Elizabeth Santos Leal de Carvalho nasceu no Rio de Janeiro, no dia 5 de maio de 1946. Seu contato com a música foi incentivado pela família, ainda na infância. Em 1966, já envolvida com o samba, participou do show “A Hora e a Vez do Samba”, ao lado de Nelson Sargento e Noca da Portela.
Beth é reconhecida por resgatar e revelar músicos e compositores do samba. Buscou Nelson Cavaquinho para a gravação de “Folhas Secas” e três anos depois fez o mesmo com Cartola, ao lançar “As Rosas Não Falam”.
Frequentadora assídua do samba, entre eles os do Cacique de Ramos, Beth Carvalho revelou artistas como o grupo Fundo de Quintal, Zeca Pagodinho, Almir Guineto, Sombra, Sombrinha, Arlindo Cruz, Luis Carlos da Vila, Jorge Aragão e muitos outros. A partir daí, esta sonoridade se proliferou por todo o país e Beth passou a ser chamada de “Madrinha do samba”. Sambista de maior prestígio e popularidade do Brasil, é aclamada também como “Diva dos Terreiros” e “Rainha do Samba”. Brasil,
Na Europa, representou o Brasil em Atenas, no festival “Olimpíada Mundial da Canção”, cantando em um teatro de arena construído há 400 anos a.C., onde recebeu um busto em homenagem à sua passagem. Em 1997, Beth viu a música “Coisinha do Pai”, grande sucesso de seu repertório,a ser tocada no espaço sideral, a música era para ‘acordar’ o robô em Marte. De tal dimensão era esta musica
Embora mangueirense de coração, Beth foi homenageada pela Velha Guarda da Portela com uma placa alusiva ao fato de ser a cantora que mais gravou seus compositores. Beth foi a intérprete preferida de Cartola e responsável pela volta desse grande mestre à mídia.
Em 2004, a cantora gravou seu primeiro DVD, “Beth Carvalho, a Madrinha do Samba”, que lhe rendeu um DVD de Platina. No Dia Nacional do Samba e seus 40 anos de carreira, que reuniu grandes sambistas da atualidade, como Dona Ivone Lara, Monarco, Nelson Sargento, Zeca Pagodinho, Dudu Nobre, entre outros.
“Beth Carvalho canta o Samba da Bahia”, teve como convidados Gilberto Gil, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Margareth Menezes, Carlinhos Brown, Daniela Mercury, Ivete Sangalo, Olodum, Riachão e Danilo Caymmi.
Seu último trabalho foi uma participação na canção de mais um afilhado: Beth gravou deitada mas sem perder a alegria que lhe era peculiar quando estava fazendo o que mais amava: cantar samba.
Beth Carvalho morreu na manhã no dia 30 de abril de 2019 aos 73 anos. A cantora preparava-se e estava animada para subir ao palco na noite daquele mesmo dia retomando a sua carreira. Em sua homenagem artistas consagrados parentes e amigos subiram ao palco onde Beth se apresentaria para fazer-lhe uma última homenagem cantando as suas canções. O Caixão da cantora Beth carvalho foi transportado em caminhão do Corpo de Bombeiros para cremação no Cemitério do Caju, em cerimônia restrita à família
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Beth Carvalho, uma das maiores e mais influentes cantoras de samba do Brasil, deixou um legado inestimável para a música brasileira. Nascida no Rio de Janeiro em 1946, sua trajetória é marcada por descobertas, parcerias e homenagens que a consagraram como a 'Madrinha do Samba' e a 'Rainha do Samba' do país.
Beth Carvalho iniciou sua carreira no mundo do samba em 1966, participando do show "A Hora e a Vez do Samba" ao lado de renomados músicos como Nelson Sargento e Noca da Portela. Desde então, sua jornada foi marcada por grandes feitos e reconhecimento no mundo da música.
Beth Carvalho é reconhecida por resgatar e revelar músicos e compositores do samba, contribuindo significativamente para a preservação e propagação dessa rica forma de expressão musical. Sua busca por talentos incluiu figuras icônicas como Nelson Cavaquinho e Cartola, resultando em gravações que se tornaram verdadeiros marcos no universo do samba.
