Dominguinhos foi um músico brasileiro. Cantor, sanfoneiro e compositor, fez parceria musical com Gilberto Gil, Nando Cordel e Chico Buarque, Anastácia, entre outros.
Dominguinhos, nome artístico de José Domingos de Morais, nasceu em Garanhuns, Pernambuco, no dia 12 de fevereiro de 1941. Filho de mestre Chicão, tocador e afinador de acordeons de oito baixos, e de Dona Mariinha.
Dominguinhos cresceu em uma família com muitos irmãos, que viviam com grandes dificuldades. Começou a tocar ainda na infância quando formou um trio “Os Três Pinguins” com dois de seus irmãos.
No início, Dominguinhos tocava pandeiro e triângulo, mas ganhou do pai uma sanfona de oito baixos e o trio se apresentava nas feiras livres, em botequins e porta de hotéis de Garanhuns.
Dominguinhos queria ser um exímio tocador de acordeom e tocava exaustivamente. Àquela altura, passou a ser conhecido como Neném do Acordeom.
Em 1950, Dominguinhos tinha nove anos quando teve um encontro com Luiz Gonzaga que estava hospedado no hotel Tavares Correia em Garanhuns, onde o trio estava sempre tocando na porta de entrada.
Luiz Gonzaga ficou tão impressionado com a desenvoltura do menino que o convidou para ir ao Rio de Janeiro e passou seu endereço pedindo que fossem procura-lo.
A viagem só se realizou em 1954, quando Dominguinhos e seu pai foram procurar Luiz Gonzaga. Passam 11 dias viajando em um caminhão “pau-de-arara
Ao chegar ao Rio de Janeiro, foram para Nilópolis, onde morava um dos irmãos de Dominguinhos. No primeiro encontro com Gonzaga, o menino foi presenteado com uma sanfona de oitenta baixos.
Ao procurar Luiz Gonzaga e receber de presente uma sanfona, Dominguinhos foi convidado para frequentar a casa do Rei do Baião e acompanhá-lo em seus ensaios, shows e gravações.
Nos anos seguintes, Dominguinhos, que era conhecido como “Neném do Acordeão”, começou também a tocar nos bares, churrascarias e boates.
Em 1957, Neném do Acordeom foi rebatizado pelo próprio Luiz Gonzaga com o nome artístico de Dominguinhos. Nesse mesmo ano, fez sua primeira apresentação profissional, tocando sanfona na música “Moça de Feira”, acompanhando seu padrinho artístico.
Entre 1957 e 1958, Dominguinhos integrou o grupo de forró, “Trio Nordestino”, junto com Miudinho e Zito Borborema.
Em 1958, ao deixar o trio, voltou a se apresentar, sozinho, em casas noturnas, bares e também em emissoras de rádios, divulgando suas músicas. Em 1964, Dominguinhos gravou seu primeiro LP, intitulado “Fim de Festa”. Em seguida, ele gravou outros dois discos. Em 1967 voltou a fazer parte do grupo de músicos de Luiz Gonzaga, com quem passou a viajar pelo Nordeste.
Foi em uma dessas viagens que conheceu uma cantora também pernambucana, Anastácia, conhecida como Rainha do Forró, com quem compôs mais de 200 canções, entre elas, “Eu Só Quero um Xodó”, um de seus maiores sucessos.
A parceria durou 11 anos, e quando desfeita, Anastácia inutilizou diversas fitas contendo canções inéditas de Dominguinhos.
Embora o forró e o Baião predominassem em seu trabalho, Dominguinhos também fez parcerias com diversos cantores, como no show Índia de Gal Costa, em 1972.
A década de 80 lhe proporcionou sucessos como De Volta Para o Aconchego, em parceria com Nando Cordel, interpretada por Elba Ramalho, e Isso Aqui Tá Bom Demais, que cantou em dueto com Chico Buarque.
Ainda com Chico, fez parceria na música Tantas Palavras, lançada em 1984 e cantada pelo próprio Chico Buarque.
Em 2012 conquistou o Grammy Latino de Melhor álbum Brasileiro de Raiz, com o CD e DVD “Iluminado”.
