Dorival Caymmi nasceu em Salvador, Bhia no dia 30 de abril de 1914 , foi um cantor, compositor, instrumentista, poeta, pintor e ator brasileiro.
. Suas letras e melodias retratam o mar, os pescadores, o dia a dia do povo, a graça das mulheres e a divindade dos orixás, constituindo um canto de profundo amor à Bahia. Entre suas canções de sucesso estão "Samba da Minha Terra", "Marina", "Samba da Bahia", "O Dengo Que a Nega Tem" e "Saudade de Itapoã".Dorival Caymmi nasceu em Salvador, Bahia, no dia 30 de abril de 1914. Era filho do funcionário público, Durval Henrique Caymmi, descendente de italianos, e de Aurelina Soares Caymmi, descendente de portugueses e africanos. Seu pai tocava piano, violão e bandolim. Desde menino, Dorival cantava no coro da igreja.
Dorival Caymmi interrompeu os estudos no primeiro ano ginasial. Tinha curso de inglês, datilografia e escrituração mercantil. Foi trabalhar como auxiliar de escritório e depois na revisão do jornal O Imparcial. Passou em segundo lugar no concurso para escrivão da Coletoria, mas não foi chamado.
Nessa época aprendeu a tocar violão sozinho, desenvolvendo um estilo pessoal, compôs sua primeira canção, a toada - "No Sertão" (1930). Mais tarde, venceu um concurso de músicas carnavalescas com “A Bahia Também dá”.
Em 1938, Caymmi deixou as praias, o sol e o sossego da Bahia e foi para o Rio de Janeiro tentar a sorte. Tinha facilidade para o desenho e com a experiência no jornal esperava encontrar trabalho na imprensa. Seu parente José Pitanga o apresentou ao desenhista Edgar de Almeida, da revista O Cruzeiro, e Caymmi conseguiu um modesto trabalho. Levado por Assis Valente e Lamartine Babo, Caymmi se apresentou na Rádio Nacional cantando “Noite de Temporal”, acompanhado do toque do berimbau. Em seguida, foi apresentado ao diretor da Rádio Tupi que o contratou. No dia 24 de junho de 1938, Caymmi estreou cantando o samba "O Que é Que a Baiana Tem?".
Dois meses depois, passava para a Rádio Transmissora e mais tarde foi levado por Almirante para a Rádio Nacional. Ao mesmo tempo, Caymmi
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Dorival Caymmi foi um grande cantor, compositor, instrumentista, poeta, pintor e ator brasileiro. Ele nasceu em Salvador, capital da Bahia, no dia 30 de abril de 1914. Suas letras e melodias retratam o mar, os pescadores, o dia a dia do povo, a graça das mulheres, e a divindade dos orixás, constituindo um canto de profundo amor à Bahia.
Entre suas canções de sucesso estão "Samba da Minha Terra", "Marina", "Samba da Bahia", "O Dengo que a Nega Tem", e "Saudade de Itapuã".
Dorival Caymmi nasceu em Salvador, capital da Bahia, no dia 30 de abril de 1914. Ele era filho do funcionário público Durval Henrique Caim, descendente de italianos, e de Aurelina Suares Caim, descendente de portugueses e africanos. Seu pai tocava piano, violão e bandolim, e desde menino, Dorival cantava no coro da igreja. Ele interrompeu os estudos no primeiro ano ginasial e foi trabalhar como auxiliar de escritório e depois na revisão do Jornal O Imparcial. Mais tarde, trabalhou como escrivão da coletoria.
Dorival Caymmi aprendeu a tocar violão sozinho, desenvolvendo um estilo pessoal. Ele compôs sua primeira canção, "Atuada no Sertão", em 1930, e mais tarde venceu um concurso de músicas carnavalescas com "Bahia Também Dá".
Em 1938, Dorival Caymmi deixou Salvador e foi para o estado do Rio de Janeiro tentar a sorte. Ele tinha facilidade para o desenho e com a experiência no jornal esperava encontrar trabalho na imprensa. Foi lá que o seu talento musical e artístico começou a ganhar notoriedade.
