogadores, árbitros e dirigentes de clubes. Essa investigação lhe rendeu o prêmio ESO de jornalismo.
Em 1987, Marcelo chegou à televisão para trabalhar na Rede Globo, inicialmente como repórter de esportes. Em 1989, ele migrou para a editoria Rio, dedicando-se a reportagens investigativas. Uma de suas primeiras matérias de grande impacto foi a cobertura da prisão de três sequestradores envolvidos no sequestro do empresário Roberto Medina, em 1990.
Em 1997, Marcelo desempenhou um papel crucial na investigação do caso da favela naval, que revelou a brutalidade e corrupção policial em Diadema, São Paulo. Sua investigação meticulosa e a exibição das imagens no Jornal Nacional causaram uma comoção nacional.
A capacidade de Marcelo para o jornalismo investigativo o levou a se tornar âncora do programa "Linha Direta". Ele assumiu a apresentação em 1999, trazendo um estilo direto e incisivo que ajudou a consolidar o sucesso do programa. O "Linha Direta" reconstituía crimes não resolvidos e pedia a ajuda do público para encontrar criminosos foragidos.
Rezende permaneceu no comando do programa até 2000, deixando uma marca indelével na história do "Linha Direta" e na memória dos telespectadores. Sua participação foi fundamental para dar ao programa um tom mais sério e comprometido com a verdade, aumentando sua credibilidade e audiência.
Em 2002, Marcelo se desligou da Rede Globo e trabalhou por um curto período em emissoras como Record, Rede TV e Band. Em 2010, ele retornou à TV Record para realizar reportagens para os programas jornalísticos da emissora. Em 2012, Marcelo ganhou a oportunidade de voltar a apresentar um programa, ficando a cargo do "Cidade Alerta".
Apresentando o "Cidade Alerta", Marcelo utilizou sua personalidade para criar uma ligação com o público, muitas vezes tentando criar uma descontração em volta de assuntos pesados. Seu bordão "corta pra mim" e sua interação com Percival eram os pontos altos do programa. Sob sua liderança, o "Cidade Alerta" se consolidou como um dos programas de maior audiência da Record.
Em maio de 2017, Marcelo foi diagnosticado com câncer de pâncreas. Ele iniciou o tratamento tradicional com quimioterapia, buscando combater a doença e prolongar sua expectativa de vida. No entanto, após algumas sessões, ele optou por suspender o tratamento convencional e buscar alternativas terapêuticas fora da medicina tradicional.
Entre os tratamentos alternativos que ele realizou estavam uma dieta cetogênica, rica em gorduras e pobre em carboidratos, e terapias como reiki, acupuntura e uso de óleos essenciais. Infelizmente, esses tratamentos não tiveram êxito, e o câncer foi se intensificando. Rezende precisou ser internado no Hospital Moriah, com poucas expectativas de sair vivo da internação.
Marcelo Rezende morreu no dia 16 de setembro de 2017, por falência de múltiplos órgãos decorrente de complicações do câncer de pâncreas. Ele estava com 65 anos.
Seu velório, realizado na Assembleia Legislativa de São Paulo, foi marcado por profunda emoção e respeito. Milhares de pessoas, entre amigos, familiares, fãs e admiradores, se reuniram para prestar suas últimas homenagens ao jornalista. Diferente de muitos outros velórios de figuras públicas, o de Marcelo Rezende foi aberto ao público, decisão tomada por sua família.
O corpo de Marcelo foi sepultado no Cemitério de Congonhas, na zona sul de São Paulo. O velório e parte do cortejo para o cemitério foram transmitidos ao vivo durante a programação da Record, canal em que ele trabalhou por oito anos.
Marcelo Rezende deixou um legado marcante para o jornalismo brasileiro. Sua postura ética, profissionalismo, compromisso com a verdade e coragem em abordar temas sensíveis o tornaram um modelo a ser seguido por muitos jornalistas. Mais do que um jornalista, ele foi um símbolo de força e esperança para o Brasil. Sua luta contra o câncer inspirou milhões de pessoas a não desistirem de suas recuperações.
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