Dominguinhos lutou durante seis anos contra o câncer de pulmão, mas no dia 17 de dezembro de 2012, foi internado no Hospital Santa Joana, no Recife, com infecção respiratória e arritmia cardíaca.
No dia 15 de janeiro, a pedido da família, foi transferido para o Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, onde ficou em coma, depois de duas paradas cardíacas.
Dominguinhos faleceu no dia 23 de julho de 2013, em São Paulo. Seu sepultamento foi realizado no cemitério Morada da Paz, no município de Paulista, na Região Metropolitana do Recife.
Para atender a um pedido de Dominguinhos, feito em uma entrevista dada ao radialista Geraldo Freire, da Rádio Jornal do Comércio, da cidade do Recife,disse que queria ser sepultado em sua cidade natal, o corpo de domiguinhos foi exumado posteriormente foi transladado para Garanhuns, no dia 26 de julho de 2013, e sepultado na cidade natal de dominguinhos
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Dominguinhos, cujo nome verdadeiro é José Domingos de Moraes, foi um renomado músico brasileiro originário de Garanhuns, Pernambuco. Ele deixou um legado musical marcante no cenário nacional, sendo reconhecido por sua habilidade como sanfoneiro, cantor e compositor. A trajetória de Dominguinhos é repleta de momentos significativos, desde sua infância simples até suas parcerias musicais com artistas renomados como Gilberto Gil, Nando Cordel, Chico Buarque e Anastácia, entre outros.
Nascido em 12 de fevereiro de 1941, Dominguinhos cresceu em meio a dificuldades financeiras em uma família numerosa. Desde cedo, demonstrou talento musical e, ao longo dos anos, tornou-se conhecido como um exímio tocador de acordeon. Seu encontro com Luiz Gonzaga foi um marco em sua carreira, abrindo portas para oportunidades únicas e colaborações memoráveis.
Ao longo de sua carreira, Dominguinhos gravou diversos discos, fez apresentações por todo o país e foi reconhecido com prêmios importantes no cenário musical brasileiro. Seu legado continua vivo através de suas músicas marcantes e de sua contribuição para a música regional nordestina. Nesta homenagem, relembramos a vida e a carreira desse grande artista que deixou uma marca indelével na música brasileira.
Dominguinhos, cujo nome verdadeiro é José Domingos de Moraes, nasceu em Garanhuns, Pernambuco, em 12 de fevereiro de 1941. Cresceu em uma família numerosa e enfrentou dificuldades financeiras desde cedo. Mostrando talento musical ainda na infância, ele formou um trio musical com seus irmãos, tocando em feiras livres e botequins.
Aos nove anos, teve um encontro marcante com Luiz Gonzaga, que o presenteou com uma sanfona de 80 baixos e o convidou para ir ao Rio de Janeiro. Esse encontro foi um ponto de virada na carreira de Dominguinhos, que passou a ser conhecido como Neném do Acordeon. Em 1957, após deixar o Trio Nordestino, ele começou a se apresentar profissionalmente e, rebatizado por Luiz Gonzaga como Dominguinhos, gravou seu primeiro LP e fez parcerias musicais importantes.
Uma das parcerias mais significativas foi com a cantora Anastácia, com quem compôs mais de 200 canções, incluindo "Eu Só Quero um Xodó", um de seus maiores sucessos. Ao longo de sua carreira, Dominguinhos se destacou não apenas no forró e baião, mas também fez parcerias com artistas renomados como Chico Buarque e Gilberto Gil, ampliando sua presença no cenário musical nacional.
Com diversos discos gravados, apresentações em todo o país e prêmios importantes, Dominguinhos deixou um legado musical marcante. Sua contribuição para a música regional nordestina e seu talento como sanfoneiro, cantor e compositor continuam a inspirar fãs e artistas até os dias atuais.
O encontro de Dominguinhos com Luiz Gonzaga foi um momento crucial em sua carreira musical. Aos nove anos de idade, Dominguinhos teve a oportunidade de conhecer Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, que ficou impressionado com o talento do jovem músico. Esse encontro resultou em Dominguinhos sendo presenteado com uma sanfona de 80 baixos e convidado para acompanhá-lo em suas apresentações e gravações, abrindo portas para oportunidades únicas.