Em 1938, decidi deixar Salvador e tentar a sorte no Rio de Janeiro. Tinha facilidade para desenho e esperava encontrar trabalho na imprensa. Lá, meu talento musical e artístico começou a ganhar notoriedade. Fui apresentado ao desenhista Edgard Almeida da revista O Cruzeiro e consegui um modesto trabalho.
Levado por Assis Valente e Lamartine Babo, me apresentei na Rádio Nacional e logo fui contratado. Estreei cantando o samba "O que que a baiana tem" e logo passei para a Rádi Transmissora. Ao mesmo tempo, comecei a frequentar a roda dos músicos e de artistas plásticos, aumentando minha rede de contatos.
Para o Carnaval de 1939, o produtor de cinema Wallace Dvini preparava uma nova produção com Carmen Miranda. A música "O que que a baiana tem" entrou para o filme na voz de Carmen Miranda, fazendo grande sucesso e popularizando a palavra "balangandã".
Depois de conquistar espaço na Rádio Nacional e na Rádio Transmissora, fui contratado pela Rádio Tupi, onde estreei cantando o samba "O que que a baiana tem", que se tornou um grande sucesso. Após essa estreia, fui integrado à Rádio Nacional, onde passei a frequentar a roda dos músicos e artistas plásticos, ampliando minha rede de contatos.
No Carnaval de 1939, a música "O que que a baiana tem" entrou no filme "Banana da Terra", interpretada por Carmen Miranda, popularizando a palavra "balangandã". Em 1940, lancei meu primeiro disco, "O Samba", ao lado de Carmen Miranda. A gravação de "Samba da Minha Terra" pelo Bando da Lua se tornou uma das minhas mais populares, ainda que tenha sido revivida 20 anos depois por João Gilberto.
Na década de 40, fui condecorado com a Ordem de Méritos do Estado da Bahia e, em 1972, lancei o LP com a canção "Oração da Mãe Menininha", uma homenagem à mãe de santo baiana. Além disso, a música "Modinha para Gabriela", inspirada no romance de Jorge Amado, foi tema da novela "Gabriela", da Rede Globo.
Quando cheguei ao Rio de Janeiro, em 1938, minha carreira musical começou a ganhar notoriedade. Fui contratado pela Rádio Nacional e, mais tarde, pela Rádio Transmissora. Logo depois, fui contratado pela gravadora Aeon, onde lancei meu primeiro disco. Nesse mesmo ano, lancei meu primeiro disco pela gravadora Colômbia. Durante minha carreira, fui responsável por várias gravações de grande sucesso, como "O Samba", "Samba da Minha Terra", "Marina", "Modinha para Gabriela", entre outras.
Minha carreira musical durou cerca de 60 anos e incluiu aproximadamente 20 discos gravados. Além disso, minha obra foi composta por um grande número de músicas que foram reinterpretadas por vários artistas ao longo dos anos. Fui reconhecido e condecorado diversas vezes, incluindo a Ordem de Méritos do Estado da Bahia em 1947.
Mesmo após minha morte, em 2008, minha obra continuou a ser relembrada e interpretada, mantendo vivo o legado da música popular brasileira.
Dorival Caymmi foi um dos maiores nomes da música popular brasileira, e sua contribuição para o cenário musical do país foi amplamente reconhecida ao longo de sua carreira. Além de ter lançado cerca de 20 discos, ele também teve um grande número de versões de suas músicas feitas por outros intérpretes, o que mostra a influência duradoura de sua obra.
Em 1972, Dorival Caymmi foi condecorado com a Ordem de Méritos do Estado da Bahia, em reconhecimento à sua significativa contribuição para a música baiana e brasileira.
Mesmo após sua morte em 2008, aos 94 anos, o legado de Dorival Caymmi continuou a ser relembrado e interpretado, mantendo viva a memória e a influência do artista na música popular brasileira.
Dorival Caymmi deixou um legado musical que se estende para além de sua própria carreira. Seus filhos, Danilo Caim, Dor Caim e Naná Caim, seguiram os passos do pai na música, mantendo viva a tradição musical da família Caim.