Frequentadora assídua do samba, Beth Carvalho teve um papel fundamental na revelação de novos talentos do gênero, incluindo artistas como o grupo Fundo de Quintal, Zeca Pagodinho, Almir Guineto, Sombra, Sombrinha, Arlindo Cruz, Luis Carlos da Vila, Jorge Aragão e muitos outros. Sua contribuição desempenhou um papel crucial na disseminação da sonoridade do samba por todo o país.
Beth Carvalho não apenas consolidou sua própria posição como uma das maiores sambistas do Brasil, mas também desempenhou um papel fundamental na revelação de novos talentos, contribuindo para a continuidade e renovação do gênero.
O impacto de Beth Carvalho no cenário do samba vai além de suas próprias conquistas, pois ela deixou um legado de descobertas e apoio a novos talentos que continuam a influenciar e enriquecer a música brasileira até os dias atuais.
Beth Carvalho é reconhecida como a sambista de maior prestígio e popularidade do Brasil, sendo aclamada como a "Diva dos Terreiros" e a "Rainha do Samba". Sua influência no cenário musical brasileiro é indiscutível, e sua contribuição para o samba transcende fronteiras.
A representação de Beth Carvalho do Brasil em Atenas, no festival "Olimpíada Mundial da Canção", é um testemunho de seu reconhecimento internacional. Cantando em um teatro de arena com mais de 400 anos de história, ela demonstrou a universalidade e impacto duradouro de sua música.
Beth Carvalho foi homenageada pela Velha Guarda da Portela, reconhecida como a cantora que mais gravou seus compositores. Além disso, foi a intérprete preferida de Cartola e foi responsável por trazer esse grande mestre de volta à mídia.
Em 2004, a cantora Beth Carvalho gravou seu primeiro DVD intitulado "Beth Carvalho, a Madrinha do Samba", que lhe rendeu um DVD de Platina. O evento marcou o Dia Nacional do Samba e seus 40 anos de carreira, reunindo grandes sambistas da atualidade, como Dona Ivone Lara, Monarco, Nelson Sargento, Zeca Pagodinho, Dudu Nobre, entre outros.
Beth Carvalho foi homenageada pela Velha Guarda da Portela, sendo reconhecida como a cantora que mais gravou seus compositores. Além disso, foi a intérprete preferida de Cartola e foi responsável por trazer esse grande mestre de volta à mídia.
Em 2004, a cantora Beth Carvalho gravou seu primeiro DVD intitulado "Beth Carvalho, a Madrinha do Samba", que lhe rendeu um DVD de Platina. O evento marcou o Dia Nacional do Samba e seus 40 anos de carreira, reunindo grandes sambistas da atualidade, como Dona Ivone Lara, Monarco, Nelson Sargento, Zeca Pagodinho, Dudu Nobre, entre outros.
Este trabalho teve como convidados Gilberto Gil, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Margareth Menezes, Carlinhos Brown, Daniela Mercury, Ivete Sangalo, Olodum, Riachão e Danilo Caymmi, demonstrando o respeito e admiração de grandes artistas da música brasileira por Beth Carvalho.
O último trabalho de Beth Carvalho foi uma participação na canção de mais um afilhado, onde mesmo deitada, não perdeu a alegria que lhe era peculiar quando estava fazendo o que mais amava: cantar samba.
Beth Carvalho, a icônica Madrinha do Samba, deixou um legado inestimável para a música brasileira. Sua partida em 30 de abril de 2019 marcou o fim de uma era, mas seu impacto perdurará através das gerações.
No dia de sua partida, artistas consagrados, familiares e amigos se reuniram para prestar uma última homenagem à Beth Carvalho, cantando suas canções em um emocionante tributo. O caixão da cantora foi transportado em um caminhão do corpo de bombeiros para a cerimônia de cremação no Cemitério do Caju, em um momento restrito à família.
A contribuição de Beth Carvalho para o samba e a música brasileira é indiscutivelmente monumental. Seu papel na revelação de novos talentos e na preservação do samba como uma forma de expressão cultural é um legado que continuará a inspirar e enriquecer a música brasileira por muitos anos.
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