A convivência com Luiz Gonzaga foi fundamental para o desenvolvimento artístico de Dominguinhos, que passou a ser conhecido como Dominguinhos, rebatizado pelo próprio Gonzagão. A partir desse momento, Dominguinhos começou a se apresentar profissionalmente, participando de shows, bares, churrascarias e boates, divulgando suas músicas e consolidando sua carreira musical.
Essa parceria também o levou a conhecer a talentosa cantora Anastácia, com quem compôs mais de 200 canções, incluindo "Eu Só Quero um Xodó", um dos maiores sucessos de sua carreira. A influência de Luiz Gonzaga e as oportunidades proporcionadas por esse encontro foram essenciais para o crescimento e reconhecimento de Dominguinhos no cenário da música brasileira, marcando o início de uma trajetória brilhante e cheia de sucesso.
Dominguinhos, cujo nome verdadeiro é José Domingos de Moraes, nasceu em Garanhuns, Pernambuco, em 12 de fevereiro de 1941. Cresceu em uma família numerosa e enfrentou dificuldades financeiras desde cedo. Mostrando talento musical ainda na infância, ele formou um trio musical com seus irmãos, tocando em feiras livres e botequins.
Aos nove anos, teve um encontro marcante com Luiz Gonzaga, que o presenteou com uma sanfona de 80 baixos e o convidou para ir ao Rio de Janeiro. Esse encontro foi um ponto de virada na carreira de Dominguinhos, que passou a ser conhecido como Neném do Acordeon. Em 1957, após deixar o Trio Nordestino, ele começou a se apresentar profissionalmente e, rebatizado por Luiz Gonzaga como Dominguinhos, gravou seu primeiro LP e fez parcerias musicais importantes.
Uma das parcerias mais significativas foi com a cantora Anastácia, com quem compôs mais de 200 canções, incluindo "Eu Só Quero um Xodó", um de seus maiores sucessos. Ao longo de sua carreira, Dominguinhos se destacou não apenas no forró e baião, mas também fez parcerias com artistas renomados como Chico Buarque e Gilberto Gil, ampliando sua presença no cenário musical nacional.
Com diversos discos gravados, apresentações em todo o país e prêmios importantes, Dominguinhos deixou um legado musical marcante. Sua contribuição para a música regional nordestina e seu talento como sanfoneiro, cantor e compositor continuam a inspirar fãs e artistas até os dias atuais.
Dominguinhos teve uma parceria musical significativa com a talentosa cantora Anastácia, conhecida como Rainha do Forró. Juntos, compuseram mais de 200 canções, incluindo "Eu Só Quero um Xodó", um dos maiores sucessos da carreira de Dominguinhos. Essa colaboração durou 11 anos e deixou um legado marcante na música regional nordestina.
Após o término da parceria, Anastácia utilizou diversas faixas contendo canções inéditas de Dominguinhos, mantendo viva a essência da colaboração entre os dois artistas. Além disso, Dominguinhos expandiu seu alcance musical ao fazer parcerias com outros renomados cantores, como Chico Buarque e Gilberto Gil, demonstrando sua versatilidade artística e sua capacidade de se destacar em diversos estilos musicais.
Com sua característica sanfona e seu talento inegável, Dominguinhos continuou a encantar plateias em todo o país, levando a cultura nordestina para além de suas fronteiras. Sua parceria com Anastácia e outros artistas renomados contribuiu para a riqueza e diversidade da música brasileira, deixando um legado inestimável para as gerações futuras.
Dominguinhos foi um dos músicos brasileiros mais reconhecidos e premiados de sua geração. Ao longo de sua carreira, ele conquistou importantes prêmios no cenário musical, como o Grammy Latino, o Prêmio TIM de Música Brasileira e o Prêmio Shell de Música. Seu álbum "Chegando de Mansinho" foi um marco em sua trajetória e o consagrou como um dos grandes artistas da música regional nordestina.
Além dos prêmios, Dominguinhos também foi homenageado em diversos eventos e festivais de música, reconhecendo seu talento como sanfoneiro, cantor e compositor. Sua parceria com artistas renomados como Gilberto Gil, Chico Buarque e Anastácia contribuiu para a diversidade e riqueza da música brasileira, sendo lembrado como um dos ícones do forró e do baião.