Dorival Caymmi casou-se com a mineira Estela Mares aos 26 anos, em 1940, e tiveram três filhos: Danilo Caim, Dor Caim e Naná Caim. Todos os filhos seguiram a carreira musical, mantendo viva a tradição da família Caim na música.
Com problemas cardíacos, Dorival passou a se apresentar esporadicamente em shows ao lado dos filhos. Ele faleceu com 94 anos de idade em sua casa no Rio de Janeiro, em 16 de agosto de 2008, devido a insuficiência renal e falência múltipla dos órgãos causada por um câncer renal que possuía havia 9 anos.
O corpo do cantor e compositor Dorival Caymmi foi sepultado no cemitério São João Batista, na zona sul do Rio de Janeiro, em 17 de agosto de 2008.
Dorival Caymmi deixou um legado musical que influenciou gerações de artistas e continua a ser relembrado e reinterpretado até os dias atuais. Sua contribuição para a música popular brasileira pode ser observada em várias áreas, desde o samba até a música de novela.
Com mais de 60 anos de carreira, Dorival Caymmi gravou cerca de 20 discos, lançando músicas que se tornaram clássicos da música popular brasileira, tais como "Samba da Minha Terra", "Marina", "Modinha para Gabriela", entre outras. Suas canções retratam a Bahia, o mar, os pescadores e a cultura local, criando um catálogo riquíssimo e diversificado.
Mesmo após sua morte, em 2008, o legado de Dorival Caymmi continuou a ser relembrado e reinterpretado, mantendo viva a memória e a influência do artista na música popular brasileira. Suas músicas foram reinterpretadas por diversos artistas, mostrando a duradoura influência de sua obra.
O legado musical de Dorival Caymmi se estende para além de sua própria carreira. Seus filhos, Danilo Caim, Dor Caim e Naná Caim, seguiram os passos do pai na música, mantendo viva a tradição musical da família Caim e contribuindo para a continuidade do seu legado.
Após uma carreira musical que durou cerca de 60 anos, Dorival Caymmi faleceu em 16 de agosto de 2008, aos 94 anos, em sua casa no Rio de Janeiro, devido a insuficiência renal e falência múltipla dos órgãos causada por um câncer renal que possuía havia 9 anos. Seu corpo foi sepultado no cemitério São João Batista, na zona sul do Rio de Janeiro, em 17 de agosto de 2008.
Dorival Caymmi deixou um legado musical que influenciou e continua a ser relembrado e reinterpretado até os dias atuais. Sua contribuição para a música popular brasileira pode ser observada em várias áreas, desde o samba até a música de novela.
Com mais de 60 anos de carreira, Dorival Caymmi gravou cerca de 20 discos, lançando músicas que se tornaram clássicos da música popular brasileira, tais como "Samba da Minha Terra", "Marina" e "Modinha para Gabriela". Suas canções retratam a Bahia, o mar, os pescadores e a cultura local, criando um catálogo riquíssimo e diversificado.
Mesmo após sua morte, o legado de Dorival Caymmi continuou a ser relembrado e reinterpretado, mantendo viva a memória e a influência do artista na música popular brasileira. Suas músicas foram reinterpretadas por diversos artistas, mostrando a duradoura influência de sua obra.
O legado musical de Dorival Caymmi se estende para além de sua própria carreira. Seus filhos, Danilo Caim, Dor Caim e Naná Caim, seguiram os passos do pai na música, mantendo viva a tradição musical da família Caim e contribuindo para a continuidade do seu legado.
Dorival Caymmi deixou um legado musical que influenciou gerações de artistas e continua a ser relembrado e reinterpretado até os dias atuais. Sua contribuição para a música popular brasileira pode ser observada em várias áreas, desde o samba até a música de novela.
Com mais de 60 anos de carreira, Dorival Caymmi gravou cerca de 20 discos, lançando músicas que se tornaram clássicos da música popular brasileira, tais como "Samba da Minha Terra", "Marina", "Modinha para Gabriela", entre outras. Suas canções retratam a Bahia, o mar, os pescadores e a cultura local, criando um catálogo riquíssimo e diversificado.