Apesar de sua partida precoce em 2013, o legado de Dominguinhos continua vivo através de suas músicas atemporais e de sua influência duradoura na música brasileira. Sua trajetória de superação e sucesso inspirou gerações de músicos e fãs, deixando uma marca indelével no cenário musical nacional. Dominguinhos é lembrado não apenas por sua genialidade musical, mas também por sua humildade, carisma e paixão pela cultura nordestina, que permeiam suas canções e emocionam plateias em todo o país.
Dominguinhos travou uma batalha de seis anos contra o câncer de pulmão. Infelizmente, no dia 17 de dezembro de 2012, foi internado no Hospital Santa Joana, em Recife, devido a uma infecção respiratória e arritmia cardíaca. Após complicações, a família solicitou a transferência de Dominguinhos para o Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, onde acabou entrando em coma após duas paradas cardíacas.
No dia 23 de julho de 2013, Dominguinhos faleceu em São Paulo, aos 72 anos de idade. Seu sepultamento ocorreu no Cemitério Morada da Paz, no município de Paulista, região metropolitana de Recife, em Pernambuco. Cumprindo um desejo expresso em uma entrevista, seu corpo foi posteriormente exumado e transferido para Garanhuns, sua cidade natal, onde foi sepultado em 26 de julho de 2013.
A música brasileira perdeu um grande talento, mas o legado deixado por Dominguinhos continua vivo através de suas canções atemporais e de sua influência duradoura. Sua paixão pela cultura nordestina e seu talento como sanfoneiro, cantor e compositor permanecem vivos na memória de seus fãs e no cenário musical nacional.
Dominguinhos, cujo nome verdadeiro é José Domingos de Moraes, deixou um legado musical duradouro que continua a inspirar músicos e fãs até os dias atuais. Sua trajetória de vida, marcada por superação e talento, o consagrou como um dos grandes artistas da música regional nordestina. Com sua habilidade como sanfoneiro, cantor e compositor, Dominguinhos fez parcerias memoráveis com renomados artistas como Gilberto Gil, Chico Buarque e Anastácia, contribuindo para a diversidade e riqueza da música brasileira.
Reconhecido com importantes prêmios no cenário musical, como o Grammy Latino, o Prêmio TIM de Música Brasileira e o Prêmio Shell de Música, Dominguinhos conquistou o coração do público com suas músicas atemporais e sua paixão pela cultura nordestina. Seus sucessos, como "Eu Só Quero um Xodó" e "De Volta Para o Aconchego", continuam a emocionar plateias e a preservar a essência da música nordestina em todo o país.
A luta de Dominguinhos contra o câncer de pulmão e seu falecimento em 2013 não apagaram sua memória e seu legado. Sua influência perdura através de suas canções e de sua contribuição inestimável para a música brasileira. Dominguinhos é lembrado não apenas por sua genialidade musical, mas também por sua humildade, carisma e dedicação à sua arte, que o tornaram um ícone da música popular brasileira.
Dominguinhos, cujo nome verdadeiro é José Domingos de Moraes, foi um renomado músico brasileiro originário de Garanhuns, Pernambuco. Ele deixou um legado musical marcante no cenário nacional, sendo reconhecido por sua habilidade como sanfoneiro, cantor e compositor.
Dominguinhos fez parcerias musicais com artistas renomados como Gilberto Gil, Nando Cordel, Chico Buarque e Anastácia, entre outros. Uma das parcerias mais significativas foi com a cantora Anastácia, com quem compôs mais de 200 canções, incluindo "Eu Só Quero um Xodó", um de seus maiores sucessos.
Ao longo de sua carreira, Dominguinhos conquistou importantes prêmios no cenário musical brasileiro, como o Grammy Latino, o Prêmio TIM de Música Brasileira e o Prêmio Shell de Música. Seu álbum "Chegando de Mansinho" foi um marco em sua trajetória e o consagrou como um dos grandes artistas da música regional nordestina.
Dominguinhos lutou contra o câncer de pulmão por seis anos. Ele foi internado no Hospital Santa Joana, em Recife, devido a uma infecção respiratória e arritmia cardíaca. Após complicações, foi transferido para o Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, onde acabou falecendo em 23 de julho de 2013, aos 72 anos de idade.
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