Mesmo após sua morte, em 2008, o legado de Dorival Caymmi continuou a ser relembrado e reinterpretado, mantendo viva a memória e a influência do artista na música popular brasileira. Suas músicas foram reinterpretadas por diversos artistas, mostrando a duradoura influência de sua obra.
O legado musical de Dorival Caymmi se estende para além de sua própria carreira. Seus filhos, Danilo Caim, Dor Caim e Naná Caim, seguiram os passos do pai na música, mantendo viva a tradição musical da família Caim e contribuindo para a continuidade do seu legado.
Dorival Caymmi foi um ícone da música popular brasileira, cujo legado influenciou gerações de artistas e continua a ser relembrado e reinterpretado até os dias atuais. Suas letras e melodias retratam a Bahia, o mar, os pescadores e a cultura local, criando um catálogo diversificado que reflete profundamente o amor à sua terra natal.
Com mais de 60 anos de carreira, Dorival Caymmi gravou cerca de 20 discos, lançando músicas que se tornaram clássicos da música popular brasileira, tais como "Samba da Minha Terra", "Marina", "Modinha para Gabriela", entre outras.
Mesmo após sua morte em 2008, o legado de Dorival Caymmi continuou a ser relembrado e reinterpretado, mantendo viva a memória e a influência do artista na música popular brasileira. Suas músicas foram reinterpretadas por diversos artistas, mostrando a duradoura influência de sua obra.
O legado musical de Dorival Caymmi se estende para além de sua própria carreira. Seus filhos, Danilo Caim, Dor Caim e Naná Caim, seguiram os passos do pai na música, mantendo viva a tradição musical da família Caim e contribuindo para a continuidade do seu legado.
Dorival Caymmi teve uma carreira musical marcante, com várias canções que se tornaram clássicos da música popular brasileira. Suas letras e melodias retratam a Bahia, o mar, os pescadores e a cultura local, criando um catálogo diversificado que reflete profundamente o amor à sua terra natal. Algumas de suas canções mais marcantes incluem:
Essas e outras canções de Dorival Caymmi continuam a ser relembradas e reinterpretadas, mantendo viva a memória e a influência do artista na música popular brasileira.
Dorival Caymmi deixou um legado familiar e artístico que continua a influenciar a música popular brasileira até os dias de hoje. Além de sua carreira musical de sucesso, sua família e descendentes mantiveram viva a tradição musical, contribuindo para a continuidade do seu legado.
Seus filhos, Danilo Caim, Dor Caim e Naná Caim, seguiram os passos do pai na música, mantendo viva a tradição musical da família Caim. Eles contribuíram para a música brasileira, reinterpretando as canções de Dorival Caymmi e criando suas próprias obras, preservando assim o legado familiar e artístico.
O legado familiar e artístico de Dorival Caymmi se estende para além de sua própria carreira. Seus descendentes continuaram a influenciar a música popular brasileira, garantindo que a obra de Dorival Caymmi permaneça viva e relevante para as futuras gerações de artistas e apreciadores da música brasileira.
Dorival Caymmi foi um ícone da música popular brasileira, com canções que retratavam a Bahia, o mar, os pescadores e a cultura local. Suas letras e melodias refletiam o profundo amor à sua terra natal, o que influenciou gerações de artistas e continua a ser relembrado e reinterpretado até os dias atuais.
Dorival Caymmi gravou cerca de 20 discos ao longo de seus 60 anos de carreira, lançando músicas que se tornaram clássicos da música popular brasileira, como "Samba da Minha Terra", "Marina", "Modinha para Gabriela", entre outras.
O legado de Dorival Caymmi continua a ser relembrado e reinterpretado, mantendo viva a memória e a influência do artista na música popular brasileira. Suas músicas foram reinterpretadas por diversos artistas, mostrando a duradoura influência de sua obra.
Seus filhos, Danilo Caim, Dor Caim e Naná Caim, seguiram os passos do pai na música, mantendo viva a tradição musical da família Caim. Eles contribuíram para a música brasileira, reinterpretando as canções de Dorival Caymmi e criando suas próprias obras, preservando assim o legado familiar e artístico